Archive março 2014

FecomercioSP apoia proposta de partilha interestadual de ICMS para o setor de e-commerce

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) apoia a inclusão da proposta que reproduz no comércio virtual o que vigora na cobrança do ICMS interestadual tradicional na PEC 197.

Assim, o recolhimento passaria a ser feito pelo varejista virtual que efetuar uma venda para um consumidor em outro Estado, sendo este o responsável por pagar o ICMS na origem e no destino. Anualmente, o Estado que comercializa ficaria encarregado por transferir 20% da parcela que ficará com o outro Estado, até chegar a 100%.

Como o setor de e-commerce possui relacionamento de compra e venda direto com o consumidor final, a cobrança do imposto ficaria concentrada na origem. Nos últimos três anos, por meio do Protocolo 21 – suspenso em fevereiro pelo Supremo Tribunal Federal -, 17 Estados passaram a cobrá-lo dos comerciantes que atuam em plataformas virtuais, criando bitributação sobre as mercadorias. A derrubada do protocolo permitiu que as empresas passassem a não ter mais a necessidade de executar o recolhimento adicional do ICMS no Estado de destino do produto.

Para a FecomercioSP, a proposta de partilha interestadual do ICMS irá reduzir a guerra fiscal, evitará o aumento da carga tributária e dividirá racionalmente o ICMS entre os Estados de forma gradual, evitando privilégios. O setor de e-commerce ganha com o ocorrido, pois garante melhorias nas condições de negócios; agilidade na entrega; pagamento do produto pelo mesmo valor em todos os Estados brasileiros; e acesso a todas as lojas de e-commerce brasileiras pelo consumidor final.

Tags, , ,

Michael Page: 84% dos executivos consideram o futebol um facilitador na geração de negócios

A Michael Page, empresa líder mundial em recrutamento executivo de média e alta gestão, em parceria com a Futebol Experience, empresa especializada em marketing de relacionamento esportivo, divulga pesquisa que aponta o envolvimento e a percepção dos executivos sobre o impacto do futebol na geração de negócios.

De acordo com os dados da pesquisa, 56% dos executivos disseram possuir um alto envolvimento com futebol. 23% dos entrevistados falaram possuir certo envolvimento, 17% tem pouco envolvimento e apenas 5% dos profissionais confessaram ter nenhum envolvimento como o esporte.

O levantamento aborda ainda outra importante percepção dos executivos. 84% dos profissionais consideram o futebol um facilitador de relacionamento e para geração de negócios, contra 16% que não tem a mesma opinião.
O levantamento com foi conduzido com cerca de 460 executivos.

Tags,

Contribuintes podem direcionar Imposto de Renda para projetos do IPCC em Curitiba

O prazo de entrega para a declaração do Imposto de Renda (Pessoa Física) em 2014 será entre os dias 6 de março a 28 de abril. Mesmo com o prazo mais curto este ano, os contribuintes podem aproveitar o momento para direcionar doações para projetos apoiados pelo Instituto Pró-Cidadania (IPCC), através do Fundo Municipal para a Criança e o Adolescente de Curitiba (FMCA).

Segundo o superintendente do IPCC, Gerson Guelmann, é necessário preencher a declaração no modelo completo. “Cada contribuinte pode destinar até 3% do imposto devido a projetos sociais. Mas é muito importante que ele deixe claro que a destinação será feita ao fundo Municipal e posteriormente reforçar o interesse de que o recurso seja direcionado aos projetos do IPCC”, detalha.

O Instituto Pró-Cidadania é uma associação civil sem fins lucrativos que promove através de projetos na área de educação, esporte, cultura e saúde, a inclusão digital e o resgate da cidadania de famílias de Curitiba que se encontram em situação de risco e vulnerabilidade social. “Anualmente através de campanhas e outras atividades atendemos a mais de 600 mil pessoas. Os projetos para os quais os contribuintes podem direcionar seus impostos atendem crianças e adolescentes além de futuras mamães de pessoas que moram na capital”, comentou o supervisor de Ação Social. Rodolfo Schneider.

Saiba mais na entrevistada gravada para o programa de tv Valor Agregado.

Os projetos

Atualmente o IPCC conta com três projetos aptos a receberem via o FMCA, o Imposto Devido pelos contribuintes. O Parceria Nota 10 apoia instituições sociais que desenvolvem o serviço de convivência e fortalecimento de vínculos para crianças e adolescentes que frequentam escolas públicas. “Sendo assim, distribuímos materiais escolares, de higiene, esportivos, livros, jogos educativos e equipamentos eletrônicos utilizados em atividades que acontecem no contraturno escolar”, explica o superintendente Gerson Guelmann.
Ainda no atendimento de crianças e adolescentes existe o Jogo Limpo, projeto do IPCC, que busca fomentar o protagonismo infantil e a participação da família, da escola e da sociedade por meio de um programa de atividades esportivas, culturais e de lazer.
“Por último, o IPCC mantém o Curitibaninhos, que repassa o primeiro enxoval ao recém-nascido cujas mães se encontram em situação de alto risco social”, ressalta Guelmann.
Para mais detalhes sobre os projetos acesse: www.ipcc.org.br

Passo a passo para efetuar sua doação
a) Optar pelo preenchimento da declaração no modelo completo;
b) Após o término do preenchimento clicar em “Resumo da Declaração” > “Cálculo do Imposto” e informar quanto será o seu Imposto Devido. Atenção: você pode destinar até 3% deste valor;
c) No link “Resumo da Declaração” > “Doações Diretamente na Declaração – ECA” e logo depois em “Novo”;
d) Escolha pelo fundo MUNICIPAL para fazer a destinação do seu imposto;
e) Fique atento ao item “Valor disponível para doação” para saber qual é a quantia máxima da sua destinação. O valor é calculado pelo sistema de maneira automática;
f) Opte pelo valor da sua destinação;
g) Clique (na barra lateral) em “imprimir”;
h) No item “Doações Diretamente na Declaração – ECA” você poderá imprimir ou salvar a DARF em seu computador;
i) Mandar uma cópia digitalizada da DARF paga para os e-mails mmargarida@fas.curitiba.pr.gov.br |parceria2@ipcc.org.br com a indicação de qual projeto do IPCC deverá ser beneficiado.
Mais informações: 3350-3514

Fonte: IPCC

Tags, , , , , , ,

Estudo revela: 64% dos funcionários de PMEs são desengajados

A liberdade de atuação em uma PME tem relação direta com o engajamento dos funcionários, afirma pesquisa desenvolvida pela MSW Research, entre outubro de 2013 e janeiro de 2014 para a multinacional da área de T&D e coaching Dale Carnegie Training.

Segundo o levantamento, 64% dos funcionários de pequenas empresas do mundo todo estão parcialmente ou totalmente desengajados. O número é menor, se comparado aos funcionários de grandes empresas (onde 71% dos colaboradores são total ou parcialmente desengajados), mas ainda assim é alarmante. Com base nos resultados da pesquisa, a Dale Carnegie Training aponta alternativas para gestores de PMEs motivarem seus funcionários.

Enquanto o engajamento, em grandes empresas, é bastante relacionado à atuação do gerente (ou do chefe direto), em pequenas companhias a inspiração do funcionário fica condicionada à sua independência e ao impacto que seu trabalho traz para os resultados da empresa.

Outro ponto apontado como um diferencial pelos funcionários engajados de PMEs é a questão da confiança. Entre os profissionais mais inspirados, a relação de confiança com o chefe e nos valores da empresa é um dos sentimentos mais importantes para manutenção da inspiração. Além disso, segundo o levantamento, 70% dos funcionários se sentiram bastante engajados, mesmo em períodos de crise porque a empresa se mostrou confiante no trabalho que eles estavam fazendo.

O ensinamento e os treinamentos em ocasiões de necessidade (quando o profissional sinaliza que tem dúvidas e precisa ser treinado ou ensinado) também são apontados como um incentivo importante ao engajamento. No Brasil, por exemplo, profissionais de PMEs têm, em média, 12 dias de treinamentos por ano. A média é boa e bastante alta, se comparada à de países como França, Inglaterra e Canadá, onde os treinamentos são de cerca de sete dias por ano.

Fonte: ABRH Nacional

Tags, , , , ,

Empresas do PR estão entre as finalistas do MPE Brasil

Das dez empresas paranaenses, seis podem ser sagradas vencedoras na etapa nacional do MPE Brasil, ciclo 2013 – Prêmio de Competitividade para Micro e Pequenas Empresas. Selecionadas nas categorias Comércio, Indústria, Saúde, Serviços, Tecnologia da Informação, Turismo e Destaque de Inovação. A Borkenhagen Contabilidade, Cerâmica e Madeireira São Luiz, Cerâmica Havai, Confeitaria Requinte, Espaço 3, ForLogic Software, Kagil, Labore, Varanda Bar e Restaurante e Tecnospeed TI, são as empresas que ajudaram Paraná a figurar entre estados brasileiros mais bem representados, com seis visitadas na etapa nacional.

As vencedoras serão agraciadas em solenidade no próximo dia 25 de março, em Brasília. Selecionadas entre 125 empresas de todo o país que conquistaram etapas estaduais do reconhecimento, as organizações foram avaliadas em um universo de 42 mil participantes que concluíram o processo de avaliação proposto. No total, o ciclo 2013 contou com 93 mil inscritas. A premiação é realizada pelo Sebrae, Movimento Brasil Competitivo (MBC), Gerdau e da Fundação Nacional da Qualidade (FNQ).

A cerimônia de premiação contará com a presença do presidente do Sebrae Nacional, Luiz Barretto; do presidente do Conselho Superior do MBC, Elcio Anibal de Lucca; dos diretores voluntários da entidade, Irani Varella e Marco Polo Mello; do presidente do Conselho de Administração da Gerdau e membro do Conselho Superior do MBC, Jorge Gerdau Johannpeter; além do diretor do Instituto Gerdau e diretor voluntário do MBC, José Paulo Soares Martins. A FNQ estará representada pelo diretor superintendente, Jairo Martins.

Estatísticas
O volume de empresas interessadas em melhorar a administração do seu negócio em 2013 foi 10% superior ao registrado no ano anterior, reforçando a continuidade na busca pela excelência da gestão por parte dos gestores de MPE. As regiões brasileiras inscreveram, respectivamente: Sudeste (37.157), Nordeste (26.253), Sul (16.314), Centro-Oeste (6.690) e Norte (6.689). Entre os setores de atuação na economia, 55% das inscritas são do Comércio, 22% da área de Serviços e 13% da Indústria. As demais se subdividem entre Agronegócio, Turismo, TI, Saúde e Educação.

Do total de inscritas, 57% são microempresas e possuem faturamento de até R$ 360 mil, enquanto 22% são consideradas de pequeno porte com faturamento de até R$ 3,6 milhões. Ao todo, mais de 560 mil empresas já foram impactadas diretamente pelo Prêmio. Destas, 180 mil preencheram o questionário de avaliação e receberam um relatório personalizado com pontos fortes e a indicação de oportunidades de melhoria na gestão.

O Prêmio
O MPE Brasil funciona como mais um incentivo às micro e pequenas empresas brasileiras na busca pela excelência, reconhecendo iniciativas de empresários que investem em conceitos e práticas de gestão. Para participar, é preciso preencher o questionário de autoavaliação, uma metodologia de avaliação padronizada nacionalmente para a premiação, utilizando critérios do Modelo de Excelência da Gestão® (MEG), desenvolvido pela FNQ.

As organizações concorrem em oito categorias – indústria, comércio, serviços, turismo, TI, saúde, educação e agronegócio, além dos Destaques de Boas Práticas de Responsabilidade Social e de Inovação. Ao final do processo, as candidatas receberão relatório de diagnóstico da gestão, com pontos fortes e oportunidades de melhoria. Mais informações em www.premiompe.sebrae.com.br.?

SERVIÇO
11º Reconhecimento e Premiação às MPE
Local: Teatro do Hotel Royal Tulip Brasília Alvorada, Brasília (DF)
Data: 25 de março de 2014
Horário: 19h

Tags

Startups e novas tecnologias são tema de seminário do LIDE Futuro

Durante a primeira edição do LIKE THE FUTURE, realizada pelo LIDE FUTURO, liderado por Patrícia Meirelles, os empresários Caito Maia, fundador e presidente da Chilli Beans, Gustavo Caetano, CEO da Samba Group, e Cyro Diehl, presidente da Oracle no Brasil, compartilharam com o público suas experiências empresariais.

Patrícia Meirelles abriu o Seminário convidando Eduardo Lyra, jornalista e escritor que, apesar da infância pobre e sem perspectivas, estudou jornalismo e descobriu que podia mudar o mundo escrevendo histórias inspiradoras. Lançou dois livros e integra o Global Shapers, desdobramento do Fórum Econômico Mundial que seleciona jovens líderes com menos de 30 anos com potencial de mudar o mundo. Fundou o projeto Gerando Falcões para escolas públicas do País, provando ao jovem carente que todos, independentemente de condição social, histórico familiar, podem ser falcões. “Uma ideia simples pode ser extraordinária se ela gerar renda para você e para o jovem que está nas favelas”, afirmou o empreendedor.

“As startups vão revolucionar o mundo”, afirmou Gustavo Caetano logo no início de sua apresentação. O executivo criou a Samba Tech, desenvolvedora de plataforma de vídeo para empresas que não utilizam o Youtube. Quatro das cinco maiores universidades brasileiras são clientes da empresa. A Samba saiu na lista da Fast Company ao lado de empresas como Apple e Google. O empresário criou há dois anos a Associação Brasileira deSstartups, que já tem mais de 2.500 associados. A entidade reúne pequenas empresas que fazem diferença no mercado.

Início no camelô
Caito Maia, fundador e CEO da Chilli Beans, contou sobre o seu difícil começo no mundo das vendas e sobre a capacidade que um empreendedor tem de dar a volta por cima. “Comecei comprando óculos de camelô na Itália e revender aos amigos brasileiros”, contou o empresário. Após alguns anos, a Chilli Beans, surgiu num estande no Mercado Mundo Mix (SP), com óculos de sol focados nas tendências de moda. No mesmo ano, chegou à Galeria Ouro Fino e se transformou em referência de consumo e comportamento jovem do País.

Hoje são mais de 580 pontos de venda exclusivos no Brasil, Estados Unidos, Portugal, Peru, Colômbia e Kuwait. A Chilli Beans é uma marca diversificada, com uma linha de produtos que inclui, além dos óculos escuros e relógios, armações de óculos de grau e lentes. Além disso, a marca patrocina festas, shows, esportes e ações sociais.

A Chilli Beans inaugurou, com festa animadíssima, sua flagship store na Oscar Freire e reuniu convidados ao som de Jade Jagger. Nos EUA, a marca já possui 15 lojas, sendo que uma de suas lojas-conceito fica na badalada Melrose Avenue (LA). Sempre inovador, Caito abriu uma loja na Oscar Freire com uma serie de inovações, como a possibilidade de personalizar os óculos em dez minutos, a oferta de desconto na entrega dos óculos usados na aquisição de um novo, a possibilidade de tirar fotos com os óculos da loja antes de decidir o modelo ideal para o seu rosto. Por ano, a CB lança 480 novos modelos de óculos, 240 novos relógios e 220 novos óculos de grau.

Paixão pelo negócio
Para Cyro Diehl, presidente da Oracle Brasil, o empreendedor precisa estar atento aos detalhes sempre, estar pronto para buscar novos caminhos. “É preciso apaixonar-se pelo que faz, tomar decisões rápidas, não deixar nada para amanhã. Também temos que sonhar grande e, o mais importante, enjoy the journey”, declarou o executivo, que no inicio de sua carreira aceitou mudar de país com toda a família para reforçar a presença da empresa nas demais filiais.

O jovem empresário Guto Ramos, sócio-fundador da BR Mobile, compartilhou com os presentes as dificuldades e dúvidas que surgiram no seu inicio da sua carreira. Após erros e acertos, Guto se uniu a outro empreendedor, Rony Bruel e resolveu alugar tablets. Recorreu ao google para divulgar o serviço. O primeiro grande cliente foi uma multinacional pedindo a locação de 40 ipads (na ocasião eles tinham apenas dois). Foram atrás de empréstimo para investir na empresa e deu certo. Hoje, a BR Mobile é a maior empresa de aluguel de tablets do Brasil.

Junto com a área de locação de equipamentos, a BR Mobile é uma agência de desenvolvimento de aplicativos mobile, proporcionando assim soluções completas e personalizadas para seus clientes, que alugam os tablets com apps customizados desenvolvidos pela empresa.

Com faturamento de R$ 1 milhão logo no primeiro ano de existência, a empresa possui mais de 200 iPads, que atendem aos mais diversos fins, como o uso em festas, eventos e como uma ferramenta de auxílio em atividades comerciais. No segundo ano a dupla faturou R$ 2 milhões e a previsão para este ano é de R$ 3 milhões.

Startups vencedoras

Durante uma competição entre as startups que fazem parte do LIDE Futuro, foram selecionadas algumas empresas para apresentarem, em 1 minuto, os seguintes projetos:

• Ivan Bermudes criou a Condlink em sociedade com Arnaldo Sanchez e seu irmão Victor Bermudes ao identificarem a falta de organização no sistema de condomínios. Foca na comunicação entre condôminos e síndico, zelador, portaria e demais envolvidos, levando-os para o ambiente web.
• Marcos Amorim apresentou o projeto Tá pago, meio de pagamento mais moderno e inovador do mercado via celular.
• Rafaat Toumani falou sobre a startup Kolmea, uma plataforma de financiamento colaborativo focada em projetos que envolvam pelo menos um dos três pilares da sustentabilidade (ambiental, econômico e social) em alguma de suas etapas.
• Marcel Lotufo apresentou a Organo, sistema eficiente de recrutamento para empresas. O analista de seleção da empresa pode acessar e acompanhar o processo seletivo já filtrado, em qualquer estágio. Ao final, a empresa tem um banco de dados atualizado com todos os dados do funcionário, incluindo perfil comportamental.

Segundo Patrícia Meirelles, presidente do LIDE FUTURO, o primeiro Seminário de 2014 abre com o peso de manter o sucesso das edições anteriores. “As experiências compartilhadas aqui são riquíssimas, a importância de acreditar e sonhar grande realmente é fundamental para o sucesso de qualquer projeto”, declarou Patrícia. Para João Doria Jr., presidente do LIDE – Grupo de Líderes Empresariais, “o que faz a diferença é a vontade de empreender, a fé que cada um tem em seus negócios”. Por isso, ele afirma que o Brasil será o maior país em startups do mundo ao término de 2015.

O LIKE THE FUTURE tem patrocínio da 3M, Desenvolve SP, Inovalli, Localweb, Sebrae SP, Oracle e XP investimentos e suporte da FGV-EAESP, Markanti, MGI Tech. Como mídia partners estão revista LIDE, rádios Band News e Bandeirantes, portal Terra e Grupo Radar. Os fornecedores oficiais são Anna & Ricky, Apecatu, Be Happy, CDN, Cocktelaria, Content4leads, DB2 Produção, Décorbook, Digipronto, Eccaplan, Grupo Bem, HZ Eventos, Dj Igor Cunha, Lazzi, Iluminax, Marina Bedaque, Mistral, Log & Print, Portus, Purple Cow, Royalpixel.

Tags,

Uma jornada de mil quilômetros começa com o primeiro passo

Está no ar oficialmente O QUE VI PELO MUNDO. O primeiro vídeo portal de turismo baseado nas experiências de quem já esteve nos mais descolados destinos e nas dúvidas de quem ainda estará. É uma ferramenta antenada e poderosa para o profissional do turismo e uma fonte de informação segura e confiável para o viajante e a mídia.

O QUE VI PELO MUNDO traz dicas de viagem, informações, notícias, curiosidades e principalmente vídeos, muitos vídeos. É um espaço opinativo, participativo e interativo. E o mais importante: com conteúdo exclusivo! Tudo produzido por quem já esteve nos mas cobiçados lugares do planeta.

Fundado por Paulo Panayotis, jornalista profissional com mais de 25 anos de carreira e com o passaporte carimbado em mais de 50 países, O QUE VI PELO MUNDO é resultado da experiência deste profissional que foi repórter especial nas maiores emissoras de televisão do Brasil, como Bandeirantes, Globo, Record e SBT.

Nesta trajetória, morou três vezes no exterior. A primeira, em Estocolmo, na Suécia, onde fez especialização em sustentabilidade e terceiro setor com apoio da Sveridge Radio & TV. As outras duas foram em Londres, na Inglaterra, onde atuou como correspondente internacional da Rádio Bandeirantes e da Rede Record, quando montou, dirigiu e foi o correspondente do primeiro escritório da emissora na Europa. De volta ao Brasil, integrou a equipe de comunicação da Copa do Mundo de 2014 . Daí até o surgimento do portal de vídeo O QUE VI PELO MUNDO foi um caminho natural.

A partir de agora, O QUE VI PELO MUNDO se torna o mais novo canal com dicas de viagem e turismo para todos que têm espírito livre, mente aberta e amam viajar. O QUE VI PELO MUNDO não copia, cria. Por isso O QUE VI PELO MUNDO quer dividir experiências, impulsionar conhecimento, e dar dicas, muitas dicas de quem foi e, claro, para quem ainda vai.

Esta viagem começa por alguns países e, ao poucos, serão acrescentados novos destinos no Brasil e no mundo. E você, é o nosso convidado a embarcar junto nesta viagem, a participar, dar sua opinião, dividir sua experiência e fazer parte do portal de vídeo O QUE VI PELO MUNDO. Afinal, o que você quer ver pelo mundo?

www.oquevipelomundo.com.br

Tags,

Pesquisa global mostra como as tecnologias móveis e sociais mudam os processos B2B de vendas

Empresas pagam até 30% a mais em produtos ou serviços que melhorem a experiência do cliente; mais de 80% das companhias brasileiras entrevistadas estão integrando sistemas CRM para Mídias Sociais

A Avanade, fornecedora global de soluções de tecnologia de negócios e serviços gerenciados, divulga os resultados de uma pesquisa global sobre a mudança do processo de vendas e padrões de compra de negócios e tomadores de decisão de TI. A mais recente pesquisa da companhia mostra que o movimento de “consumerização” está mudando o processo de vendas – que vai além do controle do vendedor, à medida que os compradores corporativos começam a ter os mesmos comportamentos dos consumidores finais. Com esta mudança, o valor da experiência do cliente é ainda mais importante do que o preço dos negócios.

No Brasil, este processo ainda está em andamento, já que as organizações estão apenas começando a se preocupar mais com a eficácia das soluções que estão comprando do que com o preço. “Localmente, em geral, a ação de compra de produtos e soluções de TI ainda é feito especialmente por equipes de compra. Para eles, o preço é extremamente importante e reduzir os custos é o objetivo principal”, explica Marcelo Serigo, CTIO da Avanade Brasil.

Destaques

• Agora, a experiência do cliente é um dos fatores mais importantes no processo de decisão de compra. Os clientes corporativos, incluindo os brasileiros, estão dispostos a pagar até 30% a mais por um produto ou serviço que ofereça uma melhor experiência do cliente.
• As empresas não têm mais controle sobre as informações compartilhadas a respeito de seus produtos ou serviços. Por isso, 61% dos tomadores de decisão nas empresas afirmam que sites de terceiros e feedback de parceiros de negócios, companhias do setor ou canais sociais são mais importantes do que as conversas com as equipes de vendas na tomada de decisão de compra de alguma solução de negócio. No Brasil, esse tipo de decisão é feita com base em conversas diretas com equipes de vendas (60%); pesquisa online entre os sites de especialistas (53%); feedbacks de colegas (35%) e os parceiros da rede (50%); e canais sociais da empresa (40%).
• Há três anos, o relacionamento com o cliente baseava-se em serviços de atendimento ao cliente e Call Centers. Hoje, as organizações estão recrutando novas pessoas e departamentos para gerenciar a experiência do cliente, funções realizadas principalmente pelas áreas de TI e Marketing.
• 70% dos entrevistados da pesquisa pensam que a tecnologia vai substituir a interação humana com os clientes nos próximos 10 anos. No Brasil, este número é de 80%.
• Para se antecipar à mudança, as empresas vêm fazendo novos investimentos em tecnologia, ao alterar os processos de negócio e redesenhar funções organizacionais, por exemplo. Mais de 80% das organizações mudou pelo menos um processo de negócio nos últimos três anos com o objetivo de interagir de maneira mais efetiva com os clientes. As organizações brasileiras pesquisadas estão investindo em vendas e tecnologia de apoio como o Customer Relationship Management – CRM (88,6%), os dispositivos móveis (40,9%) e os meios de comunicação social (63,6%) e de aplicativos móveis (29,5%).

“A ‘consumerização de TI’ está transformando radicalmente as formas tradicionais com que as organizações vendem produtos e serviços para outras empresas e consumidores”, diz Mick Slattery, Vice-Presidente Executivoda linha de serviço global da Avanade. “Os modelos B2B e B2C de compra estão se fundindo. Não é mais business-to-business ou business-to-consumer, é business-to-all, ou seja, negócios para todos. Aquelas que compreendem o novo perfil dos clientes estão criando relacionamentos mais lucrativos a longo prazo”.

Este novo estudo global baseia-se em resultados de pesquisa Work Redesigned da Avanade, realizada em janeiro de 2013. As empresas líderes estão mudando seus processos de negócios para se adaptar a um novo estilo de trabalho influenciado por dispositivos móveis, ferramentas de colaboração e tecnologias sociais. Neste último estudo, a Avanade descobriu que as empresas líderes estão modificando os processos de negócios para se adaptar a um novo estilo de trabalho, influenciado pela mobilidade, ferramentas de colaboração e tecnologias sociais para atingir o novo comprador de negócios. A partir disso, é possível observar o aumento das vendas e tecnologias de apoio (44%), de funcionários que interagem com os clientes (40%) e da adição de automação para o processo de vendas (32%).

Essas mudanças trazem benefícios. A pesquisa mostra que as empresas que investem em tecnologia para oferecer um melhor serviço ao cliente e modificar papéis internos veem resultados positivos e aquelas que, de fato, realizam essas mudanças estão experimentando o aumento da fidelização de clientes (61%), das receitas (60%) e da base de clientes (60%). Clique aqui para tuitar.

O estudo também apoia as conclusões do relatório High Performers in IT: Defined by Digital, da Accenture, que constatou que as empresas de TI com alto desempenho estão focadas em alavancar as tecnologias digitais para melhorar a experiência do cliente. Enquanto que três dos principais objetivos de negócios de alto desempenho referem-se a melhorar essa prática, por outro lado, outras organizações se concentram principalmente na redução de custos e aumento da produtividade.

Para saber mais, visite: http://avana.de/CustJourney.

Tags, , , , , , , ,

Pesquisa Akatu: brasileiro quer produtos com baixo gasto de energia

O que mais os brasileiros admiram nas empresas é se elas estão comprometidas com a redução de consumo de energia. A escolha foi a campeã nas menções (90%) da Pesquisa Akatu – Rumo à Sociedade do Bem-Estar, que questionou 800 pessoas de 12 grandes cidades de todas as regiões do País sobre o que elas preferem ou admiram na atuação das empresas e o que as fariam mudar de comportamento com relação a um produto.

O levantamento ainda mostrou que o brasileiro prefere ou admira empresas cujos produtos tenham selo de produção ambiental (89%), que não maltratem animais durante a produção (87%) e que tragam selos de garantia de boas condições de trabalho em seus produtos (86%). Ainda entram na lista das preferidas as empresas que têm boa relação com a comunidade na qual estão inseridas (85%). O Akatu reuniu 18 práticas indicativas de Responsabilidade Social Empresarial (RSE) e durante a pesquisa pediu para que as pessoas se manifestassem apontando as que consideram mais importantes para uma empresa ser considerada socialmente responsável.

“A seleção de produtos, marcas ou empresas depende de informação. A Pesquisa do Akatu indica que a tendência do consumidor brasileiro é dizer ‘sim’ a empresas que já incorporaram as práticas de Responsabilidade Social Empresarial (RSE) e ‘não’ àquelas que insistem em atuar a partir de práticas insustentáveis. O desafio das empresas é transformar o seu modelo de produção e garantir a oferta de produtos e serviços que respondam a esses desejos. Além disso, as empresas devem levar informação de qualidade sobre os seus atributos até as pessoas”, afirma Helio Mattar, diretor-presidente do Instituto Akatu.

“O Dia do Consumidor celebrado em 15 de março marca especialmente o direito à escolha de cada pessoa. É pela educação para o consumo consciente, pelo acesso a produtos e serviços com atributos da sustentabilidade e informação com credibilidade que podem ser feitas as escolhas que valorizam o bem-estar e o menor impacto negativo no meio ambiente”, completa Mattar.

Para quem o consumidor diz “não”
Fazer propaganda enganosa, ter produtos que tragam riscos à saúde das pessoas, discriminar funcionários e realizar atividades com impacto social ou ambiental negativo: essas são as principais razões pelas quais o brasileiro diz “não” para os produtos de uma empresa. Os entrevistados foram solicitados a considerar um produto de consumo habitual e a avaliar se mudariam sua propensão a continuar consumindo tal produto se soubessem que sua empresa produtora tem problemas relacionados à sustentabilidade ou à responsabilidade social. Dos respondentes, 92% indicaram que se descobrissem que a empresa faz propaganda enganosa a chance de comprar seus produtos reduziria. O mesmo aconteceria se descobrissem que a empresa tem produtos que trazem riscos à saúde das pessoas (91%), discrimina funcionários (88%) ou realiza atividades com impacto social ou ambiental negativo (86%).

Tags, , , ,

Três dicas para (não) estragar a estratégia de aplicativos móveis da sua empresa

Por Quinton Wall*

Boa parte dos aplicativos móveis corporativos percorrem um longo caminho antes de serem considerados grandes sucessos. Infelizmente, os apps muitas vezes falham repetidamente pelas mesmas razões, com organizações deixando de ver os problemas antes que seja tarde demais. Logo, a adoção dos usuários cai, e os aplicativos de sombra (aqueles não aprovados pela TI) tornam-se comuns, e o negócio começa a sofrer.

Com isso em mente, aqui estão três erros comuns que estragarão o aplicativo móvel da sua empresa – e como evitar que isso aconteça.

1. Dar aos usuários exatamente o que eles pedem

Comece encontrando o seu melhor analista de negócio e passe algumas semanas compilando uma lista de requisitos para seu aplicativo. Depois de ter uma boa ideia do que você precisa, faça uma solicitação de proposta (RFP) e procure um fornecedor que não entende como funciona seu negócio para implementar o aplicativo.

Assim, você se sente confiante de que o app será um enorme sucesso: você entrevistou partes interessadas, criou uma especificação funcional baseada em processos existentes e anotou tudo. Como isto poderia falhar?

Eu tenho uma palavra para você: repetição. Quantas vezes você pediu exatamente o que queria em um restaurante apenas para ficar desapontado quando recebeu o pedido? Esse mesmo sentimento de arrependimento acontece o tempo todo com os aplicativos móveis.

Em vez de gastar semanas ou meses reunindo os requisitos, identifique rapidamente o MVP (Minimum Viable Product, ie, algo que atenda os requisitos mínimos) e disponibilize um app já funcionando – e rápido! Uma vez que o aplicativo é liberado, peça a seus usuários um feedback. Incorpore esse feedback. Lance o aplicativo novamente e novamente. Não só o seu aplicativo não será ruim, mas seus usuários vão sentir que participaram dele.

2. Modele seu aplicativo com base em um processo de negócio existente

E se eu dissesse para você anotar o que faria se precisasse encontrar o número de telefone, endereço e horário de funcionamento de um restaurante específico no centro de uma cidade – mas sem acesso à internet? Louco, né? Então, por que criar aplicativos móveis corporativos modelados sobre processos já existentes?

Seus usuários provavelmente não gostam de processos quando eles têm um teclado completo e uma cadeira confortável para inserir informações. Então os forçar a fazer em um teclado projetado para pixies será ainda mais doloroso.

Aqui está um exemplo: os motoristas de entrega muitas vezes tem dificuldade em encontrar o endereço certo na primeira visita. Com o processo existente, os condutores adicionam uma descrição da localização no sistema. Com os dispositivos móveis, no entanto, o motorista pode tirar uma foto do local e marcá-lo no GPS. O processo mobile é completamente diferente e mais eficiente, e os motoristas podem concluí-lo muito mais rapidamente.

Experimente essa tática para evitar a armadilha comum na construção de aplicativos móveis baseados em processos existentes: divida um quadro em três colunas verticais. As classifique em Processos de Negócios, Mobile-First e Novas Oportunidades. Na primeira coluna, desenhe o processo existente em um diagrama de fluxo. Na segunda coluna, desenhe linhas a partir do diagrama de fluxo para as etapas que poderiam ser reimaginadas com mobile e as inclua na coluna Mobile-First.

Finalmente, na terceira coluna, com base em suas ideias para o fluxo Mobile-First, anote todas as novas oportunidades de aplicativos ou processos de negócio que este novo processo oferece. Usando o exemplo de motorista de entrega já citado, o fato de que o motorista tenha marcado o local como apartamento significa que as entregas podem ser sinalizadas, por exemplo, como “apenas embalagem fina” para permitir que o motorista deslize a entrega sob a porta e evite que entregas futuras faltem ao cliente, mesmo que eles não estejam em casa.

3. Verifique se o aplicativo realmente não está ligado ao seu negócio

Se você realmente quer estragar o seu aplicativo móvel, faça um app que cria ou atualiza dados em um único sistema, mas força o usuário a editar posteriormente os dados ou adicionar mais informações para que sejam parte de um processo mais amplo.

Você não quer que seu aplicativo móvel seja separado de seus processos de negócios e incapaz de atualizar seus sistemas centrais. Você quer que os dados de aplicativos móveis sejam parte contínua da experiência empresarial – o que eu gosto de chamar de empresa UX (User Experience – ou experiência do usuário, em tradução).

Estou constantemente vendo organizações lançarem novos aplicativos móveis incríveis para a visualização de dados corporativos que são completamente desprovidas de empresa UX. Estes aplicativos permitem que os usuários exibam informações em movimento, mas os obriga a ir para outro sistema para atualizar dados. O que realmente acontece é que o seu processo de negócio é mais difícil agora do que era antes de você dar a seus usuários o novo aplicativo sofisticado.

Uma estratégia para evitar uma empresa UX ruim é a utilização de plataformas de nuvem e provedores, conectando com segurança os sistemas existentes para a nuvem como um hub de integração móvel. Então, construa seus aplicativos com esta nova plataforma como um ponto único de conectividade de aplicativos mobile.

Plataformas de nuvem falam em mobilidade – com APIs RESTful, transferências de dados eficientes e SDKs móveis nativas – para que seja possível criar uma grande empresa UX sem nunca gastar em ciclos de desenvolvimento caros atualizando sistemas legados.

Com frequência, vejo empresas condenarem seus aplicativos mobile. O motivo predominante é que eles se aproximam de aplicativos móveis da mesma forma que sempre trataram projetos: criando volumes de especificações de requisitos, não reimaginando processos para utilizar novas tecnologias, e não prestando atenção à experiência do usuário empresarial (ou enterprise UX experience).

Juntas, essas estratégias irão impulsionar qualquer plano de aplicativo mobile e – parabéns! – seu app estará quase dando errado.

*Quinton Wall é Diretor de Tecnologia de Plataforma da Salesforce.com

Tags, ,

Plataforma permitirá o aluguel de carros particulares. Operação inicia em Curitiba.

Procurando promover o conceito de consumo colaborativo, a startup Fleety vai implementar o aluguel de veículos particulares em sua plataforma.

A ideia é utilizar os veículos que costumam ficar parados por muito tempo e geram despesas aos proprietários.

No aplicativo, o usuário poderá disponibilizar o seu carro para aluguel ou procurar um carro que atenda as suas necessidades.

Para André Marin, 28, engenheiro eletrônico e idealizador do Fleety, o objetivo é incentivar a utilização mais inteligente dos recursos já existentes.

“Os automóveis costumam ficar parados 22 horas por dia e dar despesas de R$ 15 mil reais por ano”, afirma Marin.

“O proprietário pode alugar e rentabilizar o veículo, ganhar dinheiro extra. E o locatório vai conseguir o conforto, com o tipo de veículo e a localização que precisa”, continua Marin.

Fase de testes

Para entender o perfil do público brasileiro, a startup realizou pesquisas nas capitais na qual foi possível analisar as principais vantagens e desafios do compartilhamento de veículos.

Após analisar os dados, o Fleety decidiu iniciar suas operações em Curitiba, Paraná, em março de 2014. O plano de expansão para outras cidades está previsto para 2015.

Leia reportagem completa no Catraca Livre.

Tags, , , ,

Os efeitos milagrosos de um sono reparador

Sentindo-se menos alerta hoje? Buscando aquele copo extra de café para ficar acordado? Seus hábitos de saúde e sono podem estar contribuindo para um sono insuficiente e de má qualidade, o que pode levar a outros problemas de saúde.

Na sexta-feira, 14 de marco, 2014, será comemorado o Dia Mundial do Sono em todo o mundo. Este evento anual é uma celebração do sono e um convite para discussão sobre assuntos importantes relacionados ao sono.

A campanha, encampada pela Academia Brasileira de Neurologia, leva o tema: “Sono Restaurador, Boa Respiração, Corpo Saudável”, uma mensagem “três em um” que ressalta os fatores de risco para a síndrome da apnéia obstrutiva do sono que podem ser prevenidos. Vamos dar uma olhada em cada ponto do slogan deste ano.

Sono Restaurador

Como você sabe se você está tendo um sono restaurador?

Um sono bom e restaurador deve ser contínuo e ininterrupto, profundo e com duração adequada. Se você consegue ter todos essas características, você deve sentir-se descansado e alerta durante todo o dia.

Se estiver faltando um ou mais desses elementos, a sua concentração, produtividade, atenção e alerta irão sofrer. Você pode apresentar sonolência diurna, e esse sintoma pode ser perigoso e levar a acidentes automobilísticos.

Boa respiração

Pessoas com a síndrome da apneia obstrutiva do sono podem não perceber quantas vezes estão acordando durante a noite, mas se a sua via aérea não está suficientemente aberta, você não está tendo um sono bom.

“Quando a respiração durante o sono é um esforço, a qualidade do sono é reduzida”, diz Antonio Culebras, médico, professor de neurologia da SUNY, Upstate Medical University em Syracuse, Nova York e co-presidente do Comitê do Dia Mundial do Sono.

Um dos fatores de risco mais importantes para a síndrome da apneia obstrutiva do sono é estar acima do peso. O acúmulo extra de gordura nas vias aéreas superiores pode reduzir a abertura da garganta, enquanto um abdômen grande pode interferir com o funcionamento do diafragma. Estudos recentes têm mostrado que a perda de peso, por si só, pode reduzir a apneia do sono em algumas pessoas acima do peso.

Outro fator de risco para a apneia do sono inclui o tabagismo, que pode piorar a obstrução nas vias aéreas superiores. Parar de fumar pode reduzir a apneia do sono e prevenir as complicações da sonolência diurna. Em crianças, o aumento das amígdalas pode promover apneias e sua remoção pode ser o tratamento.

Corpo Saudável

Tornar-se saudável não apenas leva a um sono melhor – o mesmo princípio funciona inversamente. Um sono melhor leva a uma saúde melhor.

Estar alerta e descansado pode fazer você se sentir mais motivado para se exercitar regularmente e comer de forma saudável, enquanto a falta de sono pode deixar você se sentindo sonolento e cansado demais para se mover. Além disso, estudos têm demonstrado que a falta de sono por apenas alguns dias perturba os níveis hormonais e metabólicos, resultando em aumento do apetite e ingestão de calorias.

Dia Mundial do Sono 2014

O Dia Mundial do Sono é organizado pela Associação Mundial de Medicina do Sono (WASM), uma associação internacional cuja missão é promover a saúde do sono em todo o mundo. Para passos práticos para iniciar a sua jornada em direção a um sono de qualidade, confira os 10 Mandamentos do Sono da WASM encontrados no site www.worldsleepday.org.

Este ano, a WASM está enfatizando os fatores de risco da síndrome da apnéia obstrutiva do sono que podem ser prevenidos com o slogan “Sono Restaurador, Boa Respiração, Corpo Saudável.”

Você pode participar do Dia Mundial do Sono tornando-se um representante.

No ano passado, os representantes do Dia Mundial do Sono trabalharam localmente para difundir o conhecimento acerca dos problemas de sono realizando eventos especiais, criando e distribuindo folhetos e panfletos sobre sono, realizando eventos escolares para crianças, fazendo vídeos promocionais e traduzindo materiais do Dia Mundial do Sono para outras línguas.

Para mais informações sobre o Dia Mundial do Sono, incluindo os recursos adicionais de mídia, vá para www.worldsleepday.org.

Tags, , , , ,