Archive dezembro 2012

Tecnologia permite "conversa" de consumidores com Papai Noel pela internet

O que Papai Noel faria se precisasse atender todos que quisessem falar com ele sobre os presente de Natal? A memória dele seria capaz de armazenar as informações sobre todos os presentes e presenteados? Assim como o bom velhinho não conseguiria atender a todos os pedidos sem falhar ou se cansar, muitas empresas podem ter problemas com o excesso de demanda dos clientes. Uma solução inovadora de atendimento robotizado via chat simula a conversa de Papai Noel com qualquer pessoa que queira pedir um presente ou uma dica para presentear nas festas de fim de ano. A conversa, em tom bem humorado, serve para apresentar o Service Bot-3, chat sem atendente desenvolvido pela Tree Tools Informática.
A nova solução foi apresentada, recentemente, no Congresso Nacional das Relações Empresa-Cliente em São Paulo. O sistema robotizado garante redução de custos, padronização no atendimento e maior conhecimento do histórico do relacionamento do cliente com uma empresa. O diretor da Tree Tools Paulo Sérgio Cougo comemora o sucesso do lançamento da novidade: ” Nossa ferramenta garante um atendimento dentro de um padrão previamente estabelecido pelas empresas, sem o risco de sair desse roteiro definido ou de oferecer respostas imprecisas ou contraditórias”.
O ServiceBot-3 está preparado para atender os mais diversos segmentos. “Assim como na conversa com Papail Noel, o serviço de chat automatizado pode ser aplicado à realidade de qualquer empresa. Está disponível para áreas de serviços, indústrias, comércio e qualquer aplicação que demande um chat e tenha o interesse pelas vantagens de um atendimento facilitado por um robô”, acrescenta Paulo Sérgio Cougo.
Se você quer bater um papo com Papai Noel via chat sem atendente, aí vai o link:

http://www.servicebot.com.br/chat3natal/chat/chat.zul?context=2

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Consumidores brasileiros pagam os mais altos impostos de vendas e consumo

O Brasil impõe aos consumidores o segundo maior nível de impostos de vendas e consumo no mundo, de acordo com nova pesquisa de UHY, a rede internacional de contabilidade e consultoria, representada no País pela UHY Moreira-Auditores.
Os especialistas em tributação da UHY estudaram dados de 22 países* pertencentes a sua rede internacional, incluindo todos os membros do G8 e as economias em desenvolvimento (BRIC). De uma cesta representativa de bens e serviços, os impostos e taxas foram calculados a partir do preço total. E concluiu-se que o governo brasileiro toma 28,7% do valor total da cesta de bens, mediante impostos.

Diego Moreira, diretor executivo da UHY Moreira, e membro do Board de UHY International, diz: que “com os impostos de vendas e consumo bem acima da média, o Brasil continuará a notar a sobrecarga no movimento da economia do consumidor. Isso não vai ajudar o crescimento econômico brasileiro. A redução da taxa de impostos de vendas deveria ser uma aposta considerável”.
Eric Waidergorn, diretor de BPO (Business Process Outsourcing) e Consultoria de UHY Moreira, afirma que “o principal problema com impostos indiretos no Brasil é que eles afetam desproporcionalmente os contribuintes. Por exemplo, observa-se que contribuintes de renda baixa pagam a mesma taxa tributária sobre produtos ou serviços que os contribuintes de renda alta. Ou seja, os primeiros arcam com uma parcela muito maior de tributos sobre sua renda, no consumo, que os últimos”.

“Este fato é desfavorável com o poder aquisitivo e ascensão das classes mais baixas, que, por ser a maioria no Brasil, poderia movimentar mais a economia e incentivar o empreendedorismo. Para um desenvolvimento maior, o País deveria focar seus tributos sobre a renda e não sobre o consumo e produção”, ressalta Waidergorn.

Em média, os governos europeus são responsáveis por 15,5% do preço da cesta de bens e serviços. Isso se compara a uma média de 13,8% para todos os países; 12,3% nos países do G8; e 8,2% nos países da Ásia-Pacífico.

Para Diego Moreira, “o Brasil, a exemplo de muitas economias em desenvolvimento, depende muito mais de impostos sobre vendas do que em imposto de renda, em comparação com seus homólogos economicamente mais desenvolvidos. Impostos de renda mais baixos podem ter um efeito positivo sobre a produtividade, uma vez que incentiva às pessoas a trabalhar mais e aos empresários a gerar mais riqueza. No entanto, permanece a dúvida se estas elevadas taxas de consumo têm dificultado o crescimento de elementos de consumo da economia brasileira”.

“Os impostos diretos sobre as pessoas são muito baixos no Brasil, mas isso significa que a carga tributária cai pesadamente sobre as empresas e o consumo. Elevados impostos indiretos podem desanimar os gastos e colocar pressão sobre as margens dos negócios. Os impostos brasileiros indiretos são também altamente complicados, o que dificulta o entendimento por parte dos consumidores de como funciona o sistema fiscal. Esta complexidade também aumenta os custos de conformidade dos negócios, pois eles têm de contabilizar os diferentes impostos”, acrescenta Diego Moreira.

A conclusão do estudo da UHY de que os impostos de vendas e consumo brasileiros (sobre os itens da cesta de bens e serviços) estão rotineiramente entre os mais altos do mundo, se dá por conta do governo cobrar o mais alto nível de impostos sobre contas de energia elétrica (27% do preço corresponde a imposto, em comparação com uma média global de 13%); roupas infantis (27%, 11%), iPads (27 %, 11%), e refeições em restaurante (27%, 11%).

O Brasil também carrega o segundo maior nível de impostos sobre garrafas de vinho (44% do preço que é de imposto, em comparação com a média global de 23%), e o quarto nível mais alto de impostos sobre o pãozinho (16%, 6%).
A UHY alerta que níveis excessivos de impostos indiretos podem penalizar empresas que estejam lutando para competir em um mercado cada vez mais internacional.

“Os crescentes impostos sobre vendas e consumo colocam uma grande pressão sobre os resultados das empresas. A fim de competir em preço e manter clientes ativos, algumas empresas podem optar por absorver impostos sobre vendas, especialmente se são elevados significativamente ou repetidamente”, expõe Diego Moreira.

“Com o domínio crescente do comércio eletrônico, especialmente no varejo, muitas empresas vão perceber que os seus concorrentes estão agora baseados no exterior, em países com impostos sobre vendas mais baixos. Isso faz com que o ato de absorver aumentos de impostos nacionais seja ainda mais importante.”

O estudo da UHY revela que os sistemas fiscais de alguns países têm se esforçado para recuperar o atraso com a ascensão do comércio eletrônico. Por exemplo, em várias nações, incluindo Índia, Malásia, Israel, EUA e Itália, os impostos sobre vendas foram incidentes na versão física de CDs de música, mas não sobre as versões de MP3 dos mesmos álbuns.
“As novas tecnologias e a globalização têm causado muitos problemas para sistemas fiscais desajeitados e complexos. Os sistemas fiscais podem ser muito lentos a reagir à ascensão de novas formas de fazer negócios e podem deixar negócios tradicionais – como lojas físicas – em desvantagem”, adverte Moreira.

Europa sobrecarregada pelos elevados impostos diretos e indiretos
O estudo da UHY acrescenta que os governos europeus cobram alguns dos maiores impostos sobre vendas e renda no mundo.
“As economias europeias têm cambaleado ao longo dos últimos anos, mancando ao crescimento e caindo para trás em declínio. Lutando com enormes déficits orçamentários, os governos europeus têm aumentado impostos sobre renda e vendas. Isto tem desanimado severamente o gasto do consumidor que poderia apoiar uma recuperação mais forte”, aponta Diego.
Países como Reino Unido, Holanda e França aumentaram os impostos de vendas recentemente. O Reino Unido aumentou o Imposto sobre o Valor Agregado – IVA de 15% para 20%, foram duas mudanças em um período de apenas dois anos. E a França planeja novos aumentos em 2013.

No outro extremo da escala do Brasil, o governo da Malásia cobrou um dos níveis mais baixos de impostos indiretos no estudo, e só foi responsável por 3,9% do custo total da cesta.

Seri Sofia Irmawati, chefe do departamento de imposto de UHY Consultoria Fiscal, na Malásia, e membro da UHY, diz que “a Malásia opera uma variedade de impostos sobre o consumo, mas estes só são cobrados sobre, relativamente, poucos bens e são utilizados em produtos desaprovados, como bebidas alcoólicas ou cigarros, ou em taxas de importação sobre produtos caros. O baixo nível de impostos indiretos da Malásia é um impulso para a economia de consumo. Baixos impostos de consumo fornecem às empresas muita flexibilidade no preço e ajudam a manter bens acessíveis para a maioria dos consumidores”.

* Impostos podem variar entre estados em alguns países. Para os EUA, China, Austrália e Canadá, os impostos são específicos para Michigan, Pequim, Perth, e Toronto.

Que tal conversar com Papai Noel pela internet?

O que Papai Noel faria se precisasse atender todos que quisessem falar com ele sobre os presente de Natal? A memória dele seria capaz de armazenar as informações sobre todos os presentes e presenteados? Assim como o bom velhinho não conseguiria atender a todos os pedidos sem falhar ou se cansar, muitas empresas podem ter problemas com o excesso de demanda dos clientes. Uma solução inovadora de atendimento robotizado via chat simula a conversa de Papai Noel com qualquer pessoa que queira pedir um presente ou uma dica para presentear nas festas de fim de ano. A conversa, em tom bem humorado, serve para apresentar o Service Bot-3, chat sem atendente desenvolvido pela Tree Tools Informática.
A nova solução foi apresentada, recentemente, no Congresso Nacional das Relações Empresa-Cliente em São Paulo. O sistema robotizado garante redução de custos, padronização no atendimento e maior conhecimento do histórico do relacionamento do cliente com uma empresa. O diretor da Tree Tools Paulo Sérgio Cougo comemora o sucesso do lançamento da novidade: ” Nossa ferramenta garante um atendimento dentro de um padrão previamente estabelecido pelas empresas, sem o risco de sair desse roteiro definido ou de oferecer respostas imprecisas ou contraditórias”.
O ServiceBot-3 está preparado para atender os mais diversos segmentos. “Assim como na conversa com Papail Noel, o serviço de chat automatizado pode ser aplicado à realidade de qualquer empresa. Está disponível para áreas de serviços, indústrias, comércio e qualquer aplicação que demande um chat e tenha o interesse pelas vantagens de um atendimento facilitado por um robô”, acrescenta Paulo Sérgio Cougo.
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Tecpar dará suporte para produção de veículo elétrico 100% nacional

Uma empresa que planeja instalar uma planta piloto em Curitiba para fabricação de carro elétrico com 100% de tecnologia nacional terá o suporte do Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) para o desenvolvimento de seu negócio. A empresa chamada VEZ – Veículo de Emissão Zero – foi aprovada em banca e teve o contrato já assinado para ingressar no processo de incubação da incubadora Tecnológica de Curitiba (Intec), do Tecpar.
A incubação será na modalidade não-residente, ou seja, a empresa não ficará instalada dentro da Intec porém receberá o mesmo suporte que obtém as empresas residentes. Orientação empresarial e jurídica, apoio operacional, acesso aos laboratórios, serviços de informação tecnológica, consultorias técnicas e treinamentos são algumas das vantagens.
O contrato de incubação foi assinado na última semana pelo diretor-presidente do Tecpar Júlio C. Felix e pelo representante da empresa Tony Saad. Felix disse que é uma satisfação para o Tecpar poder contribuir com o desenvolvimento de um veículo elétrico nacional. “Estamos satisfeitos e imbuídos em colaborar com o sucesso do negócio. Temos uma oportunidade muito boa de dar um exemplo para a sociedade paranaense e brasileira. Cabe a nós agora o esforço de traduzir isso em resultado, que significa a empresa operando no mercado com sucesso”, afirmou. Veja mais no site do Tecpar. E veja também reportagem em vídeo sobre o projeto do carro elétrico nacional.

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Estatais do setor elétrico estavam cientes sobre fim das concessões, reforça Skaf em entrevista

Em encontro com jornalistas, presidente da Fiesp e do Ciesp lê trechos de relatório anual de 2011 da Cemig em que a estatal alerta seus públicos de interesse sobre a possibilidade de fim das concessões

Não é verdadeiro o argumento de que o mercado foi surpreendido com o fim das concessões das empresas de energia elétrica que vencem a partir do ano de 2015, afirmou, na tarde desta terça-feira (18/12), o presidente da Federação e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp), Paulo Skaf, em entrevista coletiva na qual fez um balanço do ano de 2012.
“Os contratos vencem em 2015 e quem não quis fazer a adesão [ao plano do governo conforme prevê a Medida Provisória 579], vai ter leilão. Todo mundo sabia desde 1995 que ia haver leilão. Não houve quebra de contrato”, disse Skaf.

Skaf fez questão de ler trechos do relatório anual de 2011 da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), uma das empresas que se recusaram a aderir parcial ou totalmente ao plano do governo federal para reduzir, em média, em torno de 20% o preço da conta de luz.

“Sob o ponto de vista econômico, o risco mais significativo decorre do encerramento das concessões da Cemig, dada a ausência de precedentes de longa data explicitando como o governo federal pretende exercer seu poder discricionário – interpretar e aplicar a lei das concessões. A Cemig não tem como garantir que novas concessões serão mantidas ou que as atuais serão renovadas em termos tão favoráveis quantos aqueles atualmente em vigor, o que poderá afetar adversamente seus negócios, resultados operacionais e situação financeira”, informa trecho da página 22 do relatório 2012 da Cemig .
“Isso é relatório público. Que surpresa? Tem data para vencer [a concessão]”, exclamou Skaf.
“Nós ficamos dois anos cobrando providência ao governo. Que providência cabia ao governo? Chamar leilões ou chamar essas companhias com o objetivo de redução de um preço injusto que está sendo cobrado. Nós geramos energia elétrica no Brasil ao menor custo do mundo e temos o terceiro, quarto preço mais caro do mundo. Eu diria ainda que o governo deu opção. Poderia não ter dado opção nenhuma. Poderia dizer que vai ter leilão e acabou”.

“Isso é um direito da União. Ela que concede”, lembrou Skaf. “Só eles que achavam que a concessão era hereditária, era uma concessão eterna”.

Votação no Congresso
Skaf disse que a esperança de que esta semana a votação da Medida Provisória avance na Câmara e no Congresso Nacional. “Vamos trabalhar fortemente para a aprovação”, informando que estará nesta quarta-feira (20/12) em Brasília (DF) para acompanhar a questão.

O presidente da Fiesp e Ciesp destacou que o atendimento ao pleito da Fiesp, pelo governo, foi a principal conquista da entidade em 2012 e que na campanha por uma energia a preço justo” as entidades mostraram que têm independência e que defende o que interessa à sociedade e ao Brasil.

“Durante dois anos nós pressionamos o governo. Fizemos campanha cobrado o governo. Entramos com uma representação no TCU contra o ministro de Minas e Energia e contra o presidente da Aneel. Fomos em audiências públicas e pressionamos os representantes da geração, transmissão e distribuição porque as desculpas eram mais deslavadas”, relatou Skaf.
O líder das entidades recordou que argumentos contrários foram caindo até que a presidente Dilma Rousseff anunciou a tarifa de energia com percentual próximo ao reivindicado pela Fiesp e Ciesp. “A nossa postura imediata foi de apoio total ao governo. Passamos a defender a posição do governo.”

Posição do governo de São Paulo
Skaf lamentou a posição do governo do Estado de São Paulo depois da recusa da Companhia Energética de São Paulo (Cesp), que não aderiu ao plano de redução da conta de luz mediante antecipação das renovações de concessão.
“Em São Paulo você tem 22% da população do Brasil. São Paulo tem uma concentração industrial e comercial. Tem 42% da produção industrial. Deveria dar exemplo para o resto do Brasil.”

“Sinto que o governo [estadual] mostrou uma preocupação maior com uma estatal que está cobrando um preço injusto que com a população de São Paulo e do Brasil”.

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Os desafios do Brasil em 2013 – por Edson Campagnolo

Chegamos ao fim de 2012 com um cenário ainda nebuloso para a indústria brasileira. Ao longo do ano, o governo federal adotou uma série de medidas para estimular a produção, mas ainda não foi possível medir o resultado efetivo de algumas delas.
A produção industrial brasileira em 2012, medida pelo IBGE, deve ser menor do que a do ano passado. A exemplo dos últimos 10 anos, a indústria paranaense continua com indicadores melhores do que a média nacional. Devemos fechar o ano em crescimento, com nossas vendas industriais alcançando o nível mais elevado da história. Mesmo assim, os últimos meses já nos deram preocupantes sinais de desaceleração em nosso ritmo de expansão.
As iniciativas lançadas pelo governo mostram que ele está atento e preocupado com o desempenho do setor industrial e o baixo crescimento de nossa economia. A desoneração da folha de pagamentos para vários setores, a redução de impostos para alguns produtos e os investimentos anunciados em infraestrutura, entre outros, são importantes para estimular o setor produtivo neste momento, que ainda é de crise internacional.
Mas elas não são suficientes. Em 2013, é preciso ser mais ousado. O governo tem um cenário favorável para colocar em pauta as mudanças estruturantes que garantam crescimento sustentado do País em longo prazo. Por ser um ano sem eleições – que sempre desviam o foco de nossa classe política em relação a temas relevantes –, é um bom momento para que sejam discutidas as reformas Política, Tributária e Fiscal, Previdenciária e Trabalhista.
O próximo ano será propício também para propormos mudanças em nossos municípios. Com novos mandatos iniciando nas prefeituras e nos legislativos municipais, temos a oportunidade de rediscutir os rumos de nossas cidades, para que se crie um ambiente favorável ao pleno desenvolvimento socioeconômico.
Para que tudo isso aconteça, é preciso um grande esforço conjunto de toda a sociedade. Nós, da Fiep, acreditamos firmemente que alianças geram resultados. Em 2013, queremos reforçar ainda mais nossas alianças e esperamos que cada um, dentro de sua responsabilidade, faça o mesmo para a construção de um Brasil mais justo.
Apesar de algumas incertezas, não devemos nunca deixar de lado a esperança em dias melhores. Esperança que, nesta época de fim de ano, é sempre renovada. Ainda mais quando nos revestimos do verdadeiro espírito do Natal: relembrar os ensinamentos do principal homenageado dessa festa, que nos dão força e sabedoria para enfrentar nossos desafios e buscar um mundo melhor. Que 2013 seja repleto de conquistas e realizações!

Edson Campagnolo
Presidente da Federação das Indústrias do Paraná

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Fiesp está otimista para 2013, diz Skaf. ‘No ano que vem a palavra será reindustrialização’

Os resultados do ano de 2012 não foram satisfatórios para a indústria e para a economia brasileira, mas a expectativa para o ano de 2013 é positiva assim que surtir efeitos uma série de medidas conduzidas pelo governo federal – entre elas, o corte na taxa de juros, a redução nas tarifas de energia, o câmbio em patamares mais equilbrados e o fim da Guerra dos Portos.

A avaliação é do presidente da Federação e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp), Paulo Skaf no início da tarde desta terça-feira (18/12), em entrevista coletiva convocada para um balanço do ano de 2012 . “No ano que vem, a palavra vai ser reindustrialização. Esses fatores vão provocar a reindustrialização do Brasil”, disse Skaf. Acompanhe a reportagem completa no site da Fiesp.

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Financiamentos favorecerão compras de móveis em 2013

O ano de 2013 promete ser muito positivo para a indústria e para o varejo de móveis e colchões. O setor experimentará incremento superior a 2012, ano que se despede com o crescimento mais tímido desde 2009.

Para o ano que vem, a produção deverá crescer 5,5% em volume, o que representa 8% em valores nominais. O varejo também apresentará bons índices, com alta de 6,8% em volume e 9,7% em valores nominais. Os números fazem parte do estudo “Projeções de Mercado”, elaborado pelo IEMI Inteligência de Mercado.

A extensão do benefício do programa Minha Casa, Minha Vida, do governo federal, para a aquisição de móveis já começou a influenciar as vendas neste ano, assim como outras linhas de financiamento oferecidas pelos bancos.
Essa é uma excelente notícia ao se considerar que a maior parte da produção é voltada ao consumo interno e que o setor não sofre forte concorrência de importados.

“Hoje temos muitas alternativas no varejo para estimular o consumo e a produção nacional de móveis e colchões”, comenta Marcelo Prado, diretor do IEMI Inteligência de Mercado.

A redução do IPI para a compra de móveis, ocorrida em 2012, não conseguiu favorecer a aquisição de mobiliário, na mesma medida em que fomentou o consumo de outros bens duráveis. Isso porque o varejo e o consumidor voltaram a sua atenção muito mais aos produtos da linha branca, eletrônicos e automóveis, que por contar com marcas fortes e um grande esforço de comunicação por parte dos fabricantes, conseguiram capitalizar muito mais o benefício oferecido pelo governo aos seus produtos.

O crescimento previsto para a produção e vendas de móveis em 2013 também pode ser em parte explicado pela demanda reprimida formada junto aos consumidores brasileiros, que investiram muito em outros bens duráveis e adiaram a compra de móveis, independente do benefício gerado pela redução do IPI.

No cenário internacional, ainda não se vê uma recuperação rápida das exportações, ainda mais porque as crises econômicas da União Europeia e dos Estados Unidos atingiram fortemente o mercado imobiliário, que está diretamente relacionado ao moveleiro.

O mercado que tem apresentado maior potencial para as exportações brasileiras é o da América do Sul, devido à competitividade brasileira nos móveis fabricados em madeira, apesar de que este destino seja menos afeito aos móveis da linha alta.

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CINQ Technologies ganha novamente prêmio do GPTW

A CINQ Technologies foi eleita a 15ª Melhor Empresa para se Trabalhar no Paraná e a 1ª no quesito Melhor Escolaridade do estado, de acordo com o Instituto Great Place to Work. O prêmio, divulgado na quarta-feira (12), reúne as 20 empresas com os melhores ambientes corporativos. O grande diferencial da pesquisa do GPTW é que ela escuta os próprios funcionários, além de avaliar as práticas de cada companhia.

Esta já é a terceira vez que a CINQ alcança um lugar em uma pesquisa do GPTW. Em 2011 e em 2012 a CINQ apareceu entre as Melhores Empresas Para Se Trabalhar em TI/Telecom e agora conquista um espaço entre as melhores empresas paranaenses. Para Barbara Ritzmann, Coordenadora de Gestão da CINQ, o prêmio é um reflexo da preocupação com o bem-estar dos colaboradores e o reconhecimento mostra que as diversas ações empreendidas dão um resultado cada vez mais satisfatório. Além disso, ela também acredita que uma equipe motivada gera melhorias até nos serviços oferecidos aos clientes. “Um dos principais benefícios do prêmio é motivar o time. Mais do que um foco em metas e resultados, o nosso foco é em pessoas. Trabalhamos para oferecer um bom ambiente aos nossos colaboradores.”, explica Barbara.

O Instituto Great Place to Work é uma consultoria especializada, que atua em mais de 45 países. Suas pesquisas são realizadas com mais de 10 milhões de colaboradores dos seis continentes, formando assim o mais respeitado estudo em ambientes de trabalho.

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Dicas para efetuar uma compra online segura

Faltando menos de um mês para o Natal, os brasileiros estão em plena jornada de compras. Para fugir das filas, lojas lotadas e do risco de não encontrar o produto esperado, a cada ano que passa é maior o número de consumidores que optam pela comodidade das compras online. Um levantamento da e-bit, empresa especializada em informações de comércio eletrônico, aponta que este ano o varejo online brasileiro deve faturar cerca de R$3,25 bilhões só no período do Natal, um crescimento de 25% em relação a 2011. Na ansiedade de fechar uma boa compra, porém, muitos internautas acabam se esquecendo de um item essencial para a garantia de um bom negócio: a segurança.

Para evitar futuras dores de cabeça, dicas básicas ajudam a garantir uma compra online segura. “Hoje, é preciso ter cuidado não somente com o ambiente virtual, mas com o próprio meio pelo qual a compra está sendo realizada. Em um mundo onde cada vez mais a mobilidade é realidade, a tendência é que haja um aumento nas compras realizadas também por meio de smartphones e tablets, e esses dispositivos também devem estar seguros”, afirma Patrick Faria, especialista da empresa de Segurança da Informação Módulo.

Algumas dicas vão além do aspecto tecnológico, como desconfiar de promoções muito tentadoras e ler todas as informações da oferta anunciada. Para compras na internet, o especialista ressalta que, seguindo apenas algumas dicas básicas, listadas abaixo, já é possível diminuir consideravelmente a chance de cair em uma armadilha virtual.

Dicas ao consumidor:

1) Delete e-mails que chegam para você com propagandas não solicitadas, de modo a evitar alguma possível contaminação da sua máquina por vírus.

2) Escolha lojas que você conheça e apresentem o mesmo nível de qualidade nos ambientes físico e virtual.

3) Ao entrar no site, verifique se todos os links funcionam corretamente. Muitos fraudadores lançam mão de cópias de páginas reais e nestas páginas clonadas a maior parte dos links não funciona.

4) Verifique se existe um cadeado no rodapé da página. Clique nesse cadeado para verificar a existência de um certificado digital válido, que indica que a empresa onde você está fazendo a compra segue os preceitos legais da internet no Brasil para compras online.

5) Certifique-se de que está trabalhando em um ambiente seguro sempre que for inserir informações do seu cartão de crédito ou dados pessoais, como CPF. Empresas de certificação digital possuem bandeiras disponíveis em links na página da compra. Clique nesses links para verificar se estão abrindo corretamente. Assim, é possível ter mais garantia de que as informações que você disponibilizou serão protegidas e não serão utilizadas por outras pessoas.

6) Garanta a segurança do seu dispositivo móvel. Instale somente aplicativos confiáveis, preferencialmente de lojas oficiais, habilite a função Bluetooth somente durante o período em que for utilizado e não modifique o sistema, evitando procedimentos de desbloqueio não oficiais, como o “Jail Break” do iPhone e versões modificadas de “firmware” (sistema operacional do smartphone ou tablet). Além de causarem a perda da garantia, essas alterações podem incluir vírus ou programas que permitam o controle remoto do seu aparelho, como – roubo de informações da lista de contatos, envio das coordenadas geográficas do dispositivo e envio de fotos tiradas naquele dispositivo.

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Organics Brazil fecha 2012 com mais de US$ 129 milhões em exportação

O projeto Organics Brazil, coordenado nacionalmente pelo IPD – Instituto de Promoção do Desenvolvimento, encerra o ano de 2012 com US$ 129,5 milhões em negócios de exportação para os próximos 12 meses, informa seu coordenador-executivo, Ming Liu. “Foi um resultado acima de nossas expectativas para um mercado que ainda ressente da retração da economia, principalmente na Europa”, diz. O segmento de orgânicos, entretanto, continua em alta: em 2012, o Organics Brazil aumentou as exportações do grupo de 74 empresas na ordem de 50% em relação ao ano passado. “Foi um grande resultado impulsionado pelas exportações de açúcar, pois continuamos sendo o maior exportador de açúcar orgânico do mundo com cerca de 250 mil toneladas/ano”, diz Ming Liu. “Em 2013, como tendência mundial, apostamos no crescimento do setor de ingredientes funcionais, probióticos e suplementos alimentares”, complementa Liu.

O diretor-presidente do IPD, Sandro Vieira, ressalta a importância do instituto continuar apoiando o Organics Brazil em 2013: “O Brasil reúne todas as condições para se estabelecer como um dos maiores produtores de orgânicos do mundo e o IPD continuará dando suporte a esta iniciativa. Queremos aumentar o número de associados e ampliar a geração de negócios das empresas brasileiras no exterior”, afirma.

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Cresce número de jovens que não estudam nem trabalham, diz Ipea

De 2000 a 2010, aumentou em 708 mil o número de jovens entre 15 e 29 anos que não estudavam, não trabalhavam, nem procuravam ocupação (“Nem, Nem”). Este dado está uma das notas técnicas do boletim Mercado de Trabalho nº 53, lançado nesta terça-feira, 4, pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

Produzido pelas técnicas do Instituto Ana Amélia Camarano e Solange Kanso, o estudo verificou que 8,1 milhões de jovens estavam nesta condição em 2000 (16,9% da população jovem), atingindo 8,8 milhões em 2010.

Este fenômeno teve comportamento diferenciado por sexo. Enquanto o contingente masculino aumentou em 1,1 milhões de pessoas, o de mulheres diminuiu em 398 mil. Do total de homens jovens, 11,2% encontravam-se na condição de não estudar e não trabalhar em 2010. Entre as mulheres, a proporção foi mais elevada, 23,2%.

A redução no número de mulheres jovens que não estudavam nem trabalhavam foi decorrente de um maior tempo passado na escola pelas mais jovens e de uma participação maior nas atividades econômicas pelas mais velhas. Do total que não estudavam e não participavam do mercado de trabalho, 67,5% eram mulheres, embora esta fatia venha decrescendo desde os anos 1980.

Baixa escolaridade
Se, por um lado, aumentou a quantidade de pessoas na categoria “Nem, Nem”, por outro diminuiu o número de jovens que estudavam e trabalhavam – participavam da População Economicamente Ativa (PEA). Essa redução ocorreu principalmente entre os homens da faixa etária de 15 a 19 anos.

Em 2011, tanto homens quanto mulheres que não estudavam nem trabalhavam apresentavam baixa escolaridade. Os homens tinham em média sete anos e as mulheres, oito. Os jovens que não estudavam nem trabalhavam estavam inseridos em famílias cujo rendimento médio domiciliar per capita era o menor dentre as famílias analisadas.

“É necessário políticas públicas que contribuam para uma inserção adequada desses jovens, seja na escola ou no mercado de trabalho”, conclui Ana Amélia Camarano.

Leia o boletim “Mercado de Trabalho nº 53” em www.ipea.gov.br

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