GFT registra aumento de 23% na receita no segundo trimestre de 2016

A GFT Technologies SE, companhia de Tecnologia da Informação referência em Digital para o setor financeiro, deu continuidade ao seu sólido crescimento no segundo trimestre. Esta tendência foi impulsionada sobretudo pela grande procura por soluções e projetos de Transformação Digital da indústria de serviços financeiros. Além disso, tal dinamismo de crescimento também é resultado de uma alta demanda por soluções digitais para atender as demandas regulatórias do setor.

Desenvolvimento dos negócios no segundo trimestre de 2016

A receita consolidada aumentou 23%, passando de 90,24 milhões de euros no segundo trimestre de 2015 para 110,64 milhões de euros no mesmo período de 2016. Ajustado à contribuição das receitas das empresas adquiridas: a Adesis Netlife S.L. em julho de 2015 e a Habber Tec Brasil em abril de 2016, o crescimento orgânico da GFT no segundo trimestre foi de 17%.

No segundo trimestre de 2016, os lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização (EBITDA) sofreram um aumento em 12% por causa de mudanças cambiais, passando de 10,19 milhões de euros no segundo trimestre de 2015 a 11,39 milhões de euros no mesmo período de 2016. Já os lucros antes de impostos (EBT) atingiram a ordem de 7,56 milhões de euros, ou seja, ligeiramente superiores ao do ano anterior, que registrou 7,35 milhões de euros. O lucro por ação chegou a 0,25 euros no segundo trimestre. No mesmo período do ano anterior o valor foi de 0,16.

Evolução das receitas e lucros no primeiro semestre de 2016

No primeiro semestre de 2016, a GFT elevou sua receita em 16% em relação ao primeiro semestre de 2015, passando de 178,76 milhões a 208,03 milhões de euros. Ajustado às contribuições de receitas das empresas Adesis e Habber Tec Brasil, adquiridas em 2015 e 2016, respectivamente, a GFT obteve um crescimento orgânico de 12% no primeiro semestre. O EBITDA, afetado pela taxa de câmbio num total de -2,43 milhões de euros durante os primeiros seis meses de 2016, teve um aumento de 9%, totalizando 21,54 milhões de euros. No primeiro semestre de 2015 foi de 19,80 milhões de euros. O EBT, lucro antes de impostos, de 14,60 milhões de euros foram ligeiramente superiores aos valores apresentados no ano anterior, que alcançou 14,23 milhões de euros. No primeiro semestre, o lucro por ação aumentou de 0,34 em 2015 para 0,46 milhões de euros em 2016.

Desenvolvimento por segmento no primeiro semestre de 2016

No primeiro semestre de 2016, o segmento Américas e Reino Unido registrou um crescimento de 7% em sua receita, passando de 103,80 milhões (2015) a 110,84 milhões de euros. Devido às mudanças cambiais negativas, o lucro do segmento caiu de 6,53 milhões de euros para 4,45 milhões de euros. O segmento Europa Continental alcançou um crescimento de receita de 29%, fechando em 74,96 milhões no primeiro semestre de 2015 e atingindo 96,71 milhões de euros atualmente. O resultado do segmento melhorou em 7%, de 10,06 milhões a 9,40 milhões de euros (2015).

Número de colaboradores cresce para cerca de 4.500

Até 31 de junho de 2016, o quadro de funcionários em tempo integral da GFT contava com 4.493 colaboradores, representando um crescimento de 31% em relação ao mesmo período do ano passado, no qual o número de colaboradores era de 3.421. Tal aumento se deve principalmente pela aquisição da Adesis, que somou 277 colaboradores na Espanha e no México, e da Habber Tec Brasil, que adicionou 102 colaboradores no Brasil, bem como pela contratação de novos funcionários, sobretudo em centros de desenvolvimento na Espanha, Polônia, Costa Rica e no Brasil.

Outlook para 2016

No final do primeiro semestre, a GFT ajustou suas projeções para o exercício de 2016. Devido ao desenvolvimento positivo apresentado, especialmente no que tange a soluções relacionadas à transformação digital, a previsão foi elevada em 10 milhões, totalizando 420 milhões de euros. Antes se projetava atingir 410 milhões de euros. Em termos de receitas, a GFT espera que o crescimento seja ligeiramente mais lento do que o previsto inicialmente. As causas dessa desaceleração se devem principalmente à desvalorização da libra esterlina com a decisão do referendo do Brexit. A empresa agora espera atingir um EBITDA de 46,5 milhões de euros e um EBT na ordem dos 33 milhões de euros. A previsão anterior era de 48,5 e 35 milhões de euros, respectivamente.

“Apesar dos desafios resultantes da saída do Reino Unido da União Europeia, o Brexit, a GFT obteve um crescimento dinâmico no primeiro semestre do ano. Além disso, na segunda metade do ano, esperamos um crescimento advindo da resiliente transformação digital de processos de negócios na indústria de serviços financeiros. Além disso, os bancos terão de fazer novos investimentos em projetos de TI para implementar e se adequar às reformas e demandas regulatórias”, afirma Ulrich Dietz, CEO da GFT.

“O posicionamento da empresa como referência em Digital para o segmento financeiro tem alavancado projetos de Mobilidade, Analytics, BPM, BackOffice Digital, abertura de conta corrente e contratação de produtos financeiros 110% digitais, bem como outros projetos de Transformação Digital, que fomentaram o aumento da nossa receita em 107%, comparado ao mesmo período do ano passado”, explica o managing director Latam da GFT, Marcos Santos, acrescentando que para atender a demanda, somaram-se novos profissionais à operação brasileira nos últimos meses, totalizando 676 colaboradores até 30 de junho de 2016.

Dados financeiros detalhados estão disponíveis na seção Investor Relations do site da GFT: www.gft.com/int/en/index/company/investor-relations/

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