O retorno ao pré-pago

Nem todo consumidor pode ter acesso a serviços mais baratos e de qualidade, como Netflix,X-Box Live, games online ou conteúdos digitais, já que grande parcela dos brasileiros (mais de 40%) nem sequer tem conta bancária ou, se tem, busca maior controle dos seus gastos.

Não faz sentido que a tecnologia democratize e viabilize o acesso a novos conteúdos, se a sua aquisição depende de bancos e de cartões de crédito. Está aí o princípio dos cartões pré-pagos, disponíveis nos caixa de supermercados, farmácias, livrarias e lojas de conveniência.
Com eles, uma vasta gama de consumidores pode ter acesso a uma infinidade de serviços que antes era restrito apenas a quem possuía cartão de crédito ou conta em banco.

No Brasil, o acesso à internet via smartphones já ultrapassa a marca de 54 milhões de usuários, e com isso, o interesse de consumidores em adquirir conteúdos digitais, tais como games, filmes, livros, músicas entre outras facilidades pelo celular já é uma realidade.

Segundo a epay Brasil – maior processadora de soluções pré-pagas do mundo e responsável pela tecnologia por trás de cartões pré-pagos de diversos conteúdos no país – amovimentação do mercado deste tipo de compra aumentos. “ O cenário econômico atual possibilita a grande parte da população não bancarizada acesso a produtos e serviços por meio de soluções pré-pagas que permite não só acesso a conteúdos digitais como também mais facilidade para controlar as despesas do dia-a-dia”, diz Solange Cunha, Presidente Nacional da epay Brasil.

A epay global faturou mais de R$782milhões de dólares em 2014 “O varejo brasileiro cada vez mais vem aderindo aos nossos produtos e serviços, e há perspectiva de crescimento acima de dois dígitos nos próximos dois anos”, diz Solange

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