Archive 2014

E-commerce: volume de entregas 51% maior em 2014

A Total Express (www.totalexpress.com.br), líder nacional em entregas de pequenas e médias encomendas controlada pela DGB, holding de logística e distribuição do Grupo Abril, comemora o bom desempenho em 2014. A companhia é responsável pela logística de grandes sites de e-commerce do país como Nova Pontocom, Walmart.com, Privalia, Saraiva.com, Netshoes, Sephora, Wine.com, Magazine Luiza.com, Renner, Máquina de Vendas, Fnac, Dafiti e muitos outros.

Em 2014, a Total Express projeta entregar um volume 51% maior de encomendas que no mesmo período do ano passado. Foram quase 6 milhões de pedidos adicionais (16,3 milhões, em 2014, e 10,8 milhões, em 2013). Os números da companhia mostram também que o Black Friday veio para ficar e que o evento consolida-se como uma das principais datas de vendas do e-commerce brasileiro. Entre 28 de novembro, data de início oficial do evento, e 21 de dezembro, a Total Express expediu um volume 84% maior de pedidos em comparação com o mesmo período de 2013. Em números absolutos, foram 1,98 milhão de entregas em 2014 e 1,07 milhão no ano passado. “Nossa infraestrutura está pronta para processar até 300 mil pedidos por dia e a nossa prioridade é manter o alto nível de desempenho das entregas para os mais de 2,3 mil municípios que atendemos em todo o Brasil”, afirma Vito Chiarella, CEO da Total Express.

Volume recorde de 2,4 milhões de entregas em dezembro – Para atender à demanda nos períodos de Black Friday, Natal e outras ocasiões especiais do e-commerce no fim de ano, a Total Express investiu R$ 4 milhões. A verba foi distribuída entre as áreas de atendimento ao cliente (SAC), hub (operação), fulfillment, logística reversa, TI, escolta e gerenciamento de risco e segurança. Além disso, a companhia contratou 300 funcionários temporários e teve à disposição 700 veículos adicionais, próprios e terceirizados. “Toda essa preparação e os investimentos serviram para proporcionar a melhor experiência de compra aos clientes dos vários portais de e-commerce atendidos pela Total Express”, explica Douglas Duran, CEO da DGB. “Estimamos efetuar um volume recorde de aproximadamente 2,4 milhões de entregas apenas no mês de dezembro, ou seja, quase o dobro da quantidade movimentada no mesmo período do ano passado. Registramos picos de entregas de 120 mil pedidos diários desde o Black Friday”, informa o CEO da DGB.

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As dicas das startups para aumentar os negócios em 2015

O Grupo Sage, líder em softwares para PMEs, realizou na última semana uma palestra online sobre empreendedorismo e estratégias de venda para 2015. Talita Lombardi, empresária, fundadora do blog Startup Stars e com atuação na implementação de dez startups, destacou dicas importantes para ajudar as empresas a conseguir mais negócios em 2015. Confira cinco destaques do webinário “Voe mais alto em 2015: estratégias para transformar seu negócio em uma máquina de vendas”, da Sage, junto ao Sage One — software para emissão fiscal — e ao Sage Gestão Empresarial — solução para gestão empresarial das PMEs:

1. Faça parcerias estratégicas
Para Talita Lombardi, estabelecer parcerias com empresas de renome é uma forma de trazer credibilidade para a marca. “As empresas são muito grandes para pensar em todos os pequenos detalhes. Trazer ideias que fujam do tradicional é essencial”, afirma Talita. Ela destacou o Qranio, startup brasileira desenvolvedora de jogos de perguntas e respostas, que desenvolveu jogos sob medida para grandes empresas e clubes como Flamengo e Cruzeiro. “Quem vai dizer se você é bom ou não é o seu portfólio”, diz a empreendedora.

2. Seja visto para ser lembrado
Os brasileiros costumam gostar do que está na mídia. “E necessário atrair a curiosidade da imprensa e gerar mídia para dizer para as pessoas o que você tem a dizer”, destaca Talita Lombardi.

3. Criatividade e inovação são as chaves do negócio
Clientes e consumidores gostam de ser surpreendidos e se encantar com marcas criativas. A especialista destaca que isso envolve também o uso criativo das redes sociais. Ela recorda campanha realizada em 2012 pelo Peixe Urbano, que reuniu mil pessoas na Praia da Aleluia, em Salvador, para compor um mosaico humano em forma de peixe, em troca de descontos nos ingressos para o Festival de Verão.

4. Treine uma boa equipe
A equipe das empresas deve ser sempre muito bem treinada sobre o produto e atendimento ao cliente. “O líder deve ser um exemplo”, diz Talita. Para ela, é importante também ter uma meta definida em conjunto com o seu time e campanhas de incentivos aos vendedores.

5. Organize-se
É essencial planejar de forma detalhada o orçamento. “O planejamento de marketing deve estar alinhado com a equipe de vendas”, diz a empreendedora. Segundo ela, uma dica simples, mas que muitas vezes é deixada de lado é o acompanhamento semanal de resultados.

Talita Lombardi é formada em administração de empresas, com MBA em marketing digital pela FGV-RJ. Possui 15 anos de experiência profissional e atua desde 2011 junto a empresas de tecnologia, especializando-se em startups. Desde então, atuou diretamente na orientação ou implantação de dez startups, dentre elas Peixe Urbano, SaferTaxi e PedidosJá. A paraibana mantém o blog Startup Stars e ministra palestras e cursos sobre vendas e empreendedorismo em todo o Brasil (http://www.startupsstars.com/).

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Empresas americanas de olho no Brasil: País é o principal destino na América Latina, aponta KPMG

O Brasil é um dos principais focos, entre as nações emergentes, para investimentos das empresas norte-americanas nos próximos 12 meses. O País é o destino principal na América Latina para as companhias que pretendem investir pelo menos US$ 5 mi no mercado internacional e, quando analisadas todas as nações emergentes, o Brasil fica atrás apenas da China. Essa é uma das conclusões do estudo recém-lançado “Perspectivas para os mercados de alto crescimento” (High Growth Markets Outlook Survey, do original em inglês), produzido pela KPMG.

“A pesquisa apontou que o mercado brasileiro ainda está no topo da agenda dos empresários dos Estados Unidos, apesar de uma ligeira queda na intenção de investimentos das empresas norte-americanas no Brasil. Nessa edição do estudo, 22% dos respondentes afirmaram que pretendem investir no País, contra 27% no ano passado”, analisa o sócio da área de estratégia da KPMG no Brasil, Augusto Sales. “De qualquer maneira, precisamos destacar o potencial futuro do Brasil. Muitos investidores estão apostando em investir no longo prazo, o que deve manter o mercado brasileiro aquecido e o País como foco nos próximos anos”.
Quando olhamos as aplicações já realizadas, o Brasil também se mantém no topo. Na última edição do levantamento, 35% dos participantes afirmaram terem feito investimentos no Brasil contra 26% no ano anterior. Em ambos os casos, ele foi o segundo País dentre os emergentes a mais receber capital americano, ficando atrás, mais uma vez, da China.

A pesquisa mostrou também otimismo por parte dos executivos de negócios norte-americanos envolvidos no desenvolvimento de negócios e estratégia corporativa. Noventa por cento deles apontaram crescimento nas receitas de países de mercados de alto crescimento e emergentes (HGM) e esperam que elas continuem crescendo nos próximos meses. Este número representa um aumento de 13 pontos percentuais em relação à pesquisa realizada em 2013. O levantamento indicou ainda outro fator positivo: embora haja uma série de desafios associados à entrada em novos mercados, as empresas estão buscando se expandir globalmente.

“Grande parte do interesse dos americanos se dá pelo crescimento dos mercados emergentes e de alto crescimento que migraram para o topo da agenda corporativa. O que vimos é que as empresas estão investindo em países do bloco dos BRICs e buscando também alternativas como Nigéria, Quênia, Bangladesh, Myanmar, Mongólia, Irã, Iraque, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos”, aponta Sales.

Mercado de alto crescimento: estratégia e desenvolvimento

Oitenta e quatro por cento dos executivos afirmam que os países de mercados de alto crescimento são importantes para a estratégia e desenvolvimento da sua empresa – um aumento significativo de 37 pontos percentuais em relação à pesquisa da KPMG do ano passado. Além disso, 29% dos respondentes esperam que uma participação maior das suas receitas globais (US$ 31-50 milhões) seja proveniente desses países – um aumento de 17 pontos percentuais em relação aos resultados da pesquisa do ano anterior.

Sobre a pesquisa

A pesquisa foi feita com cem executivos de negócios norte-americanos envolvidos no desenvolvimento de negócios e estratégia corporativa. Com base na receita no exercício fiscal mais recente, 9% dos entrevistados trabalham em empresas com faturamento anual superior a US$ 10 bi; 48% com faturamento anual na faixa de US$ 1 bi a US$ 10 bi; e 43% com faturamento de US$ 100 mil a US$ 1 bi.

O estudo completo pode ser acessado no link http://www.kpmginfo.com/industryoutlooksurveys/2014/images/downloadsurveybutton1.png

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Estudo da IDC Brasil mostra recorde nas vendas de smartphones no terceiro trimestre de 2014

Vendas de celulares inteligentes ultrapassaram a marca de 15 milhões de unidades, com crescimento de 49% na comparação com o mesmo período do ano passado. Para o quarto trimestre, expectativa é que um novo recorde seja batido

O encolhimento da economia brasileira, as eleições, a Copa do Mundo no país, o escândalo da Petrobrás. Nada disso abala o mercado de smartphones no Brasil, que continua crescendo. É o que aponta o estudo IDC Mobile Phone Tracker Q3, realizado pela IDC Brasil, líder em inteligência de mercado, serviços de consultoria e conferências com as indústrias de Tecnologia da Informação e Telecomunicações. De acordo com o levantamento, foram vendidos 15.1 milhões de celulares inteligentes entre os meses de julho e setembro de 2014, o que significa um crescimento de 11% na comparação com o segundo trimestre e de 49% se comparado com o mesmo período do ano passado. No período também foram vendidos 4.7 milhões de feature phones.

“Novamente os resultados de vendas superaram nossas expectativas. Os smartphones não foram impactados pelos problemas que afetaram outros mercados e a tendência é que mais um recorde seja quebrado no próximo trimestre”, afirmou Leonardo Munin, analista de pesquisas da IDC Brasil. Segundo ele, alguns fatores têm contribuído para a popularização dos aparelhos. Entre eles, a oferta de dispositivos cada vez mais baratos. “No começo de 2011, o ticket médio dos aparelhos estava em R$ 900. No segundo trimestre deste ano caiu para R$ 700 e, entre julho e setembro de 2014, a média de preços ficou em R$ 590”, diz Munin. Para o analista, o comportamento das redes varejistas também influi nas vendas de smartphones. “O consumidor tem familiaridade com as grandes lojas, sente segurança para realizar o negócio e ainda conta com crédito fácil”.

Ainda sobre preços, o analista da IDC Brasil destaca que os aparelhos intermediários (de R$ 450 até R$ 900) ultrapassaram os de entrada (até R$ 400) e já representam metade do mercado brasileiro. Para Munin, o movimento é positivo e mostra que “o consumidor está entendendo melhor a questão do custo benefício e concluindo que o preço mais alto significa um aparelho também com mais qualidade e recursos”.

Além dos bons resultados no varejo, o smartphone tem tido uma parcela representativa no bolo de produtos de tecnologia. “Se juntarmos celulares inteligentes, tablets e PCs em uma mesma categoria vamos ultrapassar os 72 milhões de aparelhos vendidos, sendo 55 milhões apenas de smartphones, número que evidencia sua importância para o mercado de TI”, afirma Munin. Ele lembra que seis anos atrás, em 2008, a quantidade total de vendas foi de 15 milhões. Outra comparação trazida pelo analista refere-se ao aumento no número de fabricantes no mercado “Em apenas quatro anos, quase quadruplicou esse número – passou de 55, em 2010, para 194, em 2014”.

Sistema operacional
Dos aparelhos vendidos entre julho e setembro de 2014, 91% tinham o Android como sistema operacional. A novidade do período foi o Windows Phone, que ultrapassou o iOS depois de dois trimestres em segundo lugar, sinalizando que o ano deve encerrar com o Android em primeiro lugar em market share, com iOS e Windows Phone tecnicamente empatados.

Telas grandes invadem o mercado
A tendência das telas grande continua em alta. Em 2011, 93% do mercado era composto de aparelhos com tela abaixo de 4 polegadas e, em 2014, projeta-se que o mercado de smartphones termine o ano com mais de 63% de telas acima de 4 polegadas. Com relação aos phablets – dispositivos acima de 5 polegadas – a IDC acredita que até o final de 2016, 50% do mercado mundial seja composto por phablets. No Brasil, esse índice deverá ser atingido até 2018, sendo que, em 2013, os aparelhos com tela acima de 5 polegadas representavam cerca de 7% do mercado e neste ano já devem representar 15% do total de smartphones.

Novo recorde vem aí
Além de divulgar os resultados do estudo IDC Mobile Phone Tracker Q3 referente ao terceiro trimestre, a IDC Brasil antecipa dados apurados do quarto trimestre de 2014 e que apontam para a quebra de um recorde. “Outubro de 2014 foi o mês com o maior número de vendas de smartphones da história. Foram mais de sete milhões de aparelhos vendidos e, a título de comparação, apenas dois milhões a menos do que foi vendido em todo o ano de 2011. É impressionante”, afirma Munin, atribuindo parte desse movimento à Black Friday. “Segundo a e-bit, o smartphone foi o item mais procurado na Black Friday este ano. As receitas e pedidos no varejo online de celulares cresceram mais de 600% na comparação com 2013”. Para todo o ano de 2014, a IDC estima vendas de 55 milhões de celulares inteligentes.

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O que esperar no CES 2015 – A casa conectada

Segundo o Gartner Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento sobre tecnologia, a casa conectada é um dos temas mais quentes sendo discutidos hoje, e, com o CES 2015 ocorrendo no próximo mês em Las Vegas, inovações certamente estarão em cartaz.

Embora o progresso da criação de casas mais inteligentes e eficientes aumente a cada dia, conduzidas pelos dispositivos móveis interagindo com inúmeros objetos e dispositivos conectados, Hendrik Bartel, diretor de pesquisas do Gartner, diz que atualmente os dispositivos de casas conectadas apelam somente para um nicho do mercado de alta renda.

Dispositivos de casas conectadas incluem tanto dispositivos de automação quanto termostatos inteligentes e lâmpadas habilitadas para wi-fi, tanto dispositivos de monitoramento de casas quanto câmeras de segurança conectadas que transmitem para um dispositivo pessoal e tanto dispositivos de seguranças das casas quanto câmeras de segurança que conectam a uma estação central de monitoramento.

Para conferir o conteúdo na íntegra, acesse: http://www.gartner.com/newsroom/id/2946317

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Como alcançar resultados durante o ano

Chegar ao final do ano com o sentimento de missão cumprida é o desejo de muitas pessoas. Contudo, não são poucas as que renovam a promessa de realizar uma série de itens, mas a cada ciclo se deparam com a frustração de ver muitos daqueles propósitos só na teoria. A situação é mais comum do que se imagina. Afinal, quem nunca prometeu algo que acabou nunca sendo realizado?

Para evitar que esses desejos caiam no esquecimento a psicóloga e consultora da SBA Associados, Giovana Tensini de Aguiar, afirma que a palavra chave é planejamento. “Costumo dizer que somos mais executores que planejadores. Ou seja, realizamos aquilo que nos pedem ou que sabemos que devemos fazer, mas não planejamos e, aí, muita atividade importante acaba ficando de fora”, explica.

Giovana tem bastante experiência quando o assunto é planejamento. Ela possui mais de 20 anos de atuação em tecnologia do desenvolvimento do capital humano, além disso, é especialista em psicodrama, professora e atende diversas empresas como consultora. De acordo com a profissional, para quem deseja um ano de mais realizações, a dica é se perguntar: “Qual é o meu objetivo pessoal e profissional?”
Depois de refletir sobre o assunto, Giovana diz que é hora de anotar tudo. “Colocar os objetivos no papel parece desnecessário, mas é maneira mais fácil para fazer o planejamento e cumpri-lo”, aponta. A consultora também explica que é importante se lembrar das variáveis que influenciam esse cronograma, por isso ele não deve ser engessado.

Pensar em como executar os objetivos é outro item muito importante. “O que eu vou fazer para chegar onde eu quero?” é outra pergunta essencial. Por exemplo, quem visa fazer um intercâmbio, deve se preocupar em aprender um segundo idioma ou, quem deseja passar em um concurso público, deve se organizar para estudar algumas horas diariamente, seja em casa ou em um cursinho.

Feito isso, Giovana explica que é preciso definir datas para cada ação e acompanhar semanalmente o planejamento para que nada fique para trás. “Estabelecer prazos e acompanhar essas datas é muito importante para que os desejos se tornem realidade. Se algo não estiver saindo como o planejado é hora de rever o planejamento. Postergar ações não é a primeira opção. Isso deve ser feito somente se necessário”, aponta Giovana.

Dica

Para chegar ao final de 2015 se sentindo mais realizado, lembre-se, então, das três perguntas: Qual meu objetivo? Como vou fazer isso? Para quando quero isso pronto? Depois, não se esqueça de anotar tudo e, claro, cumprir os prazos.

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Mercado brasileiro de PCs registra queda de 25% no 3º trimestre de 2014

Estudo IDC Brazil PCs Tracker Q3 aponta que entre julho e setembro foram vendidos cerca de 2.6 milhões de notebooks e desktops, volume que faz o Brasil despencar para 7ª colocação entre os maiores vendedores de computador do mundo

Entre julho e setembro deste ano, o Brasil vendeu cerca de 2.6 milhões de PCs, resultado 25% menor se comparado com o mesmo período de 2013. Os dados fazem parte do IDC Brazil PCs Tracker Q3, realizado pela IDC Brasil, líder em inteligência de mercado e consultoria nas indústrias de tecnologia da informação, telecomunicações e mercados de consumo em massa de tecnologia. Segundo o estudo, 62% das vendas no terceiro trimestre de 2014 foram de notebooks (aproximadamente 1.6 milhão) – queda de 23% na comparação com o terceiro trimestre de 2013, e 38% foram de desktops (cerca de 974 mil) – queda de 28% na comparação com o terceiro trimestre de 2013. Os números estão de acordo com as projeções da IDC e, segundo a consultoria, levaram o Brasil para a 7ª colocação entre os maiores vendedores de PCs no mundo. No segundo trimestre do ano passado, o Brasil já havia passado do 4º para o 5º lugar, e, neste t erceiro trimestre foi ultrapassado por Reino Unido e Índia.

“Já esperávamos um terceiro trimestre ‘desafiador’, pois as eleições impactam diretamente o mercado de PCs, não só pelas compras do setor público mas também nos investimentos das empresas de uma forma geral”, afirma Pedro Hagge, analista de pesquisa da IDC Brasil. Outra questão que puxou as vendas para baixo, segundo o analista da IDC Brasil, foi a concorrência com outros produtos. “Antigamente, o PC era o único dispositivo que permitia o acesso à internet. Atualmente, o acesso está disponível em tablets e smartphones, que são produtos mais baratos”. Além disso, segundo Hagge, “os notebooks e desktops têm uma vida útil maior do que a de outros dispositivos, o que retarda o processo de troca”.

Para o 4º trimestre de 2014 a expectativa é que o volume de vendas cresça na comparação com o 3º trimestre, porém, ainda longe de ser um desempenho como o registrado em anos anteriores. “Neste período de Black Friday e Natal, vemos um movimento de fabricantes e varejistas focando em outros produtos, como tablets e smartphones”, diz o analista da IDC Brasil. Para 2015, a consultoria estima que o mercado apresente uma leve recuperação e cresça 1%. “2014 representa um divisor de águas para os PCs. O aumento é pequeno, mas sair desse cenário de queda já é algo importante, pois estamos com o mercado em declínio há três anos seguidos”.

A chegada dos ‘conversíveis’
Segundo o analista da IDC, uma tendência para os próximos anos que merece ser destacada é a de notebooks conversíveis. Apesar de poucas unidades vendidas neste 3º trimestre, a IDC Brasil acredita que até 2018 essa categoria representará 8% das vendas de notebooks.

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Audiência do e-commerce dispara na Black Friday e supera até redes sociais

O número de brasileiros que visitaram os sites de varejo durante a Black Friday mais que dobrou em relação aos dias anteriores, indica a pesquisa NetView, da Nielsen IBOPE. Na sexta-feira 28 de novembro, 10,6 milhões de pessoas navegaram em sites de varejistas a partir de computadores de casa ou do local de trabalho. O número foi 114% maior do que os 4,7 milhões verificados na sexta-feira anterior (dia 21). Na véspera da Black Friday, a audiência das lojas de varejo já era de 8 milhões de usuários únicos.

Além das lojas de varejo, outros tipos de sites de comércio eletrônico também cresceram. Os comparadores de preços chegaram a 4 milhões de visitantes únicos no dia da Black Friday, ou 239% mais do que o 1,2 milhão da sexta-feira da semana anterior. As páginas que oferecem cupons e compras coletivas atingiram 2,1 milhões de usuários únicos no dia 27, número 97% maior do que o da semana anterior. No consolidado de todas as subcategorias, o comércio eletrônico registrou 11,7 milhões de usuários únicos no dia da Black Friday.

A audiência diária dos sites brasileiros é uma novidade que está sendo apresentada ao mercado brasileiro pela empresa Nielsen IBOPE. A pesquisa NetView, da Nielsen IBOPE, desde o ano 2000, informa ao mercado a audiência mensal da internet no Brasil e, a partir de outubro de 2014, introduziu a consolidação dos dados diários de audiência da internet brasileira. A disponibilização da pesquisa com dados diários ainda está em formato beta, em testes e recebendo ajustes, e deverá ser disponibilizada aos clientes no início de 2015.

A audiência das lojas de varejo no dia da Black Friday chegou a superar o total de usuários dos sites de redes sociais. No dia 28 de novembro, os sites da subcategoria Redes Sociais/Comunidades foram visitados por 10,2 milhões de usuários únicos, ou 452 mil usuários a menos que os sites dos varejistas. A subcategoria Buscadores ficou em 10,6 milhões de usuários, que foi o mesmo patamar das lojas de varejo. Já os portais lideraram a audiência do dia 28, com 12,9 milhões de visitantes únicos.

No consolidado do mês de novembro de 2014, os sites da subcategoria Lojas de Varejo foram visitados em casa ou no trabalho por 41,4 milhões de pessoas, ou 16% mais do que os 35,5 milhões do mês anterior. A maioria das lojas de varejo registrou crescimento expressivo da audiência no mês, mas o maior aumento foi dos sites de e-commerce estrangeiro, principalmente os chineses. Esses sites que vendem produtos por importação chegaram a 21,5 milhões de usuários únicos no Brasil em novembro, o que significou um aumento de 33% sobre os 16,2 milhões de outubro.

O que mais se destacou em novembro foi a navegação em mais de um site para fazer comparação de preços. Em algumas lojas, mais de 70% dos visitantes também navegou nas páginas do concorrente. As páginas com celulares smartphones foram as mais procuradas em novembro, mas também se destacaram livros, eletrodomésticos, notebooks, televisores, roupas, calçados, móveis e decoração. Nos sites estrangeiros, a maior procura foi por roupas e relógios femininos.

Total da internet
O total de pessoas com acesso em casa ou no trabalho, que é atualizado trimestralmente, chegou a 101,5 milhões, um aumento de 11,7% sobre o número anterior. Já o total mensal de usuários ativos, que são os que efetivamente fizeram uso do computador com internet, atingiu 71,9 milhões em novembro, ou 11,2% mais que o número do mês de outubro.

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Outsourcing de impressão: vantagens para pequenas, médias e grandes empresas

Não é de hoje que o outsourcing de impressão é visto como uma solução para otimizar o trabalho das empresas de diferentes segmentos. O serviço, que tem evoluído ano a ano no Brasil, não se resume apenas à locação e instalação de equipamentos. De acordo com a OKI, uma das principais marcas de soluções de impressão do mundo, dentre os objetivos do outsourcing está, principalmente, o gerenciamento de impressões, visando controlar e reduzir gastos excessivos e desperdício. Isso é possível, por exemplo, por meio de uma análise do parque e instalação de equipamentos e softwares adequados, de acordo com o negócio da empresa contratante. Pesquisas apontam que tanto os gastos com impressão quanto os custos relacionados ao parque de impressão podem cair até 30% com a implementação do outsourcing.

Inicialmente desenhado para atender grandes empresas, hoje o serviço é indicado, também, para pequenas e médias corporações. “Toda empresa que entende que pode evitar desperdício, seja de materiais ou de tempo, pode optar pelo outsourcing”, afirma Marcelo Cerri, gerente de marketing da OKI. “Ao terceirizar a gestão e o controle de impressão, além do fornecimento do equipamento e suprimentos, manutenção preventiva e corretiva, atendimento técnico no local e softwares de gerenciamento e segurança, a área de TI das empresas ganha tempo para focar no que de fato interessa para o negócio, o seu core business”, completa.

Além de todos esses benefícios, um diferencial do outsourcing é oferecer serviços de maior valor agregado, como a instalação de equipamentos já planejados e compatíveis com as novas tecnologias de gestão documental. “É uma forma de se antecipar às necessidades do cliente, fornecendo equipamentos mais completos e com predisposição para softwares de captura, armazenamento, gerenciamento, distribuição e segurança das informações”, afirma Cerri.

Abaixo, o executivo enumera as principais vantagens do outsourcing e dá dicas de como escolher um bom prestador para esse serviço. Confira:

Vantagens:

– Controle, gerenciamento e redução de custos com sistemas de impressão
– Atendimento personalizado e conforme demanda
– Manutenção dos equipamentos e reposição de suprimentos originais
– Atualização tecnológica
– Redução de desperdícios
– Padronização e modernização do parque de impressão
– Agilidade e eficiência no parque de impressão
– Segurança no processo de impressão
– Desenvolvimento de soluções customizadas

O que observar na contratação:

– Alcance de atendimento do fornecedor
– Atendimento dos níveis de serviços (SLA) contratados
– Disponibilidade de suprimentos
– Controle de qualidade
– Desenvolvimento e atualizações frequentes das soluções oferecidas
– Centralização do atendimento

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17 milhões de consumidores devem ir às compras de última hora neste Natal, estima SPC Brasil

O jeitinho brasileiro de deixar tudo para a última hora deve prevalecer mais uma vez neste Natal. Se depender do consumidor, os corredores das lojas e dos shoppings vão ficar lotados nesse fim de ano. Um estudo realizado pelo SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) e pelo portal de educação financeira Meu Bolso Feliz em todas as capitais brasileiras estima que 17 milhões de consumidores vão deixar para comprar os presentes faltando uma semana para o Natal − no ano passado, este número era de 16,5 milhões de pessoas.

A pesquisa também mostra que apenas 5% dos entrevistados disseram que vão deixar de comprar o presente para aproveitar as liquidações de início de ano. Este percentual sobe para 13%, quando analisados apenas os consumidores com mais de 50 anos e cai para 0% entre os entrevistados de 25 e 34 anos.

Perfil do gasto

Neste ano, o gasto médio do presente de Natal aumentou de R$ 86,59 em 2013 para R$ 122,40 em 2014. Por outro lado, o número médio de presentes comprados deve permanecer estável: 4,3 presentes por consumidor. De acordo com o estudo, a pessoa mais presenteada neste Natal deve ser a mãe, com 56% das intenções, seguida pelos filhos, com 53% das intenções, e pelo cônjuge, com 52%. As roupas (77%), os calçados (50%) e os perfumes (45%) devem ser os presentes mais comprados e também os mais desejados pelo consumidor. Veja as listas completas aqui.

Comprar de última hora é um mau negócio

Na avaliação da economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, deixar as compras natalinas para a última hora não é uma boa opção para quem pretende gastar menos. “Se o consumidor deixa para comprar em cima da hora, acaba não tendo tempo para pesquisar preços e, consequentemente, desembolsa mais. Sem mencionar o risco dele não encontrar o produto desejado e ter que optar por um bem mais caro, comprometendo o orçamento”, explica Kawauti.

Os especialistas do SPC Brasil alertam para o que consumidor, movido pelo estresse e pela empolgação, não acabe fazendo compras sem necessidade. “Na pressa por garantir todos os itens da lista e para não deixar ninguém sem presente, o consumidor acaba dando menos importâncias aos detalhes e cede às compras impulsivas. Sem falar no estresse ocasionado pelas longas filas nos caixas e pela dificuldade para encontrar vaga nos estacionamentos”, adverte. O ideal, segundo a economista, é fazer uma lista de todos os presenteados e levar o dinheiro contado que se quer gastar. Dessa forma, não há perigo de exceder o valor previsto.

IPTU, IPVA e material escolar

A economista lembra que após os gastos com as festas de fim de ano, os consumidores são obrigados a arcar com o pagamento de compromissos sazonais de alguns tributos como IPVA, IPTU, seguro do carro e material escolar, o que juntos pressionam o orçamento doméstico.

“Uma dívida feita sem planejamento pode comprometer o orçamento de muitos meses. O efeito imediato das compras impulsivas e não planejadas realizadas no período natalino é a inadimplência, pois somente depois que as contas de início de ano chegarem é que o consumidor vai se dar conta de que o salário não será suficiente para cobrir a soma de todas as parcelas dos presentes comprados”, alerta a especialista.

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Compliance – auxílio no combate à corrupção

Por Samuel Suss

O índice de percepção da corrupção (Corruption Perception Index) indica que o Brasil ocupa a 69ª posição, atrás de países como Ruanda, Namíbia e Cabo Verde. Nenhuma surpresa, portanto, a escalada de escândalos de corrupção. Mas um elemento relativamente novo – ao menos no Brasil – passou a permear os episódios.

Recentes casos de corrupção envolvendo multinacionais vieram à tona graças à contribuição dos departamentos de compliance (área responsável pela conformação da empresa à legislação e à regulamentação, interna e externa, a que sua atividade está submetida) das próprias instituições envolvidas. Não se tratam, no entanto, de movimentos aleatórios, sem conexão. Ao contrário, revelam tendência mundial. Esses fatos – ligados à gradativa mudança de percepção do empresariado quanto à sua relação com o Estado – coloca em evidência à área de compliance – ainda pouco conhecida pelos brasileiros.

Historicamente, a corrupção se arraigou de forma endêmica na cultura nacional, assim como em outros países em desenvolvimento. As grandes multinacionais incorporaram a prática como algo próprio dessas economias, a ponto de jurisdições, até recentemente, admitirem a prática fora dos limites territoriais e permitirem a dedução de valores de suborno da base de cálculo para a apuração de impostos nos países de origem. A Alemanha, por exemplo, só afastou essa possibilidade em 1999.

Naquele ano, entrou em vigor a “Convenção sobre o Combate à Corrupção de Funcionários Públicos Estrangeiros em Transações Comerciais Internacionais”, promovida pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), iniciando um movimento internacional firme de combate à corrupção, independentemente de onde é praticada. A mudança não provocou, com a rapidez desejada, alteração da cultura de grande parte das multinacionais – ao menos nos países com prática corruptiva corriqueira.

Antes disso, desde 1977, a legislação norte-americana já previa punições para cidadãos e empresas por atos corruptivos cometidos em jurisdição estrangeira. Outros países, incluindo-se membros da União Europeia, não vinham incorporando dispositivos semelhantes, algo que vem mudando. Um exemplo é a Grã-Bretanha, que aprovou em 2010 o “Bribery Act”, lei que pune agentes por corrupção no exterior.
Nessa mesma esteira, veio a promulgação no Brasil da Lei 12.846/13 – a “Lei Anticorrupção” -, que incluiu a responsabilização civil e administrativa de pessoas jurídicas envolvidas em atos lesivos à administração pública e introduziu mecanismos de investigação, como o acordo de leniência (espécie de delação premiada) para companhias, eestendeu punições a quem pratica esses atos fora do território nacional.

Essa conjuntura, aliada à evolução do controle e do monitoramento financeiro, seconstitui como um dos principais elementos para aumento de revelações de casos de corrupção ao redor do globo, inclusive no Brasil. Mas o compliance não se resume a isso. A atividade econômica – seu amplo espectro legislativo e regulatório – deve ser alvo de monitoramento constante e orientação por departamentos e pessoas com experiência no setor, tornando-se um diferencial para as empresas que se movimentam nesse sentido. É também cada vez mais comum companhias levantarem informações sobre a estrutura de compliance de parceiros antes de firmarem compromissos e grande parte das instituições financeiras avaliam esse item nas suas avaliações de risco. Por outro lado, empresas e órgãos da administração pública ainda carecem dessa cultura. Apenas a título de exemplo, a Petrobras sinalizou apenas há poucos dias que pretende criar uma diretoria de compliance.

A evolução do universo jurídico nacional e internacional tem revelado que as empresas devem ter a conformação legal como parte indissociável de sua cultura e elemento indispensável na sua gestão de risco. Em um mundo mais competitivo, globalizado e conectado e em uma sociedade que exige cada vez mais a postura ética, qualquer descuido pode resultar em grandes prejuízos.

* Samuel Suss é advogado e Gestor de Riscos e Compliance.

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Em menos de um ano, Khan Academy conquista mais de 2 milhões de usuários no Brasil

No ar desde janeiro de 2014, a Khan Academy já é um sucesso no Brasil. Com mais de 2 milhões de usuários só na versão em português, o site já é referência em todo o país. Maior site gratuito do mundo para aprender matemática que, só no ano passado, foi usado por cerca de 50 milhões de estudantes pelo mundo. Foi traduzido e publicado em português por meio de uma parceria entre a Khan Academy e a Fundação Lemann. A Fundação Lemann, aliás, está com inscrições abertas para quem deseja implantar o site nas redes públicas em 2015.

No site, pessoas de todas as idades podem estudar desde a soma básica até temas complexos da matemática, como o cálculo, passando por álgebra e geometria. O destaque para os estudantes brasileiros foi a criação de uma área especial para os 20 temas que mais caem no Enem.

Pode ser usados livremente ou como um novo recurso dos professores nas salas de aula pelo Brasil. Na escola, “acredito que o sucesso da Khan deve-se ao fato de a plataforma se adaptar ao aluno, ou seja, cada estudante segue o seu ritmo aprendendo aquilo que ainda precisa praticar, sem que todos tenham que acompanhar a mesma tarefa juntos”, disse a gerente da Fundação Lemann, Flávia Goulart.

Processo seletivo para levar a Khan Academy para escolas públicas

Disponível para quem tiver o interesse em aprender matemática, a Khan Academy também pode ser acompanhada de perto na implantação nas escolas públicas. Isso porque a Fundação Lemann com o programa “Khan nas escolas” oferece apoio para implementação nas escolas, formação de professores para o uso da ferramenta e acompanhamento periódico dos profissionais capacitado.

Para aderir ao programa, as parcerias são firmadas com as redes municipais e estaduais de educação que demonstram interesse no projeto. Para participar do projeto é preciso também que as escolas tenham a infraestrutura mínima para usar a plataforma nas aulas de matemática: computadores para os alunos e conexão com a internet. Para as redes interessadas em se inscrever:
http://fundacaolemann.org.br/novidades/redes-publicas-de-ensino-podem-se-inscrever-para-projetos-em-2015

Atualmente, já são mais de 2,5 mil professores formados e 70 mil alunos de escolas públicas usando a ferramenta no Brasil, em 44 cidades nos estados da Bahia, Ceará, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.

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