SafetyPay aposta em ampliar formas de pagamento à vista online com confirmação em tempo real

Da esquerda para direita: Gustavo Ruiz, Donald W. Layden, Kai Schmitz, Kenneth Johnson, Luiz Antonio Sacco e Luis Sotillo.

Da esquerda para direita: Gustavo Ruiz, Donald W. Layden, Kai Schmitz, Kenneth Johnson, Luiz Antonio Sacco e Luis Sotillo.

O comércio eletrônico se consolida como uma das melhores alternativas do varejo físico para driblar a turbulência político-econômica brasileira. Ao oferecer produtos para a ampliação das formas de pagamento online, a SafetyPay – plataforma segura de pagamento à vista, contribui decisivamente para o crescimento dos negócios de seus clientes, pois atende a uma demanda reprimida de não bancarizados – (cerca de 55 milhões só no Brasil), assim como novos consumidores do mundo virtual sem cartão de crédito ou sem limite disponível. Com isso, a companhia tem expandido de forma agressiva no mercado brasileiro latino-americano.

Os números explicam por si. Em 2015, quando o país viu sua economia encolher 3,8%, o setor de comércio eletrônico remou contra a maré de incertezas, expandindo 8% frente a 2014, segundo dados da consultoria eBit. No mesmo ano, a SafetyPay registrou crescimento de 500% no mercado brasileiro e 80% no internacional.

Um dos grandes diferenciais da empresa é oferecer ao segmento de e-commerce a opção de receber à vista, pelas vendas realizadas na internet ou por telefone, via transferência bancária pelos mais de 100 bancos no mundo, ou em dinheiro, com pagamentos realizados em correspondentes bancários (como casas lotéricas, no caso do Brasil). Há ainda a opção de apps para companhias áreas como é o caso da Peruvian Airlines, por exemplo.

Com essas medidas, a companhia não apenas aumentou seu escopo de atuação, mas garantiu aos seus clientes a oferta de novas formas de pagamento, algo fundamental para atrair ao comércio eletrônico uma fatia do mercado totalmente inexplorada: a das pessoas que não possuem conta bancária – em torno de 40% da população no Brasil, de acordo com a Federação Brasileira de Bancos. A solução também atende aqueles consumidores que tem receio de compartilhar seus dados de cartão de crédito no comércio eletrônico.

As vantagens não param aí. “O grande diferencial de nossos sistemas em comparação a outras opções de pagamento à vista, como o boleto, é que nós efetivamente fazemos a confirmação da compra em tempo real logo que o pagamento é recebido. Isso permite ao vendedor reduzir os custos de gestão de inventário e oferecer maior conveniência e satisfação do consumidor”, diz Gustavo Ruiz Moya, CEO da SafetyPay.

Presença mundial

O sucesso que o Brasil está vendo agora é fruto de anos de trabalho da companhia em outros mercados globais. Atualmente, a SafetyPay marca presença em 19 países, muitos deles na América Latina. No entanto, o mesmo modelo de negócios é ajustado para cada mercado. “Cada país tem suas necessidades e características. Nós sempre reconhecemos as diferenças entre os países e trabalhamos com líderes locais para atender aos mercados de forma eficiente “, diz Donald Layden, investidor da companhia.

O entendimento das necessidades de cada mercado leva a empresa a desenvolver estratégias próprias de atuação. Para alcançar maior integração regional, a companhia busca se aproximar de lideranças locais: profissionais que já conhecem profundamente a realidade de cada mercado. No Brasil, este papel coube a Luiz Antonio Sacco, Diretor Presidente para Brasil, e agora com responsabilidade para América Latina.

O potencial de expansão do comércio eletrônico vem contribuindo com a criação de melhores perspectivas para as novas gerações. O e-commerce cresce muito mais rapidamente que a inclusão bancária. Os bancos ainda têm dificuldades para atrair para seu sistema 50% da população mundial que não tem conta bancária.

Para a empresa, as oportunidades de expansão são claras. “Em alguns países, o índice de uso de telefones celulares chega a ultrapassar o de contas bancárias”, afirma seu presidente. No Brasil, a Anatel estima que haja mais de 280 milhões de linhas ativas de celular (a população brasileira gira em torno de pouco mais de 200 milhões). Já o IBGE diz que os aparelhos se tornaram o principal meio de acesso à internet em 80,4% dos lares do país.

O executivo elenca algumas das vantagens do segmento para explicar seu forte crescimento. “Se você vive em uma cidade pequena, é muito comum que a única maneira de comprar determinados produtos seja via internet”, diz. “Todos que fazem compras online sabem que isso muda de certa forma a sua vida. O acesso ao comercio eletrônico lhe garante melhores preços, mais comodidade e permite a comparação de produtos de uma forma muito mais conveniente”.

Com a estrutura montada e os excelentes resultados, as projeções são mais do que otimistas para o futuro da companhia. “Os clientes viram as oportunidades de negócios potenciais com a adoção de nossa plataforma global, bem como pelas opções de pagamento online como o internet banking ou em dinheiro, mesmo diante das incertezas que estão acontecendo no mercado”, diz Layden.

Já o CEO Gustavo Ruiz, traça objetivos ainda mais ambiciosos. “Um de nossos objetivos é proporcionar oportunidade de acesso a todos que querem se tornar consumidores online”.

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