Fintech de câmbio faz compra e venda de moedas via WhatsApp

Fintech de câmbio faz compra e venda de moedas via WhatsApp

Com o mundo extremamente conectado, as redes sociais em alta e o quesito praticidade elevado à última potência, muitas empresas estão buscando diversificar sua forma de prestar serviços e, mais ainda, de atender ao cliente. A BeeCâmbio, por exemplo, primeira correspondente cambial brasileira que funciona completamente online e está presente em 40 cidades, tem como missão proporcionar um atendimento humanizado, no qual a experiência de compra e troca de moedas estrangeiras seja simples, rápida e prática.

Para isso, a empresa disponibiliza diversas formas de atendimento ao cliente, um diferencial, principalmente quando se fala do ramo financeiro – respondendo, assim, à necessidade de qualquer tipo de consumidor.

Além dos tradicionais e-mail e telefone, o chat no próprio site da empresa, o Telegram, o Skype e, também, o WhatsApp, são ferramentas que a fintech utiliza para realizar suas transações e que já fazem parte do dia-a-dia de muitas empresa como a BeeCâmbio, que mantém relação direta com seu cliente.

Para o tipo de cliente conectado, é essencial poder requisitar um serviço, tirar uma dúvida ou mesmo fechar um negócio utilizando ferramentas como o WhatasApp ou até mesmo fazendo um call rápido via Skype.

A proposta é tão relevante que a correspondente cambial online já possui o maior parte de sua demanda realizada via canais digitais (chat, WhatsApp, Telegram e Skype). Esses números contrastam com o de atendimentos realizados por meio de telefone e e-mail.

“O cliente quer cada vez mais seu atendido de forma multicanal. Estamos vivendo uma fase de transformação e precisamos transformar também a forma com que empresas e consumidores se relacionam. Por isso, na BeeCâmbio, que já nasceu digital, o consumidor conectado se sente em casa e confiante de fazer negócios com uma correspondente cambial via aplicativos que aproximam o cliente e a empresa, por exemplo”, explica Fernando Pavani, fundador e CEO da BeeCâmbio.

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