Archive 2016

Volvo Cars inclui nos novos carros da Série 90 Skype for Business da Microsoft

Join Skype for Business meeting in a Volvo car

A Volvo anunciou que apresentará o Skype for Business, o aplicativo líder de produtividade colaborativa da Microsoft, para os novos carros da Série 90. A montadora sueca é a primeira empresa a lançar uma ferramenta de produtividade em veículos.

“Diversas pessoas já tentarem participar de conferências dentro do carro e, ao sentarem, se atrapalharam ao mexer no celular ou até mesmo deixaram cair, não é nada prático. Além disso, celular e direção não combinam. Com a adição do Skype for Business, todas essas questões irão melhorar”, disse Anders Tylman-Mikiewicz, vice-presidente de Serviços de Conectividade do Grupo Volvo Cars.

O Skype for Business é utilizado por milhões de pessoas no mundo. Nos novos carros da série 90 da Volvo, as pessoas serão capazes de ver as próximas reuniões, acessar os detalhes dos participantes e poderão entrar nas reuniões com apenas um clique, por meio da tela central.

“O Skype for Business representa um grande avanço para a nossa proposta de conectividade e comunicação dentro dos carros. Com o lançamento de veículos autônomos, a Volvo permitirá que as pessoas reduzam o tempo de suas jornadas no trabalho. Esta inovação irá nos permitir enxergar uma nova maneira de passar o tempo dentro dos carros “, disse Anders Tylman-Mikiewicz.

As diversas inovações da Volvo baseiam-se no desejo da montadora de facilitar e assegurar a vida dos seus clientes utilizando a mais recente tecnologia de forma inteligente.

Com a parceria da Microsoft, incluindo também a exploração do sistema Cortana, o assistente pessoal e inteligente da Microsoft, a empresa tem a intenção de agregar reconhecimento de voz e insights contextuais para apoiar a vida das pessoas ao prever ativamente suas necessidades.

“A Volvo Cars está liderando o caminho, pois reconhece que a natureza do trabalho é cada vez mais móvel. As pessoas precisam ser produtivas de qualquer lugar – incluindo seus carros “, disse Ben Canning, diretor de gerenciamento de produtos da Skype para a Microsoft. “Estamos animados ao proporcionar reuniões mais modernas para os clientes da Volvo.”

Trabalhar em conjunto com a Microsoft e a Ericsson, que fornecem soluções baseadas na nuvem para a Volvo Cars, faz com que a empresa sueca continue a desenvolver e fornecer serviços e recursos visionários para sua crescente base de clientes.

“O conceito de carro conectado é algo com que trabalhamos há anos na Volvo. Desde os aparelhos internos da década de 1980 e início da década de 1990, até a nossa funcionalidade de mãos livres com o Bluetooth®, compreendemos a importância de tornar a vida mais fácil para as pessoas que estão em movimento, mantendo um foco na segurança e minimizando a distração dos condutores ” Acrescentou Anders Tylman-Mikiewicz.

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Startup possibilita que estabelecimento tenha seu próprio aplicativo de delivery

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Startup lança aplicativo completo e acessível para bares, pizzarias, restaurantes, farmácias, distribuidoras de água , gás e outros negócios que oferecem serviço de delivery, o Delivery2me, onde é possível que o cliente realize pedidos através da plataforma.

O Delivery2me, diferente dos aplicativos já existentes no mercado que trabalham com o formato multiloja, tem como foco e diferencial fornecer um app exclusivo para cada restaurante somente com o pagamento de uma taxa de assinatura única e de manutenção mensal, com valores fixos e acessíveis, diferente dos aplicativos multiloja, que, além da taxa de assinatura e manutenção, cobram comissões sobre os pedidos realizados através de suas plataformas.

Lançado inicialmente em Fortaleza-CE, porém com clientes em São Paulo-SP e outros estados, a empresa inicia em 2017 seu plano de expansão nacional e internacional. A ideia do Delivery2me é que o estabelecimento tenha o app não só como um canal de vendas, mas como uma possibilidade de aumentar seus lucros e criar um canal de relacionamento com o cliente, através de atendimento personalizado, envio ilimitado de mensagens push e programas de fidelidade.

Com foco na usabilidade do cliente final, a Startup investiu em um layout moderno, privilegiando o destaque aos pratos e a facilidade no processo do pedido, aumentando a taxa de conversão do estabelecimento.

Outro diferencial do aplicativo, é que ele oferece módulos extras que otimizam e facilitam a administração dos pedidos, como o acompanhamento em tempo real da localização do entregador através do mapa.

Para mais informações, acesse o site da empresa: www.delivery2me.com.br e baixe o aplicativo de demonstração: http://onelink.to/d2medemo

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Recovery fecha parceria com Mercado Pago e é a primeira empresa do setor a aceitar pagamento eletrônico

A Recovery, empresa líder em gestão e administração de créditos em atraso, fez uma parceria com o Mercado Pago e passa a aceitar pagamentos eletrônicos nas renegociações de dívidas feitas pelo seu site. É a primeira empresa da área a aceitar pagamento por meios digitais.

Dentro da premissa de reinserção social e financeira dos clientes, a Recovery oferece soluções e formas de pagamento que caibam no orçamento para que o cliente consiga regularizar suas dívidas. “Trabalhamos para criar oportunidades para os consumidores que tiveram, em algum momento, a situação financeira comprometida, regularizar as pendências e voltar ao mercado financeiro. Negociação personalizada com valores que cabem no bolso já faz parte do nosso DNA, agora, facilitamos ainda mais com essa solução digital de pagamento”, explica André Calabró, diretor de Cobrança da Recovery.

Para Calabró, a parceria com o Mercado Pago favorece todos os usuários dessa solução de pagamento e abre mais uma oportunidade aos consumidores da Recovery, que investe sempre na comodidade dos clientes. Levantamentos do Mercado Pago indicam que o uso de pagamentos eletrônicos tem conquistado a preferência dos usuários em todas as classes sociais e faixas etárias.

“A empresa investe para que o nosso cliente possa escolher quando e como quer pagar e por qual canal quer negociar, seja pelo site, celular, aplicativo, telefone, chat ou presencialmente. Prezamos sempre pela comodidade, facilidade e relacionamento excelente com nossos clientes e desta forma queremos sempre inovar e garantir que todas as opções disponíveis no mercado estejam à disposição de nossos clientes em todos nossos canais”, acrescentou André Calabró. Para Celina Ma, gerente de Marketing do Mercado Pago, “o setor de créditos em atraso vem se aperfeiçoando nos últimos anos e a Recovery inovou ao adotar a solução de pagamentos do Mercado Pago, dando agilidade e facilidade para os clientes”.

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DocYouSign lista quatro motivos para empresas realizarem a transformação digital

A DocYouSign, empresa global líder em assinatura eletrônica de documentos, está ajudando milhares de empresas ao redor do mundo no processo de transformação digital, uma mudança de processos internos e externos que envolve muito mais do que apenas o departamento de tecnologia da informação (TI).

A adoção da transformação digital por uma empresa impacta positivamente no desempenho, na agilidade da tomada de decisões e na satisfação de funcionários e clientes. Mais de 250 mil empresas e 100 milhões de usuários em 188 países estão mudando a forma de fazer negócios com a DocYouSign ao enviar, assinar e gerenciar documentos e pagamentos – de forma 100% digital – a qualquer hora, de qualquer lugar e em qualquer dispositivo com confiança e segurança.

Entre os motivos que têm levado as empresas a buscar o processo de transformação digital estão:

1) Melhoria do fluxo de trabalho

Por meio de Big Data ou Business Intelligence, a coleta de dados relevantes pelas empresas e sua interpretação têm se tornado mais fácil e eficaz. Com isso, os negócios têm encontrado formas de otimizar seus fluxos de trabalho, além de estarem mais aptos a entender melhor as demandas dos clientes.

O grande volume de dados permite, ainda, comparar os rumos da empresa com as ações tomadas por seus concorrentes. Dessa forma, as tomadas de decisões são feitas de maneira mais clara e objetiva. Alguns dos recursos da transformação digital que permitem mais assertividade nas decisões passam por softwares de gestão e serviços cloud based.

2) Otimização da comunicação interna

Um dos motivos que justificam a otimização dos fluxos de trabalho das empresas que passam pela transformação digital é a melhoria da comunicação interna. Com o uso de serviços de armazenamento de dados e documentos na nuvem, os empregados podem acessar essas informações a qualquer momento, de qualquer lugar e simultaneamente.

Com a maior interação entre funcionários e colaboradores, as empresas ganham agilidade em suas transações e melhoram a forma como atenderão seus clientes, aumentando o nível de satisfação com os serviços prestados.

3) Ter mais transparência nas negociações

Além de mais ágeis, as transações têm se tornado mais transparentes. Ainda que estejam distantes, os protagonistas de uma negociação podem aproveitar os recursos tecnológicos para fechar acordos sem a dependência dos tradicionais processos burocráticos.

A assinatura eletrônica permite que documentos sejam enviados e assinados em questão de minutos, com a garantia de segurança e validade jurídica. Isso pode ser feito com os negociadores dentro da empresa, em casa ou mesmo em trânsito.

4) Atender melhor os clientes

Além de obter dados mais relevantes para entender os desejos do cliente, as empresas que se adaptam à transformação digital interagem melhor com seus consumidores e, consequentemente, oferecem melhores experiências do que seus concorrentes.

Com muitas ofertas e mais acostumados ao uso de dispositivos digitais, os consumidores esperam por serviços acessíveis em poucos segundos de busca. Seja com chats online ou por meio de aplicativos, as organizações melhoram a forma de atendimento, estreitam os laços com clientes e têm mais oportunidades de negócios.

“A transformação digital é o caminho para alcançar metas e resultados nos negócios, uma vez que esse processo é o resultado de ações contínuas e torna as empresas mais produtivas e competitivas em seus mercados”, explica Marco Américo, vice-presidente de Operações da DocYouSign para a América Latina.

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Cinco erros mais comuns na hora de reformular um site

Por Rafael Damasceno

A decisão de uma empresa em reformular o seu site, seja ele um e-commerce, um guia de notícias ou apenas um portal para apresentar uma prestação de serviços, deve partir de um objetivo principal que é o de gerar vendas e contratações. Objetivo esse que muitas vezes se perde no caminho, seja por falta de atenção ao que realmente importa, por focar os esforços de equipe e verba em alterações que pouco afetarão a decisão de compra do cliente ou até mesmo de não testar as alterações que podem dar muito errado.

Diante disso, listei os cinco erros mais comuns que encontro na hora de reformular um site:

1 – Otimizar visando o aumento de tráfego e se esquecer da conversão: visita é custo. E um dos erros mais comuns são de empresas que utilizam todo o seu esforço, tanto de colaboradores, quanto de verba, apenas para conseguir mais tráfego. É preciso pensar no que vem depois que o cliente é atraído, pois se o possível cliente não tiver uma boa experiência, não há marketing que faça ele voltar. Neste caso, é essencial pensar e planejar todo o site e o caminho em que ele irá percorrer. Não caia na vaidade de focar apenas nas métricas de engajamento, nem sempre ter mais visitantes resulta em um maior faturamento;

2 – Publicar alterações sem testes: imagine uma empresa que anuncia a reestruturação do seu site e após alguns dias, descobre que o antigo gerava melhores taxas de conversão. Enquanto assiste as vendas caírem, essa empresa percebe que o novo site, mais bonito, não é funcional. Sim, isso existe e é muito comum. É importante fazer e rodar todos os testes possíveis. Testes A/B, em que o modelo atual e o alterado do site são exibidos cada um para uma parcela de quem o acessa, podem dar uma visão inteligente de todas as correções que devem ser feitas antes do lançamento;

3 – Copiar o concorrente sem saber se ele entende o que está fazendo: olhar e monitorar seus concorrentes pode te dar sinais de caminhos e movimentos de mercado. Porém, na hora de cuidar do seu site, saiba que cada um deles possui sua personalidade e, principalmente, seu contexto próprio. Evite copiar seus concorrentes, é como colar em uma prova sem saber se o seu colega estudou;

4 – Cuidado com o efeito do hall de cinema: pesquisadores descobriram que, independente das ações promocionais que os donos de cinema implementavam em seus halls para influenciar as pessoas a assistirem um determinado filme, nada disso conseguia influenciar seus frequentadores na escolha. A razão para isso é o fato de que a maioria das pessoas escolhe qual filme assistir antes mesmo de chegar ao cinema. Ou seja: decorar o hall do cinema é uma ação de marketing pouco útil. Algo semelhante acontece em vários sites quando os responsáveis por eles acreditam, sem embasamento confiável, que se uma determinada área for “melhorada”, suas conversões irão aumentar. Entretanto, é muito comum descobrir, tarde demais, que tal área exercia pouca ou nenhuma influência no processo de decisão do cliente. Consequentemente, independente da melhoria feita ali, praticamente nenhum resultado será notado nas conversões do site. Ou seja: perda de tempo e dinheiro;

5 – Quem acessa via mobile pode ter um objetivo diferente: muitos sites recebem a maior parte de seus acessos de usuários utilizando aparelhos celulares. Porém, o que mais vejo por aí, são sites que cometem o grave erro de apenas se adaptarem para navegação mobile através dos layouts chamados “responsivos”. Sites que conseguem ter uma alta performance em mobile, costumam ter um site próprio modelado exclusivamente para celulares, totalmente independente de sua versão “normal” para desktops. Portanto, entenda e ofereça a melhor experiência para aquilo que o seu usuário procura independente de qual plataforma ele utiliza.

Rafael Damasceno, CEO da Supersonic, empresa 100% focada no aumento das taxas de conversões de sites

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Atento anuncia pagamento antecipado de US$ 30 milhões em debêntures brasileiras

A Atento S.A (NYSE: ATTO), a empresa líder em serviços de gestão de clientes e terceirização de processos de negócio (CRM/BPO) na América Latina e um dos três maiores provedores a nível mundial, anunciou que realizou uma amortização antecipada de US$ 30 milhões (R$ 100 milhões) de suas debêntures brasileiras, em 26 de dezembro de 2016. Essa iniciativa reduz o saldo de principal das debêntures brasileiras para US$ 155 milhões (R$ 513 milhões), em 26 de dezembro de 2016.

Maurício Montilha, CFO da Atento, comentou que, como destacado em novembro, durante a call de resultados da companhia, a empresa previu pagar antecipadamente US$ 30 milhões de suas debentures brasileiras, além do pagamento programado de US$ 32 milhões, durante o quarto trimestre fiscal. “Essa redução da dívida é mais um passo positivo na estratégia para melhorar o balanço e o custo do capital, de maneira gradual, e para aumentar a flexibilidade financeira da Atento. Com esta amortização antecipada das debêntures, nós reduziremos nossa despesa de juros, no exercício fiscal de 2017, em US$ 5,8 milhões antes de impostos, ou US$ 0,05 por ação em base ajustada. Esta antecipação foi possível graças ao nosso compromisso com a alocação disciplinada de capital e rigorosa gestão do capital de giro, visando melhorar o fluxo de caixa livre antes dos juros”, afirmou o executivo.

“Além disso, estamos satisfeitos pelo fato de a Fitch Ratings ter reafirmado recentemente seus ratings para a Atento Luxco (´BB’/Stable) e Atento Brasil (‘AA- (bra)’/Stable), reconhecendo a geração positiva de caixa da Atento e a redução da alavancagem no médio prazo”, complementa Montilha.

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Por que é importante realizar testes com usuários?

Por Tatiane Lima

Atualmente, proporcionar a melhor experiência aos clientes é uma prioridade para as empresas. Afinal, uma sensação positiva ao utilizar os produtos de uma marca, sem dúvida funciona como uma ferramenta de fidelização e no mundo digital não seria diferente. Criar um aplicativo ou plataforma que chame a atenção do usuário e se torne fundamental em seu dia a dia são os principais desafios para as grandes marcas e seus desenvolvedores, designers e gestores de projetos.

Mas, como podemos saber se as nossas soluções fazem sentido, se não validarmos isso diretamente com o usuário que de fato vai usar o produto? Por isso, a realização de testes é muito importante para entender, o mais rápido possível, se a ferramenta desenvolvida está indo na direção certa ou não.

Existem diversos métodos quantitativos e qualitativos para se obter feedbacks dos usuários. Um deles é o teste de usabilidade, onde se observa o comportamento das pessoas enquanto utilizam um determinado aplicativo ou plataforma. A escolha do grupo é feita de acordo com o perfil do público alvo da marca.

Entre os benefícios de adotar esta prática se destaca a aquisição de um conhecimento mais específico para o time de designers e desenvolvedores em relação ao público alvo da marca, ou seja, os futuros usuários do novo produto digital, o que ajuda nas tomadas de decisão porque considera os contextos de uso. Dessa forma, tempo e esforço são otimizados para a atualização de versões que proporcionem melhor experiência ao seu público.

Outra vantagem é que o produto que sua empresa desenvolve terá melhores chances de ser aceito pelos clientes, o que aumenta as oportunidades de sucesso do negócio. Além disso, a prática constante de testes com os usuários beneficia também os profissionais dos times envolvidos, que passam a ter experiência com os mais diferentes tipos de projetos, ideias de mudança e evolução nas soluções de design e desenvolvimento.

Ao abraçar esta técnica, empresas, marcas e gestores estarão convidando os usuários, seus clientes, a co-produzirem suas soluções digitais. Conhecerão suas dores, seus anseios e sua forma de enxergar as coisas. Em outras palavras, irão exercitar a empatia o que garante melhores chances de sucesso para a solução digital.

Tatiane Lima, UX designer na HE:labs, empresa especialista em inserir grandes marcas na nova era digital.

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Ebit: Vendas de Natal somam R$ 7,7 bilhões em 2016, alta de 3,8% em relação ao ano anterior

As vendas de Natal totalizaram R$ 7,7 bilhões no e-commerce em 2016, representando crescimento nominal de 3,8% ante o mesmo período do ano passado, aponta o monitoramento da Ebit, empresa referência em informações sobre o comércio eletrônico nacional. O tíquete médio também foi maior, fechando em R$ 463, alta de 10,3% na comparação com o mesmo período de 2015. O volume total de pedidos ficou abaixo do apurado no ano anterior (-5,9%), com 16,6 milhões de encomendas, o que não chegou a impactar no faturamento total.

Para este levantamento, a Ebit considerou as vendas de bens de consumo realizadas em lojas virtuais no período de 15 de novembro a 24 de dezembro. As vendas da Black Friday, realizada em 25 de novembro, que totalizaram R$ 1,9 bilhão, estão, portanto, incluídas e correspondem a 25% do faturamento total.

“As expectativas que se confirmaram positivas com relação à Black Friday não se estenderam para todo o período do Natal. As vendas natalinas foram mais concentradas nos dias da Black Friday e consequentemente esfriaram nas semanas seguintes. Outra questão relevante foram os indicadores macroeconômicos que apresentaram redução da confiança do consumidor nos últimos dois meses e, em contrapartida, o aumento da incerteza com relação à economia brasileira. Isso refletiu diretamente nas vendas do varejo restrito, incluindo o e-commerce”, disse Pedro Guasti, CEO da Ebit.

O Natal é o principal período do ano para o varejo eletrônico. O crescimento da Black Friday, especialmente nos últimos três anos, também consolidou a data como a mais importante do calendário brasileiro para compras. As vendas da Black Friday corresponderam a 30% do total de novembro e foram 16 vezes maiores do que a média diária de 01 a 20 de novembro.

De acordo com o monitoramento Ebit, as categorias mais vendidas em volume de pedidos na época do Natal foram:

1. Eletrodomésticos
2. Moda e Acessórios
3. Telefonia / Celulares
4. Cosméticos e Perfumaria / Cuidados Pessoais / Saúde
5. Casa e Decoração

Monitaramento Ebit – Natal 2015 2016 Crescimento nominal (%)
Faturamento R$ 7,4 bilhões R$ 7,7 bilhões 3,8%
Pedidos 17,6 milhões 16,6 milhões -5,9%
Tíquete Médio R$ 417 R$ 463 11,0%

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Centro de Pesquisas da GE no Brasil exporta solução de Internet Industrial

Parte importante da transformação da GE na maior empresa digital industrial do mundo, o Centro de Pesquisas Global da companhia no Brasil se dedica a desenvolver soluções que otimizem a comunicação entre máquinas e pessoas para eliminar novos e antigos obstáculos e identificar oportunidades. O resultado desse trabalho é a primeira exportação de tecnologia desenvolvida pela unidade, que levará o conceito de fábricas inteligentes para Aberdeen, na Escócia.

“O time de pesquisadores da GE no Brasil explora o conceito de Big Data na automação da indústria, otimizando resultados de diferentes segmentos. Desde o ano passado, trabalhamos em um sistema capaz de rastrear e localizar ativos em tempo real em uma fábrica. O projeto piloto rodou em uma unidade da GE no interior de São Paulo e agora estamos exportando o mesmo conceito tecnológico para duas plantas da GE Oil & Gas, na Escócia”, explica Marcelo Blois, líder da área de Software & Analytics do Centro de Pesquisas Global da GE no Brasil.

O software irá monitorar e localizar as ferramentas que circulam entre as fábricas de Aberdeen e Montrose – cidades que ficam a cerca de uma hora de distância –, o que pode causar desde perdas até tempo ocioso de equipamentos na linha de produção à espera desses ativos. A expectativa é que, a partir de 2017, a nova tecnologia traga um benefício de £ 1,2 milhão por ano para as duas unidades juntas. “A solução da GE é o primeiro passo para que a cadeia de produção trabalhe de forma completamente conectada, possibilitando que a indústria atinja um novo patamar por meio da Internet Industrial”, afirma Blois.

Os primeiros testes foram iniciados em outubro deste ano na área de Test & Assembly da planta de Aberdeen, que produz equipamentos subsea como árvores de natal e cabeças de poço. A previsão é que a tecnologia seja completamente implementada no início do próximo ano e passe a funcionar em todos os departamentos das duas fábricas.

Aplicabilidade no Brasil

No Brasil, a tecnologia vem sendo utilizada para monitorar em tempo real os materiais em processo da unidade da GE Oil & Gas em Jandira (SP), proporcionando um controle de inventário muito mais ágil. “Cada ordem de produção aberta na fábrica significa ter quantidades diferentes de 20 a 30 componentes sendo processados dentro da planta. Antes do software, o inventário dos materiais em processo (WIP) era feito fisicamente, ou seja, contados de um a um, parando a unidade por três dias todos os anos”, esclarece Wilson Pedroni, gerente da planta de Jandira da GE Oil & Gas.

A planta do interior de São Paulo, que rastreia cerca de 4 mil ativos, agora é capaz de reduzir o tempo de inventário dos materiais em processo para um único dia, economizando aproximadamente US$ 300 mil por ano. Além disso, a análise do posicionamento e tempo de permanência das peças nos diferentes lugares da fábrica podem indicar gargalos nos processos fabris e apontar oportunidades de melhorias.

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É possível construir um “negócio da China” aqui no Brasil?

Por Zhen Zhang

Enquanto a China é o segundo país com maior quantidade de empresas unicórnio – aquelas de capital privado e que valem mais de 1 bilhão de dólares -, outros países, como o Brasil, lutam diariamente para serem os próximos a despontar e crescer nesse ranking, atraindo capital e desenvolvimento para a região. Talvez por isso o termo “negócio da China” seja tão utilizado por aqui como sinônimo de sucesso.

Desde que cheguei ao Brasil, em 2012, foram inúmeras as vezes que me perguntaram se estou aqui para fazer um “negócio da China”, e minha resposta é sempre a mesma: O mercado brasileiro, apesar de ter cerca de 7 vezes menos pessoas que meu país de origem, tem potencial para acolher dezenas de unicórnios que venham a surgir e nos mais diversos segmentos. Sendo assim, quem souber empreender no país oferecendo soluções que esse público precisa vai conseguir criar um negócio bilionário, seja ele da China, do Brasil, da Índia ou qualquer outra nacionalidade.

Na verdade podemos dizer que o que mais contribui hoje para o sucesso de um empreendedor, além de seu esforço e dedicação diários, é a experiência que traz em sua bagagem de vida pessoal e profissional e a facilidade de se adaptar com agilidade a diversas situações, algo muito valorizado por investidores asiáticos. Até meus 18 anos vivi em uma pequena cidade na China, mas assim que pude eu saí para conhecer o mundo e afirmo que essa experiência de conviver com diferentes culturas e aprender a pensar fora da caixa contribui muito para o sucesso do empreendedor.

Por ser espacialmente e culturalmente tão distante da China, a América Latina sempre foi uma região que me atraiu. Quando tive a oportunidade de fazer um intercâmbio internacional a partir da faculdade que eu cursava na Itália, o Brasil foi minha primeira opção, diferente do restante da turma de classe que preferiu instituições europeias ou nos Estados Unidos. Quando acabei meus estudos, decidi ficar aqui. Além de ter sido conquistado pela cultura e pelo povo, eu via muitas oportunidades de negócio no mercado brasileiro e desde então tenho desenvolvido soluções que facilitem o cotidiano do usuário de tecnologia.

Mesmo que atualmente o país esteja com sua economia estagnada e tenha uma população inferior à da China ou da Índia, o Brasil se apresenta como um local propício para o surgimento de empresas gigantes de tecnologia. Isso porque a renda per capita nacional é mais alta do que os países citados e o povo brasileiro realiza muitas transações online e via cartão de crédito. Já em outros países às vezes é necessário educar o consumidor e criar a cultura de compra online.

Esse comportamento do brasileiro cria o cenário ideal para o crescimento de novos negócios digitais e é nisso que me baseei para criar a Mobocity. Muitas startups brasileiras têm surgido nos últimos anos e o nível de profissionalismo só tem crescido, assim como o mercado B2B tem se preparado para elas. Já temos associações, coworkings e mídias especializadas nesse segmento, o que ajuda a criar uma base de sustentação para os empreendedores. Portanto afirmo que é só questão de tempo até começarem a surgir os primeiros unicórnios.

Zhen Zhang, empreendedor chinês, CEO da Mobocity, startup criada no Brasil e com equipe nos dois continentes.

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Tecnologia impulsiona as vendas de Natal nas lojas físicas

Por Hilmar Becker*

Com a proximidade do Natal, as pessoas correm para não deixar algum familiar ou amigo próximo sem um bom presente. E como o lojista pode utilizar o comportamento do consumidor para estar melhor preparado para as vendas?

Mesmo que as compras online tenham se tornado fundamentais para a maioria de nós, as vendas físicas ainda têm um grande potencial. A Amazon, por exemplo, resolveu abrir uma livraria em Indiana, nos Estados Unidos. E a previsão é de que muitas outras sejam inauguradas pela companhia. Como grande parte dos consumidores ainda prefere concluir as compras em uma loja física (apesar de utilizarem seus smartphones para comparar preços online) o Facebook anunciou o lançamento de recursos para estimular as vendas nesses estabelecimentos. A ideia é conectar os usuários dessa rede social por meio de ferramentas de anúncios e de localização.

Se você está no negócio de varejo em qualquer lugar do mundo, está certamente prestando muita atenção a tendências e previsões. E se o seu trabalho é fazer com que a experiência na loja seja a melhor durante a temporada de compras de Natal (e ao longo do ano), cada peça de inteligência de mercado relativa ao cliente é fundamental para ficar com uma parte dos bilhões que estão sendo gastos este ano.

Chega de “achismo”

Para entender melhor os padrões de tráfego de consumidores, é importante compreender a análise de varejo por meio de serviços na nuvem em tempo real. Esses recursos são projetados para utilizar a tecnologia para fornecer uma visão histórica e atualizada dos clientes, analisando as estatísticas de wi-fi coletadas dos smartphones que todos carregam hoje. Com o rastreamento e análise do tempo gasto em determinadas áreas da loja, é possível determinar o melhor layout do estabelecimento e permitir que mais potenciais consumidores circulem pela área desejada.

Uma vez que cada pessoa que passa pela loja é um cliente em potencial, o comportamento perante as prateleiras e vitrines é uma informação importante. Com a tecnologia, o comércio tem a capacidade de saber, por exemplo, quantas pessoas realmente entraram na loja, em qual período do dia e por quanto tempo ficaram. Também é possível compartilhar dados com o departamento de marketing e assim oferecer um gerenciamento superior do volume de informação, antes e durante as vendas de fim de ano.

Ao contrário do que muitos pensam, capturar esses dados valiosos não exige que o lojista instale e gerencie equipamentos sofisticados de hardware. Basta que o estabelecimento utilize com mais eficiência o mesmo Wi-Fi e as ferramentas de gerenciamento que você já conta no seu negócio. É uma excelente maneira de colocar sua rede sem fio para trabalhar e impulsionar os negócios.

Decisões mais inteligentes para atrair mais compradores

Depois de ter os dados essenciais de tráfego do cliente, você pode reconhecer padrões e encontrar oportunidades para melhorar sua loja. Ao acompanhar a movimentação das pessoas, é possível aumentar o tráfego do estabelecimento no dia, ao expor de forma diferente produtos nas vitrines, adotar novas formas de sinalização e ofertas de campanhas antecipadas. O departamento de marketing e vendas terá uma maneira melhor de avaliar o que proporciona a conversão mais eficiente de alguém que simplesmente passa pelo local em um visitante efetivo da loja.

Você também pode acompanhar quanto tempo os compradores ficam em determinadas áreas do seu estabelecimento. Isso pode ser usado para melhorar o engajamento de compradores, testando diferentes layouts para o estabelecimento e para divulgação. Os vendedores também podem ser municiados em tempo real com dados de comportamento e se adaptar para garantir que os compradores estejam recebendo a melhor experiência possível na loja.

Ao usar produtos com tecnologia wi-fi capazes de analisar em tempo real a atividade do consumidor você pode personalizar o espaço, conforme a quantidade de clientes de maneira centralizada (não importa o número de unidades da rede, tenha 10 ou 2000 lojas). E, o mais importante: obter uma ampla visão sobre o que cada loja está fazendo, comparando várias unidades. Isso permite ao administrador de redes de lojas determinar onde e como fazer seus investimentos. O Natal é uma ótima oportunidade de geração de receita para os lojistas. E a tecnologia pode tornar esses resultados ainda melhores.

Hilmar Becker, Country Manager da Aruba no Brasil.

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Saiba o que ainda dá para melhorar na sua loja virtual para as vendas de Natal

Segundo os últimos números da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), o e-commerce nacional vai faturar R$ 7,5 bilhões com as compras dos dias anteriores ao Natal, performance 12% superior à registrada nesta mesma época de 2015. Segundo a entidade, nos 15 dias que antecedem o 25 de dezembro, serão 2,7 milhões de pedidos a um tíquete médio de R$ 280. As categorias que prometem vender mais são: celulares, informática, eletrônicos, moda e eletrodomésticos.

A Rakuten Digital Commerce – uma das maiores empresas de internet services do mundo e que no Brasil fornece plataformas para o e-commerce conectadas com o ecossistema da marca – preparou 3 dicas do que ainda dá tempo de aprimorar em sua loja virtual para esse ‘boom’ de vendas do Natal.

1) Facilite devoluções e trocas de produtos

Natal é tempo de presentear amigos e familiares. Mas não é incomum acontecer de aquele presente desagradar quem o recebeu. Por isso, é essencial que sua loja dê suporte às trocas e devoluções. Um cliente que é bem atendido nesse quesito passa a respeitar e ser fã de sua marca. Nada irrita mais um cliente do que ter trabalho para conseguir uma coisa que é seu direito. Só para se ter uma ideia, de acordo com o Reclame Aqui, 90% dos consumidores que acessam a plataforma o fazem não para reclamar e sim para pesquisar se aquela marca que lhe interessa tem reclamações de outros clientes.

2) Invista no design natalino

Assim como as ruas e as casas estão cheias de pisca-piscas e Papais Noéis, sua loja virtual tem que respirar o espírito natalino. Crie banners especiais de Natal com suas principais promoções. Abuse das cores vermelha, verde e branca, insira figuras alusivas: faça o cliente ter vontade de comprar em seu site. Outro ponto ligado ao layout: atualize seu catálogo com fotos de qualidade. Se possível, com mais de uma opção de imagem para cada produto. Lembre-se que na internet não dá para experimentar, então esse cliente tem que ser capturado através do olhar.

3) Promoções exclusivas

As ofertas sazonais têm forte apelo junto ao consumidor. Faça uma rápida pesquisa entre os produtos de uma coleção anterior e jogue o preço deles pela metade. Use o estoque para conquistar seu cliente e começar o ano comprando peças novas. Invista nessa estratégia, senão seu concorrente o fará. Use as redes sociais e os canais diretos com seu consumidor para publicizar essas campanhas. De nada adianta oferecer os melhores descontos da internet se isso não chega ao conhecimento de quem mais importa: seu cliente.

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