Archive agosto 2015

Sony inaugura sua nova loja virtual

Visando acompanhar o crescimento do e-commerce no país, a Sony Brasil coloca no ar sua nova loja online, que traz uma interface renovada e melhoria significativa na experiência de compra de seus consumidores. Um dos grandes diferenciais do novo site, frente ao anterior, é o design responsivo, que se adapta aos diversos dispositivos usados para acesso e navegação, como computadores, smartphones e tablets. Além desta melhoria, a loja ganha uma nova organização de categorias e produtos, pensada para facilitar a navegação do usuário e fornecer informações relevantes sobre qualidade e benefícios do produto de forma mais simples e útil para o momento de compra.

“Sabemos que mais da metade das pessoas acessam a Sony Store via celular. Seguir esta tendência e otimizar a experiência foi um dos pontos que pensamos no desenvolvimento do canal”, explica Lucio Pereira, gerente de Marketing Digital e Negócios Diretos da Sony Brasil.

Para agilizar o processo, a nova plataforma trabalhara com smart checkout, uma solução que permite ao consumidor fazer suas compras com poucos cliques e sem senha, o que garante segurança e rapidez. Além disso, futuramente, aqueles que desejarem acompanhar seus pedidos também poderão fazer login no e-commerce usando suas contas da PlayStation Network, uma facilidade pioneira entre as demais lojas virtuais da companhia pelo mundo.

A segurança foi também crucial para o desenvolvimento da nova Sony Store, que continua certificada pela Certisign. O novo e-commerce da Sony segue normas internacionais, como as criadas pela PCI – Payment Card Industry – que é referência global em boas práticas para segurança da informação.
O novo site foi desenvolvido pela VTex, empresa nacional que atenderá a Sony em toda América Latina. A plataforma Brasil será independente do site regional, proporcionando mais agilidade e liberdade para ações diferenciadas e customizadas para os brasileiros.

“Este novo site teve a participação de toda a Sony Brasil, sendo um projeto inovador também em sua construção. Temos grandes expectativas para a plataforma, já que as vendas diretas representam atualmente 13% do volume total e esperamos um crescimento representativo daqui para frente”, finaliza Lúcio.

O endereço da loja virtual continua o mesmo: store.sony.com.br

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5 passos para reduzir custos de telecom

Cobrança é um território onde clientes e operadoras de telecomunicações sempre encontram pontos de discórdia. Os motivos são os mais variados, mas é frequente as operadoras cometerem equívocos que acabam elevando o valor da conta no final do mês.

No caso das empresas, que têm mais dispositivos, linhas e outros recursos, o prejuízo é maior. Marcelo Pardo, diretor de soluções da Tangoe para a América Latina, lista cinco iniciativas que podem ajudá-las a controlar essas despesas, obter maior visibilidade sobre elas e, de forma objetiva e prática, conseguir uma redução de custos considerável com os gastos em telefonia móvel e fixa, além de outros tipos de conexões como redes de dados.

Essas iniciativas envolvem algumas áreas que têm responsabilidade sobre a gestão de custos de telecom, e acredito que dessa forma a empresa poderá evoluir em seu nível de maturidade de gestão e assim conseguir bons resultados, principalmente neste momento desafiador, que a maior parte das organizações enfrenta no mercado.

1. Organizando a casa

O primeiro passo a ser dado é a organização do seu inventário. É conhecer o seu ambiente e certificar-se de que tudo o que é faturado pelas operadoras é realmente devido. Parece simples, mas esse é o principal desafio dos clientes com quem conversamos diariamente. É necessário identificar a propriedade de todas contas e itens para atribuir o custo desses recursos ao usuário ou centro de custos correto. Em seguida, é preciso descobrir os serviços que deveriam ter sido cancelados ou desconectados, serviços sem uso, itens indevidos, e iniciar ações em relação aa eles. Manter esse inventário atualizado no dia-a-dia exige processos, metodologia e apoio de uma boa solução de mercado.

2. Pagar somente o que é devido

Os problemas gerados pelas operadoras com seu billing é mais frequente do que muitos imaginam. Não por má fé, mas sim por complexidades nos sistemas de faturamento, de contratos e até nos de relacionamento com o cliente – CRM. Essa complexidade faz com que existam muito erros nas cobranças. Percentuais errados na média de 10% são comuns, mas em casos extremos podem ultrapassar a casa dos 20%. Uma boa auditoria mensal pode ser responsável por uma recuperação expressiva de valores cobrados indevidamente.

3. Contratos bem negociados

Qual a última vez que você renegociou seus contratos com seus fornecedores e operadoras? Em um mercado bastante dinâmico é importante que a revisão de contratos seja feita com frequência. Dependendo dos contratos, uma revisão anual ou a cada dois anos é altamente recomendada. Um benchmark pode ajudar muito sua empresa a conhecer o que o mercado oferece e saber se está com suas tarifas e planos otimizados para o seu perfil de utilização e consumo.

4. Contratar aquilo que realmente necessita

Empresas possuem atuações distintas, diferentes tipos de negócios e perfis de usuários. Entender a utilização em cada perfil ou grupo de usuários é fundamental antes de contratar qualquer pacote de serviços. No caso de serviços existentes, um trabalho recorrente de otimização é obrigatório. Boa parte da redução de custos em projetos de TEM (telecom expenses management) consiste em monitorar o perfil de uso e constantemente readequar os serviços contratados, pacotes e planos para atender a necessidade do seu negócio, e assim utilizar os recursos da forma mais otimizada possível.

5. Melhorar os processos

Como toda atividade dentro de qualquer organização, a gestão de custos envolve diferentes áreas, recursos e stakeholders. Conhecer todos os processos envolvidos, desde a solicitação de um recurso ou \’ativo\’ até o seu pagamento – ou seja, em seu ciclo de vida completo – é obrigatório no momento de buscar mais eficiência. Com a melhoria desses processos vem o aumento de eficiência e um impacto importante na redução de custos, tempo e pessoas necessários. Integrações entre os sistemas e automatização dos processos pode colaborar muito no ganho de produtividade, do início ao fim.

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Gestora de Projetos da Organização Mundial da Saúde participará do WCIT

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Joan Dzenowagis, gestora de projetos da Organização Mundial da Saúde (WHO), confirmou presença entre os palestrantes do Congresso Mundial de TI, de 3 a 5 de outubro de 2016 em Brasília. Especialista em política internacional, Dzenowagis participará no painel: “O impacto da TIC na Saúde Mundial”, que avaliará o atual status do setor de forma global e as maneiras como a TI pode colaborar no seu desenvolvimento.

Além do amplo conhecimento em saúde pública, Joan soma mais de 15 anos em Tecnologia da Informação e Comunicação, política e desenvolvimento estratégico. Participa frequentemente como palestrante em grandes eventos em temas ligados à Internet e à qualidade de informação em saúde.

É ligada à rede global multidisciplinar de contatos em governos, universidades, corporações internacionais e organizações não-governamentais.

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Monitor de velocidade de banda larga da Fiesp ganha versões para smartphone e Mac

Alice Assunção, Agência Indusnet Fiesp

O Monitor de Banda Larga da Fiesp, recurso que mede a velocidade da banda larga fixa, ganhou uma nova versão para verificar a banda larga móvel. Em uma segunda fase de implantação, o aplicativo foi ampliado para smartphones, tablets, plataformas Android e IOS. No caso de banda larga fixa, a ferramenta foi atualizada para Mac e MacBooks. O anúncio foi feito nesta quinta-feira (27/8) pelo gerente de projetos do NIC.br, Fabrício Tamusiunas.

A plataforma de medição da banda larga foi lançada pela Fiesp, em parceria com o Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), em maio de 2014 e, até julho deste ano, foi acessada mais de 280 mil vezes. Ainda neste período a Fiesp registrou quase 110 mil downloads do aplicativo, segundo o Departamento de Infraestrutura (Deinfra) da Fiesp.

O Monitor realizou mais de sete milhões de medições desde maio de 2015 até agora, sendo mais de dois milhões de medições nos três primeiros meses após o lançamento do aplicativo, informou Tamusiunas. Por dia, são mais de 10 mil medições realizadas pelo Monitor.

Segundo Tamusiunas, dos usuários que utilizam o aplicativo desde o ano passado, 16% avaliaram sua internet como ruim ou muito ruim. Mas ele alertou para diferentes qualidades de internet em diferentes regiões, principalmente na cidade de São Paulo.

“Na Vila Madalena, 90% do pessoal informou que a internet passou nos testes de qualidade. Já no Grajaú, que é uma região mal atendida, somente 71% afirmaram ter internet de acordo com o contratado pela operadora”, afirmou o gerente do NIC.br.

Versão atualizada

Na segunda fase, o Monitor Banda Larga deve verificar a qualidade das redes 2G, 3G, 4G e Wi-Fi (fixa) em tablets, smartphones, Mac e Macbook. O aplicativo está disponível para os sistemas operacionais iOS e Android. Clique aqui para baixar o aplicativo.

De acordo com o Deinfra, a banda larga móvel foi acessada por mais de 157 milhões de usuários no Brasil em 2014. Somente no Estado de São Paulo, foram registrados 40 milhões de acessos até dezembro do ano passado.

A Fiesp e o NIC.br esperam atingir pelo menos 4 de cada 10 usuários de smartphones (3G e 4G) no estado de São Paulo.

Já a banda larga móvel foi acessada por quase 24 milhões de usuários brasileiros em 2014, dos quais 8,9 milhões foram registrados em São Paulo.

Resultados

Na avaliação do gerente do NIC.br, o ganho mais expressivo desde o lançamento do Monitor de Banda Larga foi a remoção do Java como plataforma para rodar o aplicativo. “Agora o usuário não precisa ter Java”.

Outro avanço é o suporte que a ferramenta oferece ao consumidor para reclamar seus direitos.

“O usuário está tendo a iniciativa de fazer alguma coisa com os relatórios para cobrar por algo melhor”, disse Tamusiunas. Ele informou que, ao ser questionado, o usuário informou já ter procurado a Anatel e Procon para cobrar por serviços de internet não entregues como o esperado.

Qualidade

A novidade do Monitor de Banda Larga foi apresentada durante um workshop sobre qualidade da banda larga organizado pelo Deinfra na manhã desta quinta-feira. Também participaram do debate o gerente do Cetic.br, Alexandre Fernandes Barbosa, o pesquisador do Inmetro Ewerton Madruga e o gerente executivo da Anatel no Estado de São Paulo, Sandro Almeida Ramos.

Na ocasião, Madruga, do Inmetro, afirmou que “a banda larga vai continuar aumentando, mas a capacidade não deve crescer na mesma proporção. Então vamos ver velocidades menores”.

Fonte: Fiesp

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Love Mondays atinge a marca de 1 milhão de visitas mensais e oferece espaço para empresas anunciarem vagas de emprego

A Love Mondays, fundada em junho de 2013, já é a maior comunidade de carreiras da Internet brasileira onde funcionários avaliam as empresas onde trabalham. A empresa fechou o primeiro semestre com mais de 300 mil avaliações de funcionários sobre as empresas em que trabalham e mais de 1 milhão de visitas mensais. O site ainda ranqueia salários para mais de 14 mil cargos em mais de 50 mil empresas.

No site, funcionários postam de forma anônima suas opiniões sobre as empresas onde trabalham, abrangendo questões como salários, benefícios, chances de progressão, valores e cultura corporativa. Trata-se do maior arsenal de informações públicas sobre como é trabalhar nas mais importantes corporações do país.

“Estamos nos tornando a principal fonte de consulta de um candidato que planeja mudar de emprego ou mesmo discutir salários ou chances de progressão nas suas empresas”, afirma Luciana Caletti, CEO da Love Mondays.

Esse foi o caso do profissional de TI Tiago César de Oliveira, que hoje ocupa gerencia na Eldorado Tecnologia. O profissional conhece o Love Mondays há quase 2 anos e na última vez que se movimentou na carreira buscou informações sobre a empresa atual antes de efetivar a mudança.

“O Love Mondays auxilia a buscar empresas que estejam alinhadas às nossas expectativas. Mais do que observar a política salarial das empresas, podemos conhecer um pouco amis sobre sua cultura, possibilidades de projeção na carreira e clima”, avalia o profissional. Oliveira conta, ainda, que já chegou a negociar um aumento salarial no seu antigo emprego utilizando ranqueamento salarial do Love Mondays, antes de deixar a empresa.

A empresa recebeu no final de 2014 um aporte de capital liderado pela Kaszek Ventures, um dos maiores fundos de Venture Capital da América Latina, fundado por Hernán Kazah e Nicolás Szekasy, co-fundador e ex-CFO do Mercado Livre. O fundo tem empresas como Netshoes e Open English em seu portfólio.

“Desde janeiro deste ano registramos um crescimento de 20% ao mês no conteúdo postado por usuários na plataforma, o que tem contribuído para atrair cada vez mais novos profissionais que estão buscando informações para tomar decisões sobre suas carreiras”, afirma Caletti.

Atração de Talentos

Se a Love Mondays tem modificado a forma como os profissionais tomam decisões de carreira no país, a mudança também afeta o modo como as empresas atraem os melhores talentos para o seu processo seletivo.

Agora a Love Mondays lança a oportunidade para empresas atraírem profissionais engajados através da plataforma. “No Love Mondays temos profissionais engajados com o seu trabalho e que buscam conhecer o ambiente e a cultura da empresa antes de se candidatarem a uma vaga de emprego. Como este é o perfil de profissional que as empresas querem contratar, vimos a oportunidade de lançar uma ferramenta de atração de talentos na plataforma”, analisa a CEO.

O serviço permite que as empresas mostrem como é o seu ambiente de trabalho através de um conteúdo interativo de fotos, vídeos e entrevistas com funcionários. Além disso, a Love Mondays possibilita a divulgação de vagas de emprego para que assim a empresa atraia profissionais engajados que já conhecem a sua cultura, tornando o processo de recrutamento mais assertivo.

Mariana Engelman, Gerente Nacional de Recrutamento e Seleção da Ambev, conta porque a empresa decidiu participar da maior comunidade de carreiras do Brasil: “Decidimos divulgar a cultura da Ambev e nossas vagas de emprego no Love Mondays pois notamos que hoje os profissionais tomam decisões de carreira na internet. O Love Mondays nos ajuda a atrair profissionais que já conhecem a cultura da Ambev, tornando o nosso processo de recrutamento mais assertivo”.

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Startup desenvolve app para empreendedores entregarem seus produtos sem precisar sair de casa

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Uma das principais dificuldades enfrentadas pelos empreendedores digitais é fazer sua mercadoria chegar com segurança em todo o Brasil – ou até em outros países – sem que isso consuma horas e horas de trabalho. Foi justamente para facilitar e viabilizar empreitadas no e-commerce brasileiro que a Mandaê foi criada. Com ela, é possível entregar desde objetos delicados, como os feitos de vidro e de cerâmica, até grandes produtos, como peças para carros, por meio do site ou do app da startup.

Disponível para Android e iOS, o aplicativo é muito simples de ser usado: o cliente tira uma foto do que quiser transportar; informa o local de entrega e onde o produto está, e a Mandaê vai coletar, embalar e despachar tudo.

Além de otimizar o tempo dos empreendedores, a Mandaê oferece também empacotamento personalizado – feito com caixas e materiais desenvolvidos pela própria empresa. Isso significa que a Mandaê se responsabiliza por garantir que as mercadorias serão entregues com total segurança. Para se ter uma ideia, o índice de quebra de produtos da Mandaê fica em torno de 0,06%. Mas, caso algum imprevisto aconteça, a Mandaê cobre valores de até R$ 1 mil por produto.

Todo este serviço sai por uma taxa de coleta de R$ 10 mais a taxa de envio e, se houver mais de um item para ser transportado, o cliente só arca com as taxas do despacho. A Mandaê também possui parcerias com transportadoras que podem servir de opção para quem quer enviar seus produtos, oferecendo taxas diferentes.

Atualmente, a Mandaê opera em quase toda São Paulo e Osasco, atendendo a uma base de mais de 44 mil CEPs. Até junho deste ano, a startup enviou mais de 50 mil remessas e teve um crescimento de 12% por semana.

Outra vantagem do modelo da startup é que a Mandaê atende não apenas a lojas virtuais, mas a pessoas físicas também. Ou seja, quem precisar enviar um produto delicado para dentro do Brasil ou fora, pode contar com toda a conveniência da Mandaê.

Apenas neste ano, a Mandaê estima despachar 150.000 encomendas. Nos próximos anos, a startup quer ampliar seu atendimento para todas as regiões metropolitanas do Brasil e, também, para outros países.

“A Mandaê quer transformar o transporte de produtos em uma experiência simples e agradável, servindo de exemplo de atendimento ao cliente para o Brasil e o mundo”, diz Marcelo Fujimoto, cofundador da startup. “Conosco você pode enviar qualquer objeto que quiser sem precisar pagar pelo empacotamento e nem sair de casa”, resume.

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Kaspersky Lab: aproximadamente um em cada três brasileiros online sofreu alguma tentativa de ataque em 2015

Durante a 5ª conferência latino-americana de cibersegurança da Kaspersky Lab, Dmitry Bestuzhev, líder da equipe global de pesquisa e análise (GReAT) da empresa na América Latina, apresentou um panorama das ameaças digitais na região. No total, os países latino-americanos registraram quase 400 milhões de incidentes digitais apenas neste ano – contabilizando 20,1 ataques por segundos.

O país com maior número de internautas também é o mais atacado. Aproximadamente um em cada três brasileiros online sofreu alguma tentativa de ataque em 2015. É uma taxa bem maior que as do México, Colômbia, Peru e Venezuela, que giram em torno de 21%. Em média, a cada segundo, um internauta no País recebe quase dez tentativas de infecção.

O Brasil também aparece com destaque em dois importantes rankings. O país está na 18ª colocação mundial em número de ciberameaças, com 27.642.589 registros de tentativas de ataques em 2015 (31% dos usuários). O vizinho mais próximo é o México, que ocupa a 92ª posição com 15.948.961 incidentes e 21,7% dos usuários sendo alvos dos golpes online. Em terceiro na América Latina, fica a Colômbia (100ª colocada no ranking mundial), com 5.230.330 registros e 20,9% dos usuários sendo alvos dos cibercriminosos.

O Brasil também lidera regionalmente o ranking que considera ataques originados por ameaças locais, ocupando a 59ª colocação mundial, com 164.518.532 incidentes e registros de tentativas de infecções a 50,2% dos usuários. O Perú ocupa a 61ª posição, com 20.409.644 incidentes e 49,9% dos usuários como alvo, seguido pela Venezuela, em 70º lugar, com 7.602.960 incidentes e 48,4% dos usuários como alvo. Colômbia e México aparecem nas posições 97 e 123, respectivamente.

Bestuzhev alerta para o vilão da segurança: “54% das vulnerabilidades que os criminosos exploram na América Latina são críticas. Esses ataques poderiam ser evitados se os usuários atualizassem seus softwares e sistemas. O índice mais elevado na região é de usuários de Mac, onde apenas 1% utiliza a atualização mais recente do sistema operacional. Os demais sofrerão com as tentativas de infecção”, afirma o analista.

A conferência latino-americana de cibersegurança está acontecendo na cidade de Santiago do Chile nesta semana. Intitulado “O sequestro da privacidade: segurança na era da Cibervigilância”, o evento contará com palestras de especialistas do mercado, que abordarão temas atuais como ataques a DNS, Internet das Coisas, Ransomware, ciberataques direcionados a imprensa e ciberataques a infraestrutura critica na região.

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Coca-Cola utilizará Renault Kangoo 100% Elétrico em Curitiba

A Coca-Cola, uma das maiores indústrias alimentícias e de bebidas do mundo, começará a testar um Kangoo Z.E. (Zero Emissão) 100% elétrico em suas operações em Curitiba. A Femsa Brasil, o maior engarrafador do sistema Coca-Cola no país, usará o veículo para realizar entregas na região central da capital paranaense. O Renault Kangoo Z.E. é o primeiro furgão totalmente elétrico disponível e homologado no mercado brasileiro.

A versão mantém as mesmas qualidades funcionais do Kangoo com motor de combustão interna, idêntico volume de carga (650 kg) e o mesmo padrão de conforto. O modelo é equipado um pacote de baterias de íon-lítio que permite rodar 170 km com uma só carga e pode ser recarregado entre 6 e 8 horas, variando de acordo com a rede de energia da cidade. O motor elétrico é capaz de gerar 44 kW (60cv) e 23,0 kgfm, levando o furgão a uma velocidade máxima de 130 km/h limitada eletronicamente.

Altamente sustentável, o Kangoo Z.E. não emite poluentes na atmosfera e consome somente 3KVA/16A de energia para rodar 120 km, o equivalente a um banho de 15 minutos em chuveiro elétrico. Um dos grandes diferenciais do furgão elétrico é o quadro de instrumentos com indicadores de autonomia, capacidade da bateria e média de consumo instantâneo.

No Brasil, o Renault Kangoo Z.E. está sendo utilizado também pela Patrus Transportes, em Belo Horizonte; pelos Correios, para a entrega de encomendas na região central de Curitiba e em Brasília. Estão sendo testados também por empresas como Fedex, pelo Grupo TPC, Itaipu Binacional, CPFL e prefeitura de Curitiba.

Com quatro modelos, a Renault é o único grupo automobilístico mundial a oferecer uma gama completa de veículos 100% elétricos. Além do Kangoo Z.E., a Renault também comercializa o hatch de quatro lugares Zoe, o sedã Fluence Z.E. e o Twizy, um modelo ultracompacto de dois lugares para uso urbano. Desde 2013, quando iniciou a venda de veículos elétricos no País a marca já comercializou mais de 80 unidades para empresas e instituições públicas em projetos de mobilidade zero emissões.

Líder mundial em emissão zero

A Aliança Renault-Nissan lidera o segmento de veículos zero emissão no mundo e investe 4 bilhões de euros no desenvolvimento dessa tecnologia. Desde o início da comercialização do primeiro elétrico, em 2011, foram mais de 250 mil veículos vendidos pela Aliança no mundo, atingindo a liderança do segmento zero emissão.

Juntos, os veículos elétricos Renault e Nissan já rodaram aproximadamente 4 bilhões de quilômetros sem emissão de poluentes – o que seria suficiente para circundar o planeta 100.000 vezes. A utilização dos veículos elétricos Renault-Nissan permitiu economizar mais de 200 milhões de litros de combustível – o suficiente para encher quase 80 piscinas olímpicas, além de ter contribuído para o meio ambiente, deixando de emitir 450 milhões de kg de CO2 durante o uso.

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Stefanini se une à Saque Pague para oferta de serviços inovadores para o varejo

A oferta engloba desde compensação e custódia de cheques até programas de fidelidade, pré-pagos, mobile e sistemas de conciliação para o varejista

A Stefanini, uma das mais importantes provedoras globais de soluções de negócios baseadas em tecnologia, anuncia a aquisição de 40% da Saque e Pague, rede de autoatendimento multisserviços fundada em 2011, com o objetivo de levar soluções inovadoras para o setor varejista.

A iniciativa integra a estratégia de crescimento da Stefanini que, esse ano, já realizou outras movimentações importantes, como a fusão com a IHM Engenharia, focada no setor industrial; a joint-venture com a Tema Sistemas para criação da Stefanini Capital Market e a abertura de um novo escritório em Ontário, no Canadá.

“Temos certeza de que essa aliança com a Saque e Pague irá gerar resultados positivos, ao proporcionar serviços cada vez mais completos e eficazes para os nossos clientes do varejo”, afirma Marco Stefanini, CEO Global da Stefanini. “Somos uma das maiores empresas de tecnologia do País, temos uma presença muito importante fora do Brasil e possuímos um DNA de inovação muito parecido com o da Saque e Pague”, completa Stefanini.

A oferta engloba desde compensação e custódia de cheques até programas de fidelidade, pré-pagos, mobile, sistemas de conciliação para varejista, originação de demandas de seguros e empréstimos.
De acordo com Givanildo da Luz, presidente da Saque e Pague, o intuito da parceria é levar soluções de tecnologia de autoatendimento para o varejo. “A parceria reforça essa oferta de valor e fortalece mais ainda a relação com os clientes. A expectativa é que essa aliança traga novas soluções inovadoras aos clientes, expandindo, ainda mais, a relação existente”, afirma Luz.

Segundo o executivo, a aliança vai agregar ao portfólio Saque e Pague um leque de produtos inovadores que a Stefanini possui, tais como o processo de compensação de cheques por imagem, BPO e telecom.

Os serviços levam transações em terminais de autoatendimento para diversos setores. Sendo assim, podem ser realizadas transações bancárias, recarga de telefonia, recarga e venda de pré-pagos, transações de cartões private label, pagamentos e compra de passagens.

“A partir desse trabalho conjunto, Stefanini e Saque Pague procuram atender a uma demanda importante do varejo, levando operações bancárias e não bancárias aos clientes com e sem conta corrente, ou seja, atender também ao público não bancarizado que hoje representa uma grande parcela da população brasileira”, finaliza Luz.

A operação depende da aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE).

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Google apresenta Hangout com Easy Taxi

O maior aplicativo de chamada de táxi da América Latina contará a experiência de nascer na nuvem e como as ferramentas do Google colaboram para o crescimento exponencial da empresa

O Google transmite ao vivo nesta quarta-feira, às 20h, a terceira edição da série de Hangouts “Transforme seu Trabalho”, uma iniciativa do Google Apps for Work, braço da empresa que oferece soluções tecnológicas e ferramentas colaborativas para aumentar a produtividade no ambiente de trabalho. O programa terá como tema “Colaboração, segurança e agilidade como ferramentas de mudança” e contará com a presença do Co-CEO da Easy Taxi, Jorge Pilo, o CEO da Ipnet, Fabio Carneiro e o Diretor de Negócios do Google for Work no Brasil, Alessandro Leal.

A Easy Taxi está presente hoje em 30 países e possui mais de 400 mil taxistas cadastrados na plataforma. As ferramentas do Google integram todo o ecossistema da empresa e fortalece três pilares fundamentais: produtividade, agilidade e eficiência. “O ritmo de uma startup é muito acelerado. Seria muito díficil para a Easy Taxi crescer sem ferramentas que integrassem as operações”, disse Jorge Pilo, Co-CEO Global da Easy Taxi.

Esta é a primeira vez que uma startup é convidada para o programa. A transmissão será ao vivo pelo Youtube e Google Plus e os usuários poderão interagir com os convidados por meio das ferramentas de Q&A (perguntas e respostas). No lado direito da janela de visualização, serão exibidas as perguntas enviadas e já respondidas. Para o diretor de Negócios do Google For Work no Brasil, Alessandro Leal, a série de Hangouts é uma oportunidade para que as empresas enviem perguntas, tirem dúvidas e conheçam melhor as ferramentas do Google for Work na otimização do tempo e ganho de produtividade.

A Ipnet está trabalhando na integração entre 13 domínios pelo mundo. “O Google nos recomendou a Easy Taxi justamente por conta da nossa experiência em migração para o Google Apps for Work”, disse Eduardo Leão, coordenador de Marketing e Comunicação da Ipnet.

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Francisco Valim é o novo CEO da Nextel Brasil

A Nextel Brasil anuncia a contratação de Francisco Valim como novo presidente da operadora. O executivo acumula experiências em grandes empresas como Via Varejo, Oi, Serasa Experian e NET, entre outras, e vem com a missão de conduzir os negócios da Nextel e liderar as operações diárias da empresa.

Ele substitui Gokul Hemmady, que estava na presidência da operadora desde 2012 e que foi responsável pelo lançamento dos serviços 3G e a expansão da Nextel no mercado brasileiro. A mudança na gestão da companhia foi planejada desde a conclusão do processo de reestruturação da NII Holdings, no final de junho. Com o foco voltado para a operação brasileira, os novos acionistas da NII Holdings optaram pela nomeação de um CEO também brasileiro.

“Meu desafio é, conjuntamente com os demais executivos, continuar ampliando a participação da Nextel no mercado de telefonia móvel e consequentemente recuperar os indicadores financeiros da companhia. Tenho certeza de que a operadora está no caminho certo, com recursos garantidos após a reestruturação da NII Holdings e com perspectivas claras de crescimento no mercado brasileiro”, afirma Francisco Valim.

O executivo chega em um momento de ascensão da operadora e ganhos constantes de market share nos mercados em que atua. No primeiro trimestre do ano, considerando todos os serviços pós-pagos (3G/4G voz, datacard e M2M), a Nextel foi líder em adições líquidas no Rio de Janeiro e 2º colocada em São Paulo, o que contribuiu para a que a operadora atingisse a marca de mais dois milhões de clientes em apenas dois anos de atuação.

Recentemente, a operadora lançou uma nova proposta de valor com a oferta de três tamanhos de planos (Pequeno, Médio e Grande) para voz e dados, independentes entre si, e que são escolhidos livremente pelo cliente com a combinação mais adequada à sua necessidade e com a possibilidade de mudança mês a mês.

O lançamento dos novos planos é apenas o primeiro passo de uma inédita maneira de oferecer serviços móveis no Brasil em um ano em que a operadora prevê investimento que somam mais de R$ 1 bilhão, além da participação no leilão da faixa de 1.8 GHz, prevista para outubro, frequências essenciais para que a empresa possa continuar competindo no mercado, ampliando a oferta dos serviços 4G na Grande São Paulo.

“Estamos muito felizes por Francisco Valim ter aceitado em assumir essa posição. Francisco é um líder com comprovada experiência no setor de telecomunicações, em transformar negócios e otimizar processos organizacionais, tendo atuado com sucesso como diretor executivo de diversas grandes companhias no Brasil”, afirma Steve Shindler, CEO da NII Holdings.

Francisco Valim é formado em Administração de Empresas, com pós-graduação em Finanças pela FGV e MBA na Universidade do Sul da Califórnia – Marshall School of Business. Antes de ingressar na Nextel, o executivo foi CEO da Via Varejo, um dos maiores varejistas de eletrônicos e móveis na América Latina, entre 2013 e 2014. Anteriormente, de 2011 a 2013, atuou como CEO da Oi, uma das maiores operadoras no Brasil, tanto para serviços sem fio quanto de telefonia fixa em todo o país. Antes disso, Valim foi CEO da Experian para o Reino Unido, Europa, Oriente Médio e África e CEO da NET, uma das maiores empresas de serviços a cabo da América Latina, de 2003 a 2008.

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Para TCS, Internet das Coisas é a maior aposta para o setor de mineração

Segundo o IDC, o mercado global de Internet das Coisas (IoT) deve crescer de US$ 655,8 bilhões em 2014 para US$ 1,7 trilhão em 2020. Uma das empresas que deverá contribuir para que essa previsão seja alcançada é a Tata Consultancy Services (TCS), empresa líder em serviços de TI, consultoria e soluções de negócios, que está desenvolvendo novas tecnologias para o setor de mineração baseadas na “Internet das Coisas”.

Uma das novidades já em fase de testes é a gestão de equipamentos e veículos conectados para minimizar o número de acidentes em um campo de mineração. Um item de trabalho obrigatório, como capacete, luva ou bota, pode ser conectado aos caminhões para emitir alertas sonoros quando existir algum risco e, até mesmo, provocar a parada imediata do veículo, evitando acidentes graves como atropelamentos nos postos de trabalho. Além de zelar pelo bem-estar dos empregados, a inovação tecnológica ainda evita o prejuízo financeiro que é gerado quando a mineradora é forçada a paralisar suas atividades, já que as perdas são superiores a 1,5 milhão de dólares por dia parado em um campo.

“Estamos investindo pesado no programa TCS Connected Universe onde oferecemos a implementação de aplicações baseadas em Internet das Coisas para as organizações dos mais diferentes setores de mineração a saúde, seguro e manufatura”, explica Henry Manzano, CEO para América Latina da TCS.
Outra solução projetada e desenvolvida pela TCS especialmente para as mineradoras é um sistema de comunicação via rede Wi-Fi gratuita, de frequência média e à prova de falhas que funciona até mesmo no subsolo. Sua utilização aumenta a segurança das equipes de trabalho no subsolo, pois fornece comunicações ininterruptas e confiáveis, apesar das difíceis condições ambientais das minas. Além disso, também ajuda os operadores de superfície a localizar e se comunicar com os mineiros subterrâneos no caso de eventuais catástrofes.

“Colocamos ao alcance dos nossos clientes todas as novidades tecnológicas que,além de evitarem acidentes e prejuízos, ainda aumentam a segurança, eficiência e consequentemente o faturamento das companhias”, explica Manzano.

Dados de mercado apontam que hoje as mineradoras investem cerca de 25 bilhões de dólares em Tecnologia da Informação (IT) e Tecnologia das Operações (OT) em todo o mundo. A América Latina é responsável por quase 2 bilhões de dólares desse montante.

As unidades Engineering and Industrial Services e Digital Enterprise Solution da TCS desenvolveram em parceria diversas ofertas relevantes aos clientes de mineração e manufatura, com o objetivo de alcançar otimização, integração, e endereçar prioridades relacionadas a saúde e segurança.

A companhia fez progressos significativos ao dar suporte a seus clientes em sua convergência de IT-OT, uma prioridade para a maior parte das empresas de mineração. Atualmente a TCS presta consultoria a 26 postos de mineração no Brasil, fornece soluções e consultoria para diversas empresas do setor na América Latina e atende as maiores companhias de mineração do mundo.

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PROTESTE cobra manifestação do CGI sobre parceria do governo com o Facebook

A PROTESTE Associação de Consumidores e entidades da sociedade civil que participam da campanha Marco Civil Já entregaram documento nesta segunda (24), cobrando que o Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) se manifeste sobre o Internet.org, criado pelo Facebook para levar internet à população de baixa renda e de áreas isoladas do país.

É pedida a realização de reunião aberta, a fim de retomar a discussão sobre o projeto no conselho do órgão, que não se manifestou em sua última reunião, no final de julho, por falta de consenso entre seus integrantes.

No entendimento da PROTESTE e das entidades, “a manifestação do CGI.br é oportuna e relevante, tendo em vista o papel que o Marco Civil da Internet atribuiu ao órgão no que diz respeito à gestão da internet no Brasil e da expectativa gerada com a resposta do Facebook após os questionamentos feitos pelo conselho”.

O Internet.org é ilegal por contrariar a garantia de neutralidade da rede, por fornecer acesso à internet restrito a determinados aplicativos e conteúdos; por violar o direito à informação e incidir em publicidade enganosa ao omitir seu teor comercial por trás da denominação “.org” – cujo objetivo é o estímulo a contratação de serviços ofertados na internet. Além de ferir direitos do consumidor, como a liberdade de escolha e proibição de venda casada, pois quem define os provedores de conexão e os aplicativos a serem acessados é o Facebook.

O objetivo real da parceria firmada entre o Facebook e o governo, sob o pretexto de inclusão digital, é de fisgar usuários para a plataforma e para as empresas parceiras que atuam na camada de infraestrutura e na camada de conteúdos e aplicações.

Em maio, a PROTESTE e 33 entidades entregaram carta à presidente Dilma Rousseff com críticas ao Internet.org, implementado pelo Facebook em países da América Latina, África e Ásia. A iniciativa da rede social viola direitos assegurados pelo Marco Civil da Internet (Lei n° 12.965), como a privacidade, a liberdade de expressão e a neutralidade da rede.

Assinam a carta:

PROTESTE – Associação de Consumidores
ACTANTES
Barão de Itararé – Centro de Estudos da Mídia Alternativa
Centro Cultural Coco de Umbigada – Olinda/PE
CIBERCULT – Laboratório de Comunicação Distribuída e Transformação Política – ECO UFRJ
Clube de Engenharia
Comunidade Curitiba Livre
Coletivo Digital
Coletivo Locomotiva Cultural
Coletivo Soylocoporti
FotoLivre
Fora do Eixo
Fundação Blogoosfero
Hackagenda
IBIDEM – Instituto Beta para Internet e a Democracia
IDEC – Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor
InCiti – Inovação e Pesquisa para as Cidades – Universidade Federal de Pernambuco
Instituto Bem Estar Brasil
Instituto Brasileiro de Políticas Digitais
Intervozes – Coletivo Brasil de Comunicação Social
LABIC UFES
Mídia NINJA
Movimento Mega
Núcleo do Barão de Itararé no Paraná
ParanáBlogs – Associação dos Blogueiros e Ativistas Digitais do Paraná
Software Livre Brasil
TIE-Brasil

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Governo foi injusto com o setor de TI, diz Assespro sobre fim da desoneração

“Agora vamos todos arcar com as consequências”, afirma Roberto Mayer. Previsão é de cancelamento de contratos, demissões e crescimento da informalidade, no médio prazo. “Temos três meses para estudar o que fazer”.

Frustração. Injustiça. Preocupação. Foi com um misto desses sentimentos que a a Federação das Associações das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação (Assespro Nacional) reagiu à aprovação, no Senado, da proposta do Governo de subir a alíquota de 2% para 4,5%, voltando a onerar o setor de TI.

Apesar de toda articulação feita por diferentes entidades do setor em Brasília, o Congresso ratificou o desejo do Poder Executivo de aumentar em 125% a contribuição das empresas de TI para a Previdência Social.

“Mas os critérios para fim da desoneração não tiveram lógica. Não foram objetivos. O governo foi injusto com a gente”, afirmou Roberto Mayer, Diretor de Comunicação da Assespro Nacional. “Agora vamos todos arcar com as consequências. E como o governo deixou as portas abertas para o diálogo, vamos continuar articulando”, completou.

A grande frustração da Assespro, bem como de outras entidades, é não ter conseguido convencer o governo e o Poder Legislativo de que a área de tecnologia da informação foi uma das poucas beneficiadas pela política de desoneração e que comprovadamente fez a ‘lição de casa’, gerando aumento significativo dos empregos e da arrecadação, contrapartidas acertadas com o governo no âmbito do plano TI Maior.

O setor gostaria de figurar entre aqueles que continuarão pagando menos impostos. Por exemplo, o texto do PL aprovado na Câmara, e mantido no Senado, aumentou menos a alíquota para o setor de call center: de 2% para 3%.

Desemprego e informalidade

Na opinião da Assespro, o fim da desoneração da folha representa o fim da principal política pública de incentivo ao setor de TI. E vai comer parte significativa da receita das empresas. “Muitas terão que renegociar o valor dos contratos. E como os clientes estão reduzindo custos, talvez muitos contrato sejam cancelados. E muitos empregados sejam demitidos”, explica Mayer, lembrando que os impactos vão variar bastante, de empresa para empresa. Como a nova alíquota só entra em vigor em 2016, cada uma terá que começar, desde já, a estudar o que fazer.

“Tudo vai depender da regulamentação da Lei. As empresas poderão escolher entre recolher 4,5% do faturamento ou 20% do valor nominal da folha, o que for mais conveniente”, explica Mayer.

De todo modo, o aumento do desemprego no setor é uma consequência esperada. Bem como a possibilidade de aumento da informalidade.

A maior prova disso é que, além da cooperação com as demais entidades empresariais, como Abes e Brasscom, o sindicato de trabalhadores de TI também defendeu que o setor de TI não fosse mantido entre os afetados pelo aumento da alíquota para 4,5%.

Durante a tramitação do PL no Congresso, a Brasscom, por exemplo, defendeu não só a manutenção da alíquota de 1% para os setores ligados à cesta básica, como também o aumento de 50% na alíquota para todos os demais setores; a manutenção da obrigatoriedade da incidência sobre a receita bruta; e o aumento de alíquotas vigente até 2017, retornando às atuais em 2018: 2% para o Art. 7º e 1% para o Art. 8º. Proposta fundamental, na opinião da associação, para a manutenção de mais de 80 mil postos de trabalhos, criados durante a desoneração.

O próprio plano TI Maior também terá de passar por uma revisão. “Tirando o programa Startup Brasil e o Brasil + TI, de formação de mão de obra, todo o resto foi abandonado. Você não ouve mais ninguém do governo falando no Ti Maior”, lamenta Mayer.

Fonte: Assespro Nacional

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Redes sociais podem se tornar as novas carteiras móveis?

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Por Felipe Regis Lessa*

Desde o ano passado, temos visto que as redes sociais estão se movimentando em torno e até a favor do mercado varejista digital e online. Facebook e Twitter começaram a testar seus botões de compras ainda no primeiro semestre de 2014 e, já no começo de 2015, Pinterest e Instagram pegaram carona na – até então – tendência, mas que atualmente já dá sinais de uma nova estratégia para o e-commerce e, consequentemente, m-commerce mundial com as chamadas lojas embutidas.

Esses botões mostram não apenas posicionamentos das empresas por trás dessas redes sociais em relação ao comércio, mas oportunidades de negócios também aos empresários, empreendedores e – claro – para o outro lado da ponta: o cliente que, por meio das novas funcionalidades e experiência de compra, pode usufruir mais uma atividade dentro das próprias redes sociais já citadas.

Ainda que possamos notar, é claro, muita discussão em torno do real papel que as redes sociais devam cumprir nesse universo de consumo, algumas mudanças já podem ser (re)avaliadas. No 1º semestre deste ano, por exemplo, a IBM divulgou um estudo sobre novos canais de e-commerce e constatou que sites de redes sociais, como Pinterest e Facebook, ajudam a impulsionar as vendas de varejo online, especialmente por servirem de ponte para que usuários acessassem lojas virtuais. Ou seja, já vemos um avanço real para o e-commerce: um tráfego direcionado e proveniente da social media, web ou mobile.

De acordo com esse levantamento, no caso do Pinterest, o valor gasto em média pelos usuários era um pouco maior do que os que escolhiam o Facebook para acessar os canais de compra – até pela exposição sem anúncios, trazendo mais confiança por parte do usuário e eficácia na condução das vendas – sem contar no formato interessante e atrativo da plataforma para exposição de produtos; muitas empresas usam mesmo como uma vitrine. Você já observou?

O Facebook, entretanto, mistura anúncios patrocinados aos posts comuns em seu feed de notícias, sendo assim menos convidativo e, para alguns, até inconveniente demais. Mesmo com essa menor aceitação aparente, a maior rede social do mundo continua crescendo em sua base de usuários, muito em razão da adesão cada vez maior dos acessos via dispositivos mobile – lembrando que os usuários móveis da rede chegaram a 1,31 bilhão, sendo que cerca de 844 milhões de pessoas acessam via smartphones ou tablets.

A movimentação de outras redes em direção ao mercado de comércio móvel neste ano de 2015 mostra, aliás, que a disputa por uma fatia desse bolo pode estar apenas começando. No caso do Twitter, a ideia (que vem sendo bem criticada) de inserir o botão de compras Buy It teve como mote principal a predileção dos chamados formadores de opinião pelo microblog.

Já o Instagram resolveu investir em uma ideia mais simples para impulsionar seus recursos de compra, criando botões azuis que transportam o usuário a realizar uma compra ou a baixar um aplicativo, redirecionando a partir de informações do perfil pessoal do usuário no Facebook. A presença dessas quatro importantes redes pode começar, então, a resolver (ou começar a ajudar) um problema antigo do mobile commerce: os usuários utilizam o celular muito mais para pesquisar preço e features dos produtos do que para comprar, efetivamente.

Essa resposta ao problema pode estar na usabilidade: esses botões funcionam como uma carteira digital e com apenas alguns cliques a compra pode ser facilitada, direcionada e/ou finalizada, sem contar que o cartão de crédito de cada usuário pode ser armazenado pela própria rede social, como o PayPal já faz, por exemplo, no Facebook.

Para reforçar meu, até então, palpite nessa reflexão vale pontuar que a receita do segmento de varejo mundial correspondente aos aplicativos móveis deve crescer gradualmente em 30,9% durante o período de 2014 e 2020, de acordo com o Transparency Market Research. Esses números reforçam a importância dos canais móveis para a transformação digital do setor varejista e, reitero, a começar pelo e-commerce e chegando – sim – ao m-commerce.

Afinal, com a crescente base de usuários engajados, as redes sociais são cada vez mais estratégicas para encurtar o caminho do êxito as compras – por diversas características de experiências, usabilidade e navegação – também no comércio digital. Você concorda? E, depois de analisar todos esses dados, gostaria que me respondesse: você já comprou algo por meio dessas redes sociais? Irá adquirir algo novamente? Acredita no potencial da social media como um atalho para o comércio online e mobile?

*Felipe Régis Lessa é diretor de produtos e marketing da Pagtel, uma das primeiras empresas de pagamentos móveis do país.

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Hackathon VivaReal desafia desenvolvedores a criar soluções inovadoras para a casa dos sonhos

O VivaReal, portal de anúncios de imóveis líder no Brasil, realiza nos dias 18 e 19 de setembro a segunda edição da Hackathon VivaReal. Os participantes da maratona de desenvolvimento terão como desafio criar soluções inovadoras para ajudar as pessoas a encontrar e viver na casa dos sonhos.

As pré-inscrições devem ser feitas gratuitamente até o dia 25 de agosto na página oficial do Hackathon VivaReal. As vagas são limitadas. A relação de aprovados será divulgada no dia 27 de agosto. Os competidores terão a oportunidade de interagir com os melhores desenvolvedores do Brasil e, no final, receber feedback de profissionais experientes da área de tecnologia.

“Com o Hackaton VivaReal queremos fomentar o pensamento empreendedor e a criação de novos produtos no Brasil. Na primeira edição do evento, surgiram e foram desenvolvidas boas ideias, como o nosso aplicativo para Apple Watch”, conta Bernardo Carneiro, Vice-Presidente de Engenharia do VivaReal.

O prêmio para a equipe vencedora será uma viagem para São Francisco (EUA), com direito a encontros com especialistas de empresas do Vale do Silício, e a um jantar com Sam Lessin, ex-VP de Produto do Facebook. Os integrantes da segunda colocada receberão kits Raspberry Pi e participarão de um jantar com o fundador e CEO do VivaReal, Brian Requarth. A equipe que ficar em terceiro lugar ganhará kits Raspberry Pi.

Profissionais e estudantes podem se inscrever para participar da maratona. A primeira edição da Hackhaton VivaReal contou com a presença de Sam Lessin, ex-vice-presidente de produto do Facebook. Outras informações sobre a competição na página oficial do Hackathon VivaReal.

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Donos de veículos elétricos de São Paulo receberão de volta metade do IPVA

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O decreto que regulamenta a isenção de metade do IPVA para os veículos elétricos da cidade de São Paulo, assinado hoje pelo prefeito Fernando Haddad, é um importante passo para a popularização desta tecnologia na avaliação da ABVE-Associação Brasileira do Veículo Elétrico. Para Island Faria Costa, um dos diretores da entidade presentes na cerimônia, realizada na manhã desta sexta, 21 de agosto, na Prefeitura de São Paulo, a lei poderá gerar um efeito cascata, levando outras prefeituras e os governos estaduais e federal a reverem a carga tributária que incide sobre os veículos elétricos. “O custo de aquisição é um dos grandes impeditivos da disseminação desta tecnologia, que, por outro lado, é muito mais barata no abastecimento e manutenção”, explica. “Além de custar menos no uso, o veículo elétrico contribui com a saúde pública, pois não gera poluição sonora e do ar”, ressalta.

Durante o evento, representantes do setor apresentaram ao prefeito a proposta de liberar os veículos elétricos do rodízio municipal. “Dada a pequena frota existente na cidade, não haveria impacto sobre o trânsito, mas sim sobre a prática de ter dois carros para driblar o rodízio, já que muitas vezes o segundo carro é um modelo mais antigo e mais poluente”, explica. “Além de reduzir a poluição, a troca por um único veículo de tecnologia muito mais econômica proporcionará uma redução significativas de gastos para os consumidores”, completa.

A isenção do IPVA deve ser um estímulo para que os paulistanos procurem saber mais sobre o veículo elétrico. Quem quiser conhecer as novidades do setor poderá visitar gratuitamente a 11a edição do Salão Latino Americano de Veículos Elétricos, que acontece de 24 a 26 de setembro no Pavilhão Amarelo do Expo Center Norte, em São Paulo. Além de carros, o evento terá lançamentos em motos, bikes, patinetes, skates e até ônibus – todos movidos a eletricidade.

Atualmente, 5% da frota mundial é elétrica, sendo que o Brasil está muito aquém desse número: estimativas da ABVE indicam que no Brasil há cerca de 3000 veículos elétricos em circulação. “O crescimento da demanda é fundamental para gerar a escala necessária para termos produção local de carros elétricos”, lembra Island. “A tecnologia do carro elétrico tem potencial para estimular a substituição da atual frota, com tremendos efeitos sobre toda a cadeia automotiva, incluindo uma forte geração de empregos”, destaca.

Embora seja um tributo estadual, o IPVA tem metade de seu valor repassado às prefeituras dos municípios onde os veículos são emplacados. É dessa parte que a Prefeitura de São Paulo está abrindo mão para estimular a migração para uma tecnologia não poluente. Este ano, o requerimento da isenção deverá ser feito manualmente, mas a partir de 2016 o sistema estará totalmente automatizado, em formato semelhante ao da nota fiscal paulistana. “Os carros elétricos são tão eficientes que o valor gerado pela economia com abastecimento e manutenção chega a cobrir parte significativa de seu financiamento. Mesmo com o aumento da conta da luz, abastecer um veículo elétrico custa menos que um modelo convencional”, detalha Island.

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André Vinícius assume o cargo diretor de publicidade e e-commerce do UOL

André Vinícius é o novo diretor de publicidade e e-commerce do UOL, maior empresa brasileira de conteúdo, produtos e serviços de internet. O executivo já trabalha na empresa, atuando na área de publicidade, há cinco anos.

André possui vasta experiência na criação de novas soluções de publicidade e no gerenciamento de grandes equipes de vendas e projetos de publicidade do UOL. O executivo, que também possui amplo conhecimento do mercado digital brasileiro, assumirá a gestão das áreas de vendas em publicidade, audiência e pesquisa, planejamento e projetos de conteúdo, soluções de performance, e-commerce, native ads, mídia programática e mídia mobile, marketing com o trade, além de operações e gestão de campanhas.

“É um privilégio obter a confiança de todo o time do UOL para assumir a área de publicidade como um todo, trabalhando em busca de novas oportunidades e crescer cada vez mais com a empresa”, afirma André.

Responsável pela reformulação da equipe comercial do UOL, o executivo possui extensa bagagem no mercado, tendo trabalhado por dez anos na Editora Abril. Também tem papel ativo nas discussões de mercado com o IAB, atuando como Presidente do Comitê de Veículos em 2013.
André Vinicius é formado pela FAAP em Publicidade e Propaganda e possui especialização em Gestão de Negócios pelo Insper.

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