Brasil comercializa aproximadamente 4 milhões de computadores no primeiro trimestre deste ano, revela estudo da IDC

O mercado brasileiro de PCs continua aquecido. Apenas no primeiro trimestre de 2012 foram vendidos aproximadamente 4 milhões de computadores no país, segundo dados do estudo Brazil Quarterly PC Tracker, realizado pela IDC Brasil, líder em inteligência de mercado, consultoria e eventos para as indústrias de Tecnologia da Informação e Telecomunicações. O número é 4% maior do que o apresentado no mesmo período de 2011, quando foram comercializados 3,6 milhões de equipamentos.

“Nosso país se consolidou na terceira posição do ranking mundial em termos de consumo e concentra quase 50% do total de vendas de computadores na América Latina. A expectativa é de que neste ano o mercado brasileiro cresça 13% em relação ao ano de 2011, quando atingimos a marca de 15,4 milhões de computadores”, conta Camila Santos, analista senior do mercado de computadores da IDC Brasil.

Do total de máquinas vendidas no primeiro trimestre de 2012, 54% são notebooks e netbooks e 46% são desktops. Ainda de acordo com o estudo da IDC, 67% foram destinadas ao segmento doméstico, 27% para segmento corporativo e 6% para Governo e educação. “Como observado em outros trimestres, os desktops vêm sofrendo quedas, porém ainda têm bastante representatividade no mercado corporativo, que possui uma grande base instalada de PCs. Já os portáteis continuam crescendo e concentraram grande volume nesse primeiro trimestre”, completa a analista da IDC Brasil.

O primeiro trimestre de 2012 demonstrou recuo de 9% em vendas quando comparado ao trimestre anterior. Tal movimento foi ocasionado, principalmente por conta das flutuações das taxas do dólar, que levaram grandes empresas ao conservadorismo; dos impactos causados pela diminuição de fornecimento de HDDs; e do período do ano ser tradicionalmente mais fraco em vendas. Porém, a previsão é de que até o meio do segundo semestre essa cadeia esteja totalmente recuperada.
Em relação aos ultrabooks, a IDC acredita que ainda se trata de um mercado imaturo, mas que em médio ou longo prazo pode vir a ganhar participação se os preços aplicados forem ao encontro da disposição de compra e necessidade dos usuários finais.
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