Ascenty lança solução para recuperação de dados que pode ser acessada de qualquer lugar

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Continuidade dos negócios e prevenção de vazamento ou perda de dados são as prioridades na área de segurança da informação das empresas brasileiras em 2016, segundo o levantamento anual Global Information Security Survey (GISS), divulgado recentemente pela da Ernst & Young (EY), uma das maiores empresas de consultoria e auditoria do mundo. Em resposta à essa necessidade crescente por parte das companhias, a Ascenty, maior empresa de data center do Brasil, está lançando o DRaaS (Disaster Recovery as a Service).

A solução desenvolvida pela Ascenty consiste em manter um ambiente preparado para replicar os dados da empresa, caso o ambiente principal em que as informações estão armazenadas tenha alguma falha.

Diferentemente de serviços já oferecidos no mercado, a solução oferecida pela Ascenty permite que as informações sejam acessadas de diversos ambientes, e não apenas da empresa, isso é possível graças à criação de um modelo que integra plataformas compatíveis, a partir do uso de softwares utilizados no cliente e na estrutura da Ascenty.

Além disso, o modelo de negócio oferecido pela Ascenty permite ao cliente a contratação sob demanda, uma vez que os servidores podem ficar stand by e/ou produção. Dessa forma o cliente evita gastos desnecessários, uma vez que só aciona o serviço quando realmente precisa. O funcionamento do serviço de DRaaS pode ser validado por meio de testes periódicos, que garantem e atestam o bom funcionamento do processo de réplica.

De acordo com Marcos Siqueira, diretor de Serviços Gerenciados da Ascenty, o novo serviço foi criado para facilitar a implementação de projetos que, ao utilizar infraestrutura distribuída de cloud, não exijam a contratação de um segundo ambiente de replicação. “O cliente deve ter segurança de que seus dados estarão protegidos e disponíveis a qualquer momento, essa é uma das prioridades da Ascenty. Por esse motivo, desenvolvemos soluções que permitam aos clientes definir o RTO (Recorvery Time Objective) e RPO (Recovery Point Objective) de acordo com as necessidades de negócio, bem como, em qual localidade os dados ficarão disponíveis.”, afirma.

A pesquisa GISS da EY retrata ainda que um dos problemas das empresas é a demora em detectar problemas no sistema de armazenamento de dados. Dos entrevistados, 36% afirma que sua área de TI demora em média até uma hora para iniciar uma investigação em um possível incidente, enquanto 15% disseram que essa resposta pode levar mais de um dia.

Sobre esses dados, Siqueira destaca que a boa gestão de um data center tem que trabalhar na prevenção desses problemas, ao invés de se preocupar somente na hora que ocorrem. “Na Ascenty, por exemplo, temos como premissa a agilidade na tomada de decisões, na formulação de estratégias e na execução dos processos. Isso é essencial para a segurança dos dados e garante o sucesso do negócio”, conclui.

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