Como as redes sociais podem ajudá-lo a conquistar um emprego?

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O recrutamento online oferece muitas vantagens para as empresas e para os candidatos, entre elas a agilidade e a assertividade. Mas como utilizar a visibilidade no meio digital em benefício da carreira, inclusive para conquistar um novo emprego?

“As redes sociais são a porta de entrada para se chegar a um candidato. É a primeira fonte de contato e coleta de informações”, afirma Marcelo Braga, consultor de Recursos Humanos e sócio da REACHR, plataforma digital inédita e gratuita, voltada a vendedores e estagiários, que usa algoritmos para analisar dados de candidatos e de vagas e a expertise de headhunters para conectar empresas e pessoas.

Segundo o especialista, entre as informações que os recrutadores costumam buscar nos perfis das redes sociais estão empresa, setor, tempo de experiência, formação acadêmica, idiomas e cargo que ocupa ou já ocupou. Entretanto, apenas a presença em mídias sociais não é suficiente para conquistar essa visibilidade.

“A REACHR é uma plataforma que busca ter claro quais são os objetivos dos candidatos, o seu perfil em todas as frentes, o momento de carreira. Ciente disto, e ciente do que a empresa busca para cada vaga é possível fazer a conexão adequada, gerando assertividade para empresas e para os candidatos. Também é possível fazer diversas comparações de carreira, identificando quais perfis são mais aceitos, quais os aspectos a desenvolver que o profissional deve focar. Estes feedbacks são essenciais para que os candidatos concentrem seus esforços de desenvolvimento onde de fato precisam, evitando dispêndio de recursos financeiros desnecessários”, explica.

Nesse sentido, quanto mais detalhado o perfil online do candidato na plataforma, mais chances existirão de o avaliador tomar a decisão correta. “O cadastro deve ser o mais completo possível, passando por dados cadastrais, acadêmicos, cursos realizados, histórico profissional, mas também deve trazer os objetivos de carreira para o momento, remuneração, aspectos comportamentais, interesses e hobbies”, explica.

Etiqueta digital ‒ Com isso, surge também uma preocupação: até que ponto as postagens nas redes sociais influenciam a opinião/decisão das empresas sobre a contratação ou não de um candidato?

Para o consultor, a não ser que a pessoa tenha um posicionamento muito radical sobre algum assunto e o perfil da empresa seja mais conservador, são raros os casos em que haverá uma pré-seleção. Entretanto, é preciso cautela para não prejudicar a carreira profissional, visto que geralmente o que é publicado torna-se público e em alguns casos não pode ser removido.

“Ter uma noção do que publicar e para quem publicar é importante. Há redes sociais mais voltadas para o trabalho, outras para os amigos. Você pode ainda fazer parte de comunidades especificas. Tudo que é colocado nas redes sociais torna-se público. Nunca sabemos o dia de amanhã. Imagina fazer um comentário grosseiro sobre uma empresa e depois se candidatar para uma vaga na mesma empresa? Portanto, todos devem buscar um uso adequado para os públicos adequados.”

Outro ponto que o consultor aconselha evitar é copiar o job description na descrição das atividades para se parecer mais atrativo para uma vaga. “Mentiras só atrapalham o processo de seleção. O candidato pode avançar uma etapa a mais, pode inclusive ser contratado, mas uma hora a ‘máscara cai’ e ele será prejudicado. Apenas ter informação sobre a empresa ou compartilhar com ela opiniões não é suficiente para se destacar, pode no máximo gerar mais interesse para uma avaliação. O perfil para uma contratação é algo completo, passa pelo aspecto técnico, acadêmico, comportamental, perspectivas futuras, momento atual, remuneração, empatia, fit cultural, etc.”

O uso excessivo das redes sociais é visto como algo negativo pelas empresas? Nem sempre, diz o consultor. “Existem empresas e gestores de todos os estilos e culturas. Sem dúvida para alguns, dependendo de suas crenças, da dinâmica do trabalho, do nível de exposição que o candidato tem e o quanto seu comportamento pode espelhar um comportamento da empresa, pode sim ser visto como prejudicial”, afirma. “Entretanto, em outros casos pode ser visto como positivo. O certo é que cada vez mais empresas autorizam seus funcionários ao usar as redes sociais para o trabalho, inclusive para se relacionar com clientes e fornecedores”, completa.

Saiba mais sobre a REACHR e cadastre-se gratuitamente: www.reachr.com.br

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