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Profissionais de marketing desistem de consumidores inativos cedo demais, aponta estudo da Return Path

Postado as 22:01 do dia 29/07/14

A Return Path, líder mundial em Email Intelligence, lança o ebook “Programa de Email Win-Back: todo mundo recomenda, mas será que funciona mesmo?”. O estudo mostra que as campanhas de win-back, conhecidas como ferramenta de reengajamento de usuários inativos, são uma excelente forma para reduzir o risco de queda na entregabilidade na caixa de entrada e aumentar o alcance da audiência.

“Os profissionais de email marketing que não tentam resgatar seus usuários inativos ou param de enviar emails rapidamente para esses usuários, aparentemente estão excluindo assinantes valiosos de seus mailings”, aponta Louis Bucciarelli, Country Manager da Return Path.

A análise de 300 milhões de mensagens enviadas para mais de 100 milhões de assinantes mostraram uma forte correlação negativa entre a entrega na caixa de entrada e o volume de email enviado para assinantes inativos. As marcas que enviaram a maioria dos emails para assinantes inativos tiveram a maior parte dos emails bloqueados ou movidos para a caixa de spam, especialmente no provedor Gmail, que se revelou a caixa de entrada mais difícil de se alcançar, de acordo com o estudo.

“Como o email continua a ser o caminho mais agressivo e de melhor custo-benefício para as marcas se manterem conectadas, maximizar o crescimento da audiência e alcançar a caixa de entrada são pontos críticos para um programa de marketing saudável”, diz, George Bilbrey, presidente da Return Path. “Profissionais de marketing com visão analítica para equilibrar esses fatores individualmente de acordo com cada provedor, e que utilizem táticas como as campanhas de win-back, simplesmente terão desempenho superior em todos outros pontos. O crescimento será mais rápido com relacionamentos mais fortes, além de gerar maior receita ao se tornar mais competitivo”, completa.

O conteúdo dos emails de win-back observados no estudo desempenha um papel fundamental para o sucesso dessas campanhas. Em geral, as mensagens que conseguiram reengajar mais usuários foram aquelas que deixaram claro o seu propósito já na linha de assunto. Os emails contendo, por exemplo, “sentimos sua falta”, “volte!”, tiveram desempenho superior a ofertas promocionais convencionais. Entre as ofertas, aquelas com quantias fixas de desconto (R$ off) foram significativamente mais lidas do que aquelas com porcentagens de desconto (% off), embora usadas com menor frequência.

Remetentes que implantaram campanhas de win-back pararam de enviar mensagem para 4% dos assinantes, mas a maioria (85%) desses usuários não era inativa – pelo menos leram a mensagem de win-back e não se descadastraram. Entre todos os disparadores e provedores de caixa de entrada, aproximadamente 12% de todas as mensagens de win-back foram lidas, geralmente com poucos dias após a entrega. No entanto, 45% dos assinantes se reengajaram com os rementes dos programas de email após uma média de 57 dias, lendo mensagens subsequentes. “Rementes que excluíram assinantes antes deste período perderam a oportunidade de reativar potenciais consumidores valiosos”, destaca Bucciarelli.

O estudo mostra que a compreensão de quantos dias são necessários antes de desistir dos assinantes – especialmente em provedores como o Gmail – é a chave para manter as listas livres o suficiente dos usuários inativos e evitar problemas de entregabilidade, sem necessariamente ter de encerrar relacionamentos de marketing.

A pesquisa mostra ainda que os provedores de email possuem diferentes definições e tolerâncias de inatividade antes de filtrar as mensagens, o que exige a customização das campanhas de win-back. Alguns permitem muito mais tempo sem engajamento antes de tomar ações que afetem a entregabilidade, permitindo aos remetentes esperar mais após o envio de campanhas de win-aback antes de remover assinantes.

O ebook oferece outros dados sobre o que funciona e o que não funciona, além de dicas para uma campanha efetiva da reenganjamento. O material completo pode ser baixado no link: br.returnpath.com/ebook-win-back

Comente! / Empresas, Tecnologia

Congestionamentos no RJ e em SP custam R$ 98,4 bi

Postado as 22:35 do dia 28/07/14

O custo dos congestionamentos nas duas principais regiões metropolitanas do país – Rio de Janeiro e São Paulo – ultrapassou R$ 98 bilhões em 2013, valor superior ao PIB de 17 estados, entre eles Espírito Santo, Ceará, Pará e Mato Grosso. O valor equivale a 2% do PIB brasileiro e a 2,3 vezes o investimento previsto na concessão de 7,5 mil quilômetros de rodovias para os próximos 25 anos.

Os dados são do estudo “Os custos da (i)mobilidade nas regiões metropolitanas do Rio de Janeiro e São Paulo”, divulgado pelo Sistema FIRJAN (Federação das Indústrias do Estado Rio de Janeiro). O estudo aponta que os períodos de pico nas duas regiões metropolitanas já atingem 11 horas, sendo que no Rio de Janeiro ocorrem das 5h30 às 11h e das 14h30 às 19h30; e em São Paulo das 5h30 às 8h30, das 10h30 às 14h30 e das 17h30 às 19h.

Na região metropolitana do Rio de Janeiro, o tempo perdido diariamente em congestionamentos de 130 km, em média, trouxe prejuízo econômico de R$ 29 bilhões em 2013, o que equivale a 8,2% do PIB metropolitano. A estimativa é de que em 2022 a extensão dos congestionamentos poderá atingir 182 km e o custo seja de R$ 40 bilhões. A previsão considera a hipótese de que não sejam realizados novos investimentos além dos já previstos relacionados à ampliação da infraestrutura de transportes (especialmente trem, metrô e barcas) e também as projeções de crescimento populacional e de frota de veículos nos próximos anos.

Já nos 39 municípios da região metropolitana de São Paulo, os congestionamentos atingiram, em média, 300 km por dia em 2013 e o custo relacionado foi de R$ 69,4 bilhões. O valor equivale a 7,8% do PIB metropolitano. De acordo com as estimativas da FIRJAN, não havendo intervenções para ampliar significativamente o transporte de massa, os congestionamentos poderão atingir 357 km em 2022, ao custo de R$ 120 bilhões.

Federação aponta a desconcentração de
atividades como caminho para reduzir o problema

De acordo com a FIRJAN, a principal solução para a questão de mobilidade urbana é a realização de um planejamento integrado, que envolva todos os municípios metropolitanos e permita a desconcentração da oferta de atividades – como educação, saúde, comércio e produção industrial – levando infraestrutura e emprego para perto de onde moram as pessoas.

A atual concentração, segundo a Federação, obriga a população a realizar longos deslocamentos diários, em um mesmo sentido e horário. A ampliação da cobertura de transporte de massa, com ramificação para áreas de grande concentração habitacional, evitaria a utilização excessiva do transporte rodoviário, ajudando a melhorar sensivelmente a mobilidade.

O estudo “Os custos da (i)mobilidade nas regiões metropolitanas do Rio de Janeiro e São Paulo” pode ser acessado através do link http://migre.me/kG5bb.

Comente! / Automóveis, Comportamento

5 melhores práticas para mais segurança em mobilidade corporativa

Postado as 23:14 do dia 22/07/14

As empresas que decidem implementar a mobilidade para seus funcionários enfrentam um desafio crescente de ameaças de segurança. Para os departamentos de TI, não é fácil manter a segurança dos seus funcionários e também garantir sua satisfação. Os funcionários querem acessar informações em qualquer lugar, a qualquer momento e a partir de qualquer dispositivo sem proteções complicadas que atrapalham seu trabalho.

Por outro lado, a prioridade dos gerentes de negócios é proteger as informações sensíveis da companhia sem abrir mão do crescimento, inovação e competitividade. A Citrix recomenda a inclusão de políticas corporativas inteligentes como parte de uma estratégia robusta de segurança, com execução precisa e monitoramento constante. Essas políticas também devem refletir as necessidades e hábitos dos usuários da companhia.

Baseada em sua experiência com a habilitação de funcionários móveis em todos os tipos de empresa, a Citrix apresenta as cinco melhores práticas que garantem a máxima segurança em mobilidade empresarial para equilibrar esse conflito de interesses.

1. Educar os funcionários

Uma força de trabalho informada e consciente da segurança é a primeira linha de defesa contra as ameaças, por esse motivo deve ser uma prioridade ensinar os funcionários como trabalhar com segurança de qualquer lugar e qualquer dispositivo.

Pregar simplesmente as melhores práticas é uma receita para o fracasso. É importante passar algum tempo descobrindo quem são os usuários, o que fazem e o que precisam. Depois, explicar as políticas de segurança de sua empresa em termos fáceis e relevantes para sua função.

2. Criar uma relação mais próxima entre os executivos de TI e os diretores das linhas de negócio.

É fundamental estabelecer relações de trabalho próximas entre os executivos de TI e os gerentes das linhas de negócio, por que encontros frequentes entre os responsáveis por cada negócio criam um espaço onde os líderes de segurança podem construir estratégias apropriadas e alinhadas com as iniciativas empresariais desde o princípio. Para os executivos de TI, isso oferece uma perspectiva precisa dos riscos que enfrentam e as necessidades de cada grupo de negócios.

3. Uma visão moderna e móvel das políticas de segurança

A informação por si só não garante uma segurança forte. Muitos dispositivos, redes e sistemas de armazenamento usados pelos funcionários estão fora do controle do departamento de TI. Por esse motivo, os executivos de TI devem modernizar sua visão das políticas tradicionais de segurança dentro da nova realidade de serviços em nuvem e a mobilidade.

Comece pensando como pretende habilitar acesso aos dados corporativos de acordo com a localização do funcionário e o tipo de dispositivo usado. A maioria das empresas adotam políticas graduais que protegem as informações sensíveis com mais empenho que as informações públicas e, inicialmente, restringem acesso para colaboradores que usam seus próprios dispositivos.

Depois, eles revisam suas políticas de segurança para levar em conta os riscos como o armazenamento de dados empresariais em dispositivos pessoais, a publicação de senhas em monitores e o uso de um USB não regulado pela companhia.

4. Fiscalização constante e justa de políticas

As políticas de segurança podem perder valor com o passar do tempo se os usuários não acreditam que terão repercussões em caso de violação, ou pior ainda, se acreditam que ignorar as políticas de segurança é uma forma de aumentar sua produtividade. As políticas devem ser mantidas e sempre alinhadas com os negócios da companhia. Por isso, os lideres de segurança devem cumprir as políticas de maneira consciente. A Citrix assegura que, o desenvolvimento das políticas com a colaboração de todos os departamentos das empresas, com uma visão de segurança enraizada na cultura corporativa, torna as violações pouco frequentes.

5. Automatizar a segurança

Para fortalecer ainda mais as políticas de segurança, use um software para automatizar sua aplicação. Por exemplo, muitas soluções de segurança podem implementar várias opções predeterminadas. Também é possível aplicar políticas de segurança mais rígidas nas opções para a experiência do usuário, por exemplo, proibindo a execução de aplicativos não autorizados pela rede da companhia, ou limitando quais aplicativos os arquivos anexados a emails podem abrir.

Comente! / Comportamento, Empresas, Gestão, Mídias Sociais, Software, Tecnologia

Mitsubishi Motors inova com atendimento via WhatsApp

Postado as 22:00 do dia 21/07/14


Buscando atender da melhor forma os clientes, a Mitsubishi Motors apresentou no último fim de semana uma novidade: o WhatsApp pode ser usado como um canal de atendimento para a consulta do modelo Lancer.

O consumidor pode obter todas as informações sobre o sedan, como cores, modelos, ver fotos e vídeos, tirar dúvidas e checar preços. Para fechar o negócio, é encaminhado a uma loja. Por enquanto, o serviço é experimental e está disponível nos Estados de São Paulo e Rio de Janeiro.

“A Mitsubishi tem a preocupação de sempre pesquisar diferentes formas de falar diretamente com o consumidor e se adequar às suas necessidades. Esta é a primeira vez que uma marca faz um atendimento deste tipo. Não há nada melhor do que entender o que o cliente quer, seus desejos e suas demandas – e poder atendê-lo em tempo real”, explica o diretor de marketing da Mitsubishi Motors, Fernando Julianelli.

Para utilizar o serviço, basta adicionar no aplicativo WhatsApp o número de telefone: (11) 94652-2111.

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Acesso á internet em domicílios dispara e chega a quase 90 milhões

Postado as 14:01 do dia 21/07/14

O total de brasileiros que moram em domicílios com acesso à internet ganhou um novo impulso em 2014 e chegou a 87,9 milhões em maio. O número é 14,2 milhões maior do que os 73,7 milhões registrados no mesmo período de 2013, representando um crescimento anual de 19%. A informação é da pesquisa NetView, da empresa Nielsen IBOPE, que monitora a audiência da internet no Brasil desde o ano 2000.

Segundo o analista José Calazans, da Nielsen IBOPE, este foi o maior crescimento anual do número de pessoas com acesso domiciliar no Brasil. “Chegamos, novamente, a um patamar de crescimento exuberante. O aumento já era de quase 10 milhões por ano e, em 2014, o ganho superou 14 milhões. Foi o maior saldo anual já registrado no Brasil, resultado da expansão do acesso à banda larga nos últimos meses. Mantido esse ritmo, em 2016 teremos mais da metade da população com acesso domiciliar”, disse o analista.

O número de usuários ativos em domicílios, que são as pessoas que efetivamente usaram o computador com internet no mês, chegou a 49,5 milhões em maio de 2014, o que significou uma diminuição de 1,7% em relação aos 50,4 milhões do mês anterior e um crescimento acumulado de 5% sobre os 47,1 milhões de maio de 2013.
Acesso no trabalho e em domicílios

Quando se considera o conjunto das pessoas que têm acesso em casa ou no local de trabalho, a pesquisa NetView apurou em maio a marca inédita de 90,8 milhões, ou um aumento de 3,8% sobre o número anterior, de 87,6 milhões. Em relação ao mesmo período do ano passado, quando eram 76,6 milhões, a expansão foi de 19%. O número de usuários ativos em maio ficou em 58,9 milhões e foi 1,2% menor que o do mês anterior.

O total de pessoas com acesso em qualquer ambiente (domicílios, trabalho, escolas, lan houses, clubes, igrejas etc) é de 105,1 milhões, segundo os números apurados em 2013 pela Nielsen IBOPE.

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O jovem internauta brasileiro possui perfil em 7 redes sociais

Postado as 22:54 do dia 18/07/14

Apresentado no youPIX SP Festival 2014 nesta quinta-feira, estudo do CONECTA, comunidade online de pesquisa (www.conectaibrasil.com.br), mostra que o jovem internauta brasileiro possui, em média, perfil em 7 redes sociais. As mais populares são: Facebook (96% possuem perfil), YouTube (79%), Skype ( 69%), Google+ (67%) e Twitter (64%).

Navegar nessas redes é um hábito de 90% dos internautas de todo o país com idade entre 15 e 32 anos. Outras atividades comuns na web são buscar informações (86%), acompanhar notícias (74%), assistir a vídeos (71%), ouvir musica (64%) e trocar e-mails. “Engana-se quem já decreta a morte dos e-mails, já que esses jovens ainda recebem em média 2,8 emails diariamente”, avalia Laure Castelnau, diretora executiva do CONECTA.

Boa parte do acesso às redes ocorre em dispositivos móveis. O aplicativo do Facebook está presente em 88% dos celulares dos jovens, seguido dos aplicativos de email (84%), YouTube (81%) e WhatsApp (79%). Em tablets, o Facebook está instalado em 61%, os e-mails em 57% e o YouTube em 59%.

Em alguns casos, o uso desses aplicativos já se tornou um vício: 89% dos internautas estão continuamente conectados ao Facebook, 87% ao WhatsApp, 80% aos emails e 63% ao Instagram.

No caso dos aplicativos de entretenimento, serviços e informação, os mais usados são jogos (66% em celulares e 54% em tablets), previsão do tempo/clima (54%/29%), internet banking (39%/29%) e notícias (34%/28%).

Empresas e internautas – De acordo com o estudo do CONECTA, 47% dos internautas gostam de dar feedback às marcas e 40% querem interagir com suas marcas favoritas dando seus feedbacks.

Um terço dos jovens internautas brasileiros (34%) acreditam que as informações mais confiáveis sobre as empresa são as divulgadas em seus websites, porém 41% declaram que para encontrar informações confiáveis sobre marcas, produtos e serviços buscam outras fontes de informação.

Publicidade online – Banners irritam 43% dos internautas, mas, ao mesmo tempo, 49% prestam atenção e 44% concordam que essas peças contêm informações interessantes sobre promoções.

A pesquisa aponta também que 41%, na maioria das vezes, se cadastram impulsivamente para receber emails com novidades e depois acabam nem prestando atenção nessa comunicação. Os cadastros mais frequentes para receber newsletter ocorrem nos sites de e-commerce onde costumam realizar compras (47%), em sites de emprego (39%) e das marcas favoritas (36%). “É preciso estar atento à frequência de envios, já que para metade dos entrevistados, uma newsletter por semana é suficiente”, afirma a executiva.
A pesquisa foi realizada entre os dias 2 e 9 de julho de 2014, com 1.513 internautas de todos os estados do país, sendo 1030 participantes do painel CONECTAí e 483 internautas da base do youPIX.

Sobre o CONECTA

CONECTA é a plataforma web do IBOPE Inteligência, organização do Grupo IBOPE. Seu foco está na fusão do melhor da pesquisa online tradicional, tecnologia para gestão de painéis online – CONECTAí – e soluções interativas e inovadoras de marketing digital.

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Mulheres no mercado de trabalho: o futuro da liderança

Postado as 0:07 do dia 18/07/14

Estudo da PwC revela que as mulheres da Geração do Milênio, nascidas entre 1980 e 1995, estão aumentando sua participação como força de trabalho, e reúnem características que são vitais para qualquer organização: alto nível de escolaridade, confiança e objetivos claros em relação à carreira

A mulher do Milênio representa uma nova era do talento nas organizações. Ela tem alta escolaridade, é mais confiante, e possui mais ambições em relação à carreira profissional do que as mulheres de gerações anteriores. De acordo com estudo da PwC, estima-se que, em 2020, as mulheres do Milênio representarão 25% da força de trabalho no mundo. Com essa ocupação crescente, surgem desafios para os empregadores, que já não podem mais desconsiderar este tipo de profissional como vital para garantir a sustentabilidade da organização.

O estudo Next Generation Diversity – Developing tomorrow’s female leaders identificou pontos-chave para os empregadores obterem sucesso em atrair, reter e desenvolver as habilidades das profissionais do Milênio. Um dos principais desafios apontados pela PwC é o de desenvolver essas profissionais para ocuparem futuros cargos de liderança. O estudo apontou que, apesar de as mulheres representarem 40% da força de trabalho global (percentual nunca antes visto), apenas 4,6% ocupam cargos de CEO.

Educação – As mulheres do Milênio superaram os homens da mesma geração em escolaridade. Em nível global, elas são maioria em 93 países entre os estudantes de Universidades (os homens predominam em menos da metade – 46 países). As mulheres possuem mais títulos de bacharelado e também de mestrado (maioria em 56 países enquanto os mestres masculinos predominam em 44). De acordo com o estudo da PwC, 55% dos títulos de graduação no Brasil em 2010 foram conquistados pelas mulheres.

Diversidade na prática – As profissionais do Milênio estão mais propensas a procurar empregadores que ofereçam políticas de diversidade e equidade de gêneros – 82% julgaram essas diretrizes como importantes em um ambiente de trabalho. No entanto, 55% das entrevistadas pela PwC reconhecem que não sentem que as oportunidades são as mesmas para os gêneros.

Outra característica forte dessas mulheres é que elas possuem afinidade com o meio digital, mas preferem reuniões presenciais para discutirem temas importantes ou delicados como promoção ou feedback sobre seus trabalhos. Trabalhar em uma empresa que se preocupa em investir em Tecnologia da Informação é fundamental para 59% das mulheres do estudo. No entanto, 51% defendem que a cultura do feedback deve ser estimulada à moda antiga: cara a cara com os chefes. Quando o assunto é plano de carreira, 96% das entrevistadas preferem o contato presencial.

Reputação importa – O estudo revelou que as mulheres do Milênio desejam que o seu trabalho tenha um propósito, que contribua para a sociedade e que possam sentir orgulho da empresa. Para a PwC, organizações e setores de mercado vão precisar desenvolver trabalhos estratégicos para comunicar os aspectos positivos dos empregadores a fim de conseguir reter os talentos dessas profissionais. Afirmaram que evitariam trabalhar em alguns setores por acreditarem que eles possuem uma imagem negativa – o mais citado foi o setor de Serviços Financeiros, seguido pelo de Óleo e Gás, 58% das mulheres.

Não só pelo dinheiro – Quase 20% das entrevistadas no estudo afirmaram que desistiriam ou adiariam uma promoção em troca de horários mais flexíveis de trabalho. As mulheres do Milênio entendem que é importante ter uma vida profissional equilibrada com a pessoal (97%). Segundo a PwC, é esperado que essas profissionais reestruturem o modelo tradicional dos turnos de trabalho.
Outro aspecto interessante é que essas mulheres planejam ter uma experiência de trabalho fora do seu país (71%). No estudo, 63% das entrevistadas identificaram uma experiência internacional como crucial para suas carreiras.

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Como evitar a depressão no ambiente corporativo

Postado as 18:36 do dia 16/07/14

Baixo-astral, perda de interesse, dificuldade em planejar e se concentrar nas atividades diárias, esquecimento, problemas para dormir e choro sem razão são acontecimentos que muitas vezes ocorrem no cotidiano das pessoas, principalmente quando têm que desempenhar muitas tarefas no trabalho. De acordo com estudo realizado pelo Instituto Ipsos MORI, 50% dos profissionais que têm depressão possuem pelo menos duas dessas sensações. O Grupo Kronberg, empresa especialista em desenvolvimento de líderes e profissionais de linha de frente, pontua que o equilíbrio das sensações no dia a dia pode prevenir esse tipo de doença e tornar as pessoas mais felizes na vida profissional e pessoal.

De acordo com o CEO do Grupo Kronberg, Carlos Aldan, que também é antropólogo e sociólogo, a empatia (habilidade de colocar-se no lugar do outro) caiu 2,1% nos últimos anos, segundo pesquisa da SixSeconds e da Academia de Inteligência. “Possuímos tecnologias que melhoram a interação do ser humano com o mundo, como a comunicação via internet, por meio de smartphones dotados de aplicativos como Facebook e WhatsApp, que facilitam o contato entre pessoas. Porém, essas mesmas tecnologias acabam por afastar as pessoas que estão mais próximas, como familiares.”

Com base em palestras ministradas no Brasil inteiro pelo CEO, é possível prevenir a depressão por meio de alguns passos. “Entender as emoções, pensar positivamente, trabalhar a empatia e encontrar uma meta de vida são as dicas que auxiliam no aumento da felicidade”, diz Aldan.

Saber discernir os sentimentos, como aprender que paixão é diferente de amor, ajudará a seguir no próximo passo. Essa etapa consiste na pessoa aprender a lidar com os tipos de sensações que poderiam prejudicar a vida em alguns momentos. “Quando uma pessoa tem um comportamento ríspido, aprende que não se deve descontar os problemas nos outros e que isso não sanará o desafio de melhorar a situação, mas sim piorá-la. No momento em que se cria um recurso estratégico para melhorar a forma de lidar com determinadas emoções, a pessoa começa a conciliar essas atitudes com o conhecimento e reagirá de forma assertiva” explica o CEO.

Otimismo, investimento em empatia e estabelecimento de uma meta nobre de vida são outros segredos para alcançar a plenitude. Para Aldan, o pessimismo limita o ser humano da realização de grandes feitos, o impede de subir na vida e desenvolver-se como pessoa e profissional. Por esse motivo, o otimismo deve estar sempre presente em nosso cotidiano. A empatia também é essencial, pois auxilia a entender melhor o próximo, ao se colocar em seu lugar. Já a meta nobre de vida tem o papel de conexão do ser humano com um propósito maior, ou seja, o motivo pelo qual se acorda todos os dias e que ajuda a superar os desafios.

Sinais vitais de líderes

Abrangem de modo consistente tanto os fatores de desempenho organizacional como estratégia, operação, organização, pessoas, confiança, motivação, mudança, teamwork e execução assim como a perspectiva relacional como autoconhecimento, autocontrole, autodeterminação, autodireção, além da influência, eficácia, tomada de decisão, qualidade de vida, saúde e relacionamentos.

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Humildade e resiliência para superar “apagão” na carreira

Postado as 18:16 do dia 15/07/14

Uma meta não atingida, um resultado abaixo do esperado ou um desempenho tão negativo a ponto de entrar para a história, marcando toda uma equipe de profissionais, antes considerada altamente qualificada em sua área de atuação. Seja no ambiente corporativo, seja no campo de futebol, a exemplo do que aconteceu com a seleção brasileira na recente goleada para a Alemanha na Copa do Mundo, o fato é que apagões na carreira são mais comuns do que se imagina.

“Momentos profissionais difíceis todos nós temos ou teremos um dia. A dinâmica da vida profissional é intensa e o que está perfeito hoje, pode não estar amanhã. O que funcionou um dia, pode não funcionar em outro”, afirma Marcelo Braga, sócio da Search Consultoria em Recursos Humanos.

Para o especialista, o mais importante nesses momentos é conseguir identificar o que poderia ter sido feito de modo diferente, onde ocorreram as falhas e onde estão as oportunidades de melhoria. “Só depois de reconhecer que houve falhas é que será possível estabelecer um plano de ação para não repetir o erro novamente”, explica Braga.
Na opinião do consultor, comparando com a seleção brasileira, a comissão técnica foi vitoriosa em 2002, vencendo a Copa de forma invicta. Após 12 anos, porém, conquistou todos os recordes negativos da história do futebol. “A comissão técnica insiste em dizer que repetiu ou até foi além do que foi feito em 2002 ou na Copa das Confederações, sem assumir os pontos fracos. Com pensamentos é improvável reverter situações. É preciso reconhecer onde falhou, pois não é possível não ter havido falhas e somente méritos por parte dos adversários com os resultados obtidos.”

Humildade, segundo o especialista, será fundamental para a recuperação da equipe e início do processo de mudança. “Depois que passar esse primeiro momento de impacto, força de vontade, estabelecimento de pequenas metas e disciplina para executar as atividades serão igualmente importantes. Resiliência, que é a capacidade de resistir a momentos difíceis, é uma palavra-chave neste processo”, completa Braga.

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Cibercriminosos já utilizam novos domínios genéricos em campanhas de phishing

Postado as 21:41 do dia 14/07/14

Cibercriminosos pelo mundo já apontam suas armas de ataque para os novos gTLDs (generic Top Level domain), os domínios genéricos de nome, aprovados recentemente pela ICANN, o órgão que governa os domínios de internet. Os gTLDs já estão disponíveis através das empresas de registro, disponíveis para as companhias ou pessoas que querem registrar novos sites. Recentemente encontramos diversas atividades maliciosas que incluem malware e páginas de phishing nos seguintes domínios: .club, .berlin, .blue, .computer, .camera, .futbol, .link, .pink, .report, .travel, .vacations e .xyz.

Os gTLDs foram aprovados recentemente pela ICANN e as empresas já disponibilizam o registro para aqueles que querem fugir de sites .com ou .org e que buscam mais possibilidades de nomes. Devemos estar preparados para encontrar páginas do tipo “tudo.bom”, “sem.gripe”, “minha.webcam”, ou até mesmo “meu.email”. No Brasil diversas empresas como Globo, Natura, Bradesco e Vivo também registraram seus domínios.

TLDs mais populares, de acordo com http://ntldstats.com/tld

Os phishers brasileiros estão particularmente interessados nos gTLDs e já iniciaram seus ataques, registrando diversos deles usando nomes de marcas conhecidas, como bancos, lojas on-line e empresas de cartão de crédito. Por exemplo:

cielo-seucartaobateumbolao.xyz
megasaldao-americanas.xyz
lojadoricardoeletro.xyz
hsbc.club
santander.club
bradesco.club
ricardoeletro.club
ricardoeletro.computer
ricardoeletro.camera

Esses domínios foram utilizados com o intuito claro de atuarem em ataques de phishing, portanto não é surpresa saber que os dados encontrados no “whois” são completamente falsos.

Os brasileiros não são os únicos interessados; já encontramos sites fraudulentos em inglês, vendendo supostas moedas do jogo FIFA’14 hospedado num dominio .club.

Outros phishers continuam suas campanhas usando domínios mais antigos, como o .travel (criado em 2005). Abaixo você pode ver a página de phishing de um banco brasileiro.

Mas também há malware. Sabemos que os cibercriminosos por trás do exploit kit “Nuclear” estão hospedando seus kits de ataque e páginas comprometidas em .blue, .pink, .futbol, e .report.

Se você é um usuário de redes sociais e recebe e-mails constantemente fique atento, esses links mesmo sendo diferentes podem ser maliciosos como qualquer outro. Se você tem uma empresa é uma boa idéia monitorar os novos dominios registrados nos gTLDs para certificar-se de que a marca da sua companhia não é usada nesses ataques.

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