Archive abril 2012

Falta de patrocínio vira “pedra no caminho” de homenagem a Carlos Drummond de Andrade em Curitiba.

Nos 110 anos do nascimento de Carlos Drummond de Andrade, é preparada uma série de homenagens ao escritor que influenciou toda a cultura brasileira. Uma das principais peças do tributo a Drummond é a exposição Claro Enigma, nome de uma grande obra do poeta. O Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba, deve ser o primeiro a mostrar a homenagem, prevista para ser exibida também em outras grandes cidades do Brasil e até do exterior.
Os empresários curitibanos Charles Stempniak, Mauro Lara e Consuelo Cornelsen estão encarregados de fazer com que os recursos mais modernos da tecnologia melhorem a experiência de quem visitar a exposição. Eles trabalham com realidade aumentada, que permite ao público interagir com nove cubos que vão mostrar as obras e a contribuição de Drummond para a cultura do Brasil. Com um tablet apontado para cada cubo, as pessoas vão poder ouvir a voz do poeta ao recitar e compartilhar a experiência com amigos em mídias sociais. A telepresença é outro recurso tecnológico em destaque na exposição e vai permitir que pessoas distantes, em outras cidades, possam acompanhá-la por vídeo com imagens geradas , por exemplo, pelo tablet de um dos visitantes do museu.
Mauro Lara conta que “a repercussão no meio artístico tem sido muito grande, com nomes importantes do país interessados em participar do projeto”. Charles salienta que “os recursos de interatividade vão permitir a adaptação da obra de Carlos Drummond de Andrade ao modo que o público jovem, principalmente, consome cultura”.
Mas enquanto, Brasil afora, todos aplaudem a iniciativa, em Curitiba os três empresários sofrem com a falta de apoio e patrocínio. A exposição corre o risco de não acontecer na capital do Paraná por não contar com recursos do poder público e de empresas locais. Fica o alerta, ao estilo de Drummond: a festa de “ E agora, José ?” e outras grandes obras corre o risco de acabar antes mesmo de começar se não surgirem recursos para remover essa pedra do caminho.

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Supermercadista mantém otimismo na economia

Os supermercadistas do Estado de São Paulo continuam otimistas e confiantes em relação aos rumos da economia brasileira. É o que apontou a Pesquisa de Confiança dos Supermercados, da Associação Paulista de Supermercados – PCS/APAS realizada em março. Segundo o levantamento, 42% dos empresários ouvidos estão confiantes com o ambiente econômico atual e futuro.

O percentual de otimistas se manteve estável em relação ao levantamento realizado em fevereiro. Trata-se do segundo melhor desempenho registrado desde que a pesquisa foi iniciada, em junho do ano passado. Em primeiro lugar ainda está o resultado de janeiro, quando o índice de confiança chegou a 45%. Já em relação aos pessimistas houve queda de 43% em fevereiro para 20% em março.

Expectativas – A confiança se mantém em relação ao futuro. O otimismo chega a 32,9% entre os supermercadistas consultados quando a referência é o momento atual. Já na expectativa futura, o índice chega a 50,4%.

Quando a análise considera o pessimismo, o resultado mostra queda expressiva: houve redução de 46% para 25,5% de pessimistas em relação à economia brasileira no presente. Apenas 13,9% estão pessimistas em relação ao futuro.

A retomada da atividade econômica é um dos motivos do bom humor do varejista de São Paulo: 48% dos entrevistados apontaram que estão otimistas com relação desempenho do Produto Interno Bruto (PIB) no presente, enquanto em fevereiro este percentual era de 32%, e 70% estão otimistas com relação ao PIB no futuro, contra 41% no mês passado.

A taxa de juros é outro ponto que chama a atenção no levantamento feito pela APAS: 52% dos entrevistados estão otimistas com relação ao processo de queda da selic. No mês passado o índice era de 18%.

“A conjunção de fatores atrelados ao comportamento da taxa de juros e da economia em geral que impacta diretamente no desempenho das vendas nos supermercados tende a ditar a confiança do setor supermercadista ao longo de 2012”, analisa o presidente da APAS João Galassi.

Fonte: Apas

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Caixa reduz juros do crédito imobiliário em até 21%

Novas taxas serão praticadas a partir do Feirão da Casa Própria deste ano

A Caixa Econômica Federal reduziu as taxas de juros do financiamento imobiliário para todos os clientes, dentro do Programa CAIXA Melhor Crédito. A redução pode chegar a até 21%, sobre a taxa de juro efetiva, nas condições do Sistema Financeiro de Habitação (SFH). As novas taxas valerão para os novos financiamentos, contratados a partir do início do 8º Feirão.

As taxas caem para todos os clientes, independentemente do relacionamento, e caem ainda mais para aqueles que optarem por ser clientes da CAIXA.

Para imóveis de até R$ 500 mil, dentro do SFH, os juros passam de 10% a. a. para 9% a. a. para todos os clientes. Com relacionamento e conta salário a taxa cai ainda mais, para 7,9% a.a.

Todo cliente, independentemente de relacionamento com o banco, em um financiamento de R$ 200 mil reais, por exemplo, economizará cerca de R$ 1800 na prestação no primeiro ano, e um total de mais de R$ 18 mil em um contrato de 20 anos, por exemplo.

Se o cliente for financiar o imóvel de até R$ 170 mil, nas regras do FGTS, e possuir relacionamento e conta salário na CAIXA, a taxa máxima cai dos atuais 8,4% a.a. para 7,9% a.a. E cairá para 7,4% a.a. se o cliente for também cotista do FGTS, inclusive para os financiamentos enquadrados no Programa Minha Casa Minha Vida (PMCMV), na faixa de renda acima de R$ 3.100.

A economia para um financiamento de R$ 100 mil, por exemplo, dentro das regras do FGTS, será de R$ 450 no primeiro ano e de cerca de R$ 7 mil, em 30 anos.

Para imóveis fora do SFH (valor superior a R$ 500 mil), as taxas também caem, de 11% a.a. para 10% a.a. para todos os clientes. Com relacionamento e conta salário, o juro cai ainda mais, para 9% a.a.

Em um financiamento de R$ 600 mil, feito fora do SFH, o cliente economizará em 20 anos, mais de R$ 5.600 no primeiro ano e mais de R$ 54 mil no total.

Para o vice-presidente de Governo e Habitação da CAIXA, José Urbano Duarte, “o lançamento do Programa Caixa Melhor Crédito e a considerável redução da taxa de juros nos produtos comerciais, geraram forte expectativa do mercado sobre novas taxas também no crédito imobiliário, que não poderia ficar à margem. A redução veio e permitirá que as famílias comprem imóveis ainda melhores e em condições mais vantajosas”, analisou.

As novas condições para financiamento habitacional vigorarão em todas as agências também para os contratos celebrados a partir do dia 4 de maio de 2012, data de abertura do 8º Feirão da CAIXA.

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Atividade econômica estagnou em fevereiro, revela Serasa Experian

A economia brasileira estagnou em fevereiro de 2012. O Indicador Serasa Experian de Atividade Econômica (PIB Mensal) registrou crescimento nulo no segundo mês do ano, já efetuados os devidos ajustes sazonais. Na comparação com o mesmo mês do ano passado, houve crescimento de 2,1% da atividade econômica, menor que o crescimento de 2,8% observado na comparação interanual entre janeiro/12 e janeiro/11. No acumulado do primeiro bimestre do ano, o crescimento face ao mesmo período de 2011 foi de 2,3%.

A atividade econômica somente não se retraiu em fevereiro/12 graças ao desempenho do setor externo: as exportações de bens e serviços cresceram 3,7% no segundo mês do ano, recuperando-se parcialmente do recuo de 7,6% observados em janeiro/12; e as importações caíram 5,1% no segundo mês do ano. Também no campo positivo tivemos um ligeiro aumento de 0,1% no consumo do governo. Já na direção contrária, o consumo das famílias e os investimentos recuaram 0,1% e 0,2%, respectivamente em fevereiro/12.

Do ponto de vista da oferta agregada, o setor industrial registrou expansão de 0,5% no segundo mês do ano e o setor de serviços acusou alta de 0,1%. Já o setor agropecuário permaneceu estagnado pelo segundo mês consecutivo.
Segundo os economistas da Serasa Experian, o ritmo de crescimento econômico ainda verifica-se fraco neste início do ano, apesar do conjunto de estímulos monetários e fiscais que têm sido colocados desde o terceiro trimestre do ano passado. O baixo dinamismo da economia mundial e a pouca disposição do consumidor em ampliar seu nível de endividamento, tendo em vista a inadimplência mais alta, aliada à maior seletividade por parte das instituições financeiras, têm produzido efeitos não expansionistas sobre a atividade econômica.

Você também lê esta notícia em
http://www.serasaexperian.com.br/release/noticias/noticia_arquivo_2012.htm

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Curitiba tem suporte da IBM no Programa Cidades Inteligentes

via Prefeitura de Curitiba

O prefeito Luciano Ducci recebeu nesta segunda-feira (23) os seis executivos do Smarter Cities Challenge 2012, programa mundial da IBM para auxiliar no desenvolvimento socioeconômico das cidades. Durante três semanas, os executivos trabalharão em ações prioritárias de Curitiba, como melhorias no trânsito e despoluição de rios.

“É um grupo com experiência internacional que contribuirá com conhecimento para que Curitiba se mantenha na vanguarda e continue sendo referência em planejamento urbano”, disse o prefeito. “Esse encontro será rico para a cidade e para os executivos”.

Curitiba foi a única cidade brasileira escolhida para participar do programa Smarter Cities Challenge deste ano. Os executivos, vindos da Alemanha, Finlândia, do Reino Unido e dos Estados Unidos, chegaram quinta-feira (19). Eles terão três semanas de trabalho, irão a campo e, por fim, apresentarão os resultados em nova reunião com o prefeito.
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Tecnologia transforma tempo de espera no metrô em boa experiência de compra

O exemplo é na Coréia do Sul. Uma grande rede internacional de supermercados montou uma “loja virtual” nas paredes do metrô para poupar o tempo dos consumidores e crescer de maneira mais acelerada no mercado coreano. As compras são feitas com smartphones. A pessoa não perde tempo indo ao supermercado ao ocupar o período ocioso à espera do transporte coletivo. Acompanhe o vìdeo (em inglês).

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Veja como um “meme” no Facebook pode divulgar sua empresa

Solusoft Informática posta foto em mídia social para ilustrar, com bom humor, como uma ferramenta de business intelligence facilita análise de dados gerenciais. Aproveite para conhecer a página da empresa no Facebook .

Pesquisa da Accenture mostra que o impacto da mobilidade nos negócios pode ultrapassar o da Internet nos anos 90

Empresas dos mercados emergentes, como o Brasil, investem mais em tecnologias móveis
A Accenture, empresa global de consultoria de gestão, serviços de tecnologia e outsourcing, lançou um estudo que mostra o desafio das lideranças de Tecnologia da Informação (TI) para entender e posicionar a mobilidade dentro dos negócios, principalmente, nos mercados emergentes. As lideranças desses países, inclusive do Brasil, consideram o tema como prioridade número um para alavancar os negócios.

Dois terços (67%) dos Chief Information Officers (CIOs) e outros profissionais de TI consultados acreditam que a mobilidade impulsionará seus negócios no mesmo nível ou, até ultrapassar, o impacto realizado pela Internet na década de 1990. A pesquisa também descobriu que mais de dois terços (69%) dos entrevistados consideraram alocar mais de 20% do orçamento discricionário para promover capacidades de mobilidade para os negócios, ainda neste ano – com um forte contraste entre os executivos dos mercados emergentes (94%) e os que atuam nos países maduros (35%).

A pesquisa ainda apontou que 48% dos entrevistados dos mercados emergentes têm uma estratégia para mobilidade amplamente desenvolvida, enquanto apenas 12% dos entrevistados nos países maduros alegaram ter estratégias encaminhada no mesmo nível.

De acordo com Renato Improta, líder da área de Mobilidade da Accenture, a maioria dos CIOs, agora, reconhecem o potencial da mobilidade para transformar seu negócio e esse fato pode ser notado a partir do crescente gasto com mobilidade dentro do orçamento de TI. “A mobilidade hoje não é simplesmente uma extensão do legado de TI, é uma nova e complexa forma de realizar negócios”, finalizou Improta.

O estudo também apontou algumas áreas de preocupação, que podem atrapalhar a adoção de aplicações móveis pelas empresas, 50% dos entrevistados citaram a segurança como o principal fator que as impede de atender suas prioridades em mobilidade. Custo e orçamento ficou em segundo lugar (43%), enquanto a interoperabilidade com os sistemas atuais ou a falta de compreensão sobre os benefícios da tecnologia ficou em terceiro (26%).

A pesquisa ainda consultou os desenvolvedores de aplicativos móveis e, segundo eles, nenhum dos sistemas operacionais mais utilizados para smartphones é visto como totalmente seguro. Entretanto, mais de metade (53%) elegeu o sistema operacional da Apple iOS como o melhor nessa categoria, enquanto o sistema operacional do Google Android ficou em segundo lugar, com 24%.

Os resultados do estudo mostram os desafios criados pela fragmentação do mercado, com um número variado de plataformas e dispositivos móveis em uso. Os desenvolvedores de aplicativos avaliaram essa fragmentação como difícil de gerir e rentabilizar. Já para os profissionais de TI, ela dificulta a capacidade da empresa para acomodar uma das tendências mais fortes da mobilidade – funcionários que desejam utilizar seus dispositivos móveis no trabalho e rodar aplicações corporativas neles.

Nesse cenário, os profissionais de TI e desenvolvedores de aplicativos têm planos diferentes para gerar receita. Na área empresarial, 42% dos profissionais indicaram que querem melhorar o trabalho em campo ou a prestação de serviços ao cliente com acesso instantâneo às bases de dados corporativos, informações relevantes de negócio e processamento de transações. Os desenvolvedores de aplicativos citaram downloads (41%), aplicativos para compras (29%), publicidade tradicional (24%) e inscrições (20%) como formas de rentabilizar aplicativos idealizados para os consumidores.

Outro dado interessante é que cada vez mais os profissionais de TI, que atuam em mercados emergentes, têm foco em soluções móveis – quando comparados com aqueles que atuam em mercados maduros. Nos países latino-americanos e asiáticos, 93% e 81%, respectivamente, indicaram que a mobilidade gerará novas receitas significativas, mas apenas 66% dos europeus e 56% dos norte-americanos entrevistados têm a mesma opinião. Da mesma forma, metade dos mexicanos e chineses, bem como 40% e 32% dos entrevistados indianos e brasileiros, respectivamente, concordaram que o impacto da mobilidade nos negócios pode ser maior do que o causado pela onda da Internet em 1990. A pesquisa concluiu, ainda, que apenas um em cada cinco (20%) entrevistados do Reino Unido e Estados Unidos concordaram.

De acordo com o estudo da Accenture os profissionais de TI devem criar uma estratégia global de mobilidade empresarial. Para que isso seja possível, a Accenture recomenda uma abordagem que inclui três elementos: tecnologia, requisitos de negócio e gestão.

“As empresas precisam desenvolver uma lista abrangente dos projetos de mobilidade que têm em curso e esclarecer os objetivos, acelerar e padronizar as iniciativas, além de inovar para criar vantagens competitivas”, explicou Improta. “As empresas devem rever a sua estratégia para mobilidade a cada seis ou 12 meses (ao invés de cliclos de 12 a 18 meses), para garantir que estão fazendo suas apostas sobre as tendências certas”.

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Serviços em TI: Fernando Baldin fala sobre livro “A Revolução Invisível”

Diretor da Premier IT, especialista em outsourcing, Fernando Baldin é autor de livro que trata de novos modelos a serem seguidos para quem presta serviços, principalmente no setor de tecnologia da informação. Acompanhe vídeo da entrevista concedida ao programa de tv Valor Agregado.

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Uma revolução invisível no setor de serviços

Fernando Baldin, diretor da Premier IT, é autor do livro A Revolução Invisível- Uma nova forma de gestão em serviços. Em entrevista ao Valor Agregado, ele destaca pessoas, processos e produtos como pontos principais para a melhoria de serviços, especialmente na área de tecnologia.

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Business Intelligence: ferramenta ajuda gestor a “pilotar avião” carregado de informações gerenciais

Na sede do Sebrae-PR, em Curitiba,dezenas de executivos acompanharam a palestra de Allan Pires sobre Business Intelligence, tratando da importância da utilização de ferramentas e métodos para tomada de decisão nas empresas. Allan compara o ambiente de tomada de decisão nas empresas à dificuldade de se pilotar,por exemplo, um caça stealth, avião de combate conhecido por não ser detectado por radares. O stealth precisa do auxílio de muita tecnologia embarcada para ser pilotado porque gera muitas variáveis, dificultando as decisões do piloto. No mundo empresarial, o executivo, como o piloto do caça , tem muitas variáveis para analisar. E com o auxílio da tecnologia fica mais preparado para enfrentar a “guerra do mercado” que se enfrenta todo dia.
Veja a entrevista com Allan Pires no “Café Bem Acompanhado”, realizado pela Acom Sistemas em parceira com a Solusoft Informática.

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Falta de patrocínio vira “pedra no caminho” de homenagem a Carlos Drummond de Andrade em Curitiba.

Nos 110 anos do nascimento de Carlos Drummond de Andrade, é preparada uma série de homenagens ao escritor que influenciou toda a cultura brasileira. Uma das principais peças do tributo a Drummond é a exposição Claro Enigma, nome de uma grande obra do poeta. O Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba, deve ser o primeiro a mostrar a homenagem, prevista para ser exibida também em outras grandes cidades do Brasil e até do exterior.
Os empresários curitibanos Charles Stempniak, Mauro Lara e Consuelo Cornelsen estão encarregados de fazer com que os recursos mais modernos da tecnologia melhorem a experiência de quem visitar a exposição. Eles trabalham com realidade aumentada, que permite ao público interagir com nove cubos que vão mostrar as obras e a contribuição de Drummond para a cultura do Brasil. Com um tablet apontado para cada cubo, as pessoas vão poder ouvir a voz do poeta ao recitar e compartilhar a experiência com amigos em mídias sociais. A telepresença é outro recurso tecnológico em destaque na exposição e vai permitir que pessoas distantes, em outras cidades, possam acompanhá-la por vídeo com imagens geradas , por exemplo, pelo tablet de um dos visitantes do museu.
Mauro Lara conta que “a repercussão no meio artístico tem sido muito grande, com nomes importantes do país interessados em participar do projeto”. Charles salienta que “os recursos de interatividade vão permitir a adaptação da obra de Carlos Drummond de Andrade ao modo que o público jovem, principalmente, consome cultura”.
Mas enquanto, Brasil afora, todos aplaudem a iniciativa, em Curitiba os três empresários sofrem com a falta de apoio e patrocínio. A exposição corre o risco de não acontecer na capital do Paraná por não contar com recursos do poder público e de empresas locais. Fica o alerta, ao estilo de Drummond: a festa de “ E agora, José ?” e outras grandes obras corre o risco de acabar antes mesmo de começar se não surgirem recursos para remover essa pedra do caminho.

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