Chatbot exclusivo para restaurantes chega ao mercado

Chatbot exclusivo para restaurantes chega ao mercado

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A inteligência artificial está revolucionando o jeito como as marcas se comunicam com consumidores, simplificando, até mesmo, hábitos como pedir uma pizza. Com o lançamento do Gigio, nome dado ao chatbot pronto para receber encomendas de comidas, desenvolvido pela Hive Marketing Technology, solicitar uma refeição se tornou algo tão simples quanto enviar mensagem para um amigo. A ferramenta, de interface simples e intuitiva, já está sendo usada por restaurantes no Brasil e nos Estados Unidos.

O Gigio funciona integrado ao Facebook Messenger sendo uma alternativa aos aplicativos em geral, cada vez menos baixados nos dispositivos móveis. “Não há mais necessidade de baixar um app e passar por várias telas para pedir uma refeição. Basta, simplesmente, abrir o contato do restaurante preferido, no Facebook Messenger, e fazer o pedido”, explica Mitikazu Lisboa, CEO da Hive.

Pedir uma pizza no Gigio, por exemplo, leva menos de um minuto, incluindo tarefas desde a escolha do sabor até a forma de pagamento. Enquanto a solicitação está sendo feita, o restaurante acompanha todo o processo por um administrador ou email e autoriza o pedido. Já nos próximos contatos, o chatbot saberá exatamente quem é o cliente e seu endereço. Além disso, apresenta os produtos do cardápio e preços sem que o cliente precise perguntar a um atendente ou visitar um site.

“As diferenças na eficiência entre um atendimento via telefone e um feito pelo Gigio são inúmeras. Quando o consumidor escreve ‘oi’, o chatbot já sabe quem é e quais foram seus últimos pedidos. O atendente humano ainda tem que anotar detalhes dos pedidos e dados de localização e telefone do cliente, além de, muitas vezes, ter que atender mais de uma ligação por vez”, explica Lisboa.

A tecnologia funciona por meio de assinatura e foi construída para ser usada por centenas de estabelecimentos, de forma totalmente individualizada. Ela pode ainda ser moldada de acordo com a demanda de cada empresa. Segundo Lisboa, a plataforma pronta reduz o seu custo de aquisição. “O cliente não paga pelo desenvolvimento da tecnologia do zero. O investimento seria muito alto e acabaria inviabilizando o negócio”, destaca.

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